sábado, 4 de fevereiro de 2012

Fazendo uma Chupeta

Depois de semanas sem fazer serviços externos para a empresa, ontem eu fui convocado a dar uma saidinha, que de fato o carro não saia do lugar, aliás nem sinal ao tentar ligá-lo.
Avisei  aos envolvidos sobre o  ocorrido e meu colega preconceituoso disse que eu teria que fazer uma [chupeta], aquela famosa transferência de carga de bateria de um carro para outro.
Eu nem sei fazer "chupeta", quando ocorria isso com o carro da minha família, eu era convocado a ficar girando a chave no contato, sou leigo para saber qual cabo é  o positivo e negativo, algumas vezes inverti os cabos que resultou em fumaça, algo queimado e xingos de minha família.
Ao ouvir o colega preconceituoso enchendo a boca para falar de forma maliciosa que eu teria que fazer uma chupeta, espontaneamente eu respondi que não ganho para isso, imediatamente ele me questiona se a minha chupeta é "por fora do meu salário" e quanto que eu cobro pela chupeta.
Preferi não me aprofundar no assunto, não entrar na brincadeira, visto que ele é muito brincalhão, vive tirando uma com todo mundo, então é melhor eu não dar muita intimidade para que ambos não falte com respeito, busco sempre manter uma postura de respeito para não dar oportunidades para intrometerem em minha vida.
E assim fui falar com o gerente, que me aconselhou a chamar fulano para fazer uma chupeta. Achei meio estranho ouvir esse termo do gerente, mas se é esse o nome, eu não posso pensar bobagens...
Novamente meu colega preconceituoso, veio brincando, dizendo que eu ia fazer a "chupeta" para o fulano, e blá blá blá...
Na correria e sem interesse, preferi pegar o outro carro da empresa e assim fui realizar minhas tarefas, a "chupeta" ficará para algum outro dia em que eu for utilizar o carro, quem sabe até lá, alguém tenha feito a chupeta, e tenha resolvido o problema...
Pior que todo aquele assunto sobre "chupeta", de certa forma mexeu um pouco com o meu tesão, apesar de que no dia anterior eu estava bem mais tenso, disposto a aprontar algo, que por ventura já tinha combinado, mas tive que sair com minha família, e não deu certo.
Mesmo que ontem eu havia trabalhado 14 horas consecutivas, ou seja, até ás 21 horas, eu sai de lá pensando em quem iria convocar para saciar meu tesão, e os que eu tinha em mente eu não queria porque de certa forma eles eram bons de mais para dar apenas "uns pegas", e como eu queria apenas "amassos, pegações, preliminares sem sexo", eu apelei para um garoto de 22 anos que vivo enrolando há meses.
Trocamos várias mensagens, nos falamos por telefone, embora a voz dele não me chamou atenção e combinamos, já que ele afirmou ter um bom "pega". 
Após um bom banho gelado devido a noite estar calorosa, me arrumei, peguei minha moto e percorri 6 km até a cidade vizinha. De imediado eu imaginava ele mais "gostoso" já que meses atrás eu havia lhe visto na web Cam, enfim, ele não me despertou muito "tesão", mas mesmo assim seguimos rumo a uma estrada deserta de terra com acesso aos sítios.
Fazia 8 meses que eu não me aventurava nessas situações de moto, não sentimos segurança no lugar, ambos estavam com medo, pois algum carro poderia passar, mas mesmo assim, eu parei a moto na estrada, ele veio me beijando, cujo eu pouco correspondi, pois nem de beijo eu gosto, e não era isso que eu buscava, nos pegamos por uns 5 minutos, fui tudo muito rápido, uma degustação rápida e artificial, apesar de que corríamos risco na estrada deserta, o local não era propício, e assim finalizamos o ato de forma egoísta, que por sinal ele não superou minhas expectativas, pois seus pegas e atitudes foram fracas. Que decepção, só perdi tempo.
Ao chegar em casa recebo um torpedo do garoto, questionando se eu havia curtido, eu nem respondi, sei lá como ele interpretará...
Hoje de manhã fui levar minhas sobrinhas na natação, mas nem sai do carro, preferi ficar dentro do carro ouvindo música, e por ironia do destino, inexplicavelmente o carro não queria funcionar, nem sinal ao girar a chave no contato.
Ouvindo criticas de minha mãe, e sem a presença de meu pai, eu não sabia como sair dali naquelas condições, e a minha sorte foi que meu irmão também estava lá, e assim, tivemos que fazer aquela "chupeta" do carro dele  para o carro de meus pais.
Ontem eu enrolei e nem fiz a chupeta na empresa, hoje não teve como escapar e fiz a tal "chupeta", apesar de que mais uma vez eu nem participei do procedimento, apenas fiquei girando a chave no contato para ligar o carro, enquanto meu irmão fez todo o procedimento, o pior é que "ainda" tenho pouca noção de como fazer a tal "chupeta".

10 comentários:

  1. Duvido que vc desaprendeu a fazer uma bela chupeta !

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    1. hahahaha.... Oloko, que sacana...
      Sem comentários...
      Forte abraço!

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  2. Devias ter sido sincero com o rapaz. Dizer mesmo: não curti, obrigado, até nunca.

    PS. concordo com o Raphael: ninguém desaprende a fazer uma chupeta ahaha

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    1. Sinceridade é fundamental, mas nesse caso, preferi poupá-lo, até para evitar magoa-lo.

      A chupeta automotiva eu ainda não aprendi... hahaha
      Forte abraço!

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  3. Poxa, também concordo que deveria ter dado um adeus pro garoto... serveria como um sinal, pra ele pensar no que aconteceu, e tentar melhorar o que quer que fosse nas próximas relações...

    Quanto à transferência de carga, normal, já fiz muito e já fizeram no meu carro também! Os cabos sempre andam comigo, afinal, nunca se sabe!

    Quanto à chupeta... bem, prefiro não comentar! Hahaha!

    Abraços!

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    1. Ele poderia ter ficado magoado, caso eu falasse algo. Quem sabe o dia que coincidir de eu teclar com ele no MSN eu disfarço sobre a situação...

      Bacana que tu tem experiência em fazer chupetas, já está craque então...
      A minha sorte foi que meu irmão também tinha os cabos no carro dele.

      Quanto a outro tipo de chupeta... nem lembro se rolou, se eu fiz ou recebi, se ambos fizeram, enfim foi tudo tão rápido que nem levei em consideração... hahaha.
      Forte abraço!

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  4. Nunca fiz uma chupeta, não saberia fazer, nunca precisei, e odeio pegação egoísta. ( minha humilde opinião).

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    1. Bacana que nunca tenha precisado...
      Pegação egoísta é algo chato, mas acho que fiquei com receio e meio nojo dele, quando ele disse que havia ficado com um garoto no dia anterior.
      Forte abraço!

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  5. a necessidade é a mãe da invenção...

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