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sábado, 22 de outubro de 2016

Amizade que se foi....

Há anos atrás, a gente havia se conhecido através de um amigo em comum, e assim criamos um vínculo de amizade bacana.
Ele havia se recuperado recentemente de uma depressão devido a perda de sua mãe, no qual nunca entrei em detalhes sobre este fato.
Por mais que morávamos em cidades diferentes (40 km de distância), estávamos sempre em contato, formamos um grupinho e sempre estávamos juntos nas baladas da vida.
Em determinada época, nos afastamos por conta da faculdade, e um dia em que fui em sua casa, ele  jogou algumas indiretas dizendo que era afim de mim, que sempre quis ficar comigo. Eu ignorei, afinal no tesão as pessoas são capazes de tudo, até apelam, e pra mim, em determinado nível de amizade, se torna até estranho "xavecos", pelo menos eu me sinto mal.
Como se não bastasse o meu "não', ele surge pelado no corredor, insistindo para termos algo, no qual deixei claro que nada rolaria, e passado este momento, nossa amizade não mudou nada, embora o contato era mais por telefone.
Ás vezes, ele me convidava para irmos em outra cidade paquerar as pessoas no WC, no qual nunca fui, visto que nunca tive interesse em fazer a "linha banheirão".
Em suma, mesmo sabendo do meu atual namoro, em uma ligação ele deixa claro que gostaria de ficar comigo, e relembrando nossos rolês juntos em minha moto, ele dizia que sentia muito tesão em me encoxar, que por sinal nunca percebi estas intenções dele, e já havia mais de 05 anos que nos conhecíamos.
[Mais uma vez, me surpreendi com a amizade], por não respeitar meu momento de relacionamento e partirem para cima de mim.
Depois disso, naturalmente nos afastamos, às vezes, eu puxava assunto pelo Whatsaap, até que perdemos o contato, e como não tenho facebook, nada sei da vida alheia, e usando o face de meu boyfriend, estes dias resolvi fuçar a vida deste meu amigo e para minha surpresa em sua página constava a mensagem "Em memória de ... " 
Fiquei perplexo, triste e chateado comigo mesmo, pois infelizmente ele se foi, não sei quando e como ele faleceu, embora sei onde o irmão dele mora, mas me sentiria mal e ir até lá para questioná-lo...
A questão é, ás vezes damos importância para coisas tão insignificantes, nos quais aqui na terra não somos porra nenhuma. 
Acho que fui radical com ele, embora nos afastamos por vivermos momentos diferentes e ambos tiveram esta atitude de se distanciar.
Mas de alguma forma, me sinto responsável...
Compreender as pessoas não é uma tarefa fácil, mas temos que medir esforços.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Amizades fúteis

Entender o ser humano é desafio que não cabe a nós nem tentar compreender, pois é perca de tempo.
A propósito, o que leva uma pessoa que você considera amigo/ colega enfim, inventar fatos, acontecimentos no qual o coitado não fez porra nenhuma.
Dizer que comprou algo de marca/ grife, porém não comprou porra nenhuma, só ficou na vontade...
Entrar no face dos gostosões e afirmar que já ficou com eles, porém o "bonitão" nem sabe de sua existência, fato ilusório.
Ouvir e fingir que acredita é uma opção que acaba desgastando, às vezes é necessário ser radical e afastar deste tipo de pessoa.
Já tive ficantes que só eram bons para o sexo, fora isto, não tinham nenhuma serventia.
É absolutamente normal e bacana compartilhar vitórias, conquistas, desde que sejam verdadeiras, porém muitas pessoas não se dão conta de que uma amizade bacana depende muito da sinceridade, de atitudes simples, francas, verdadeiras e humildes.
A moda é ostentação, e quando não há o que ostentar, sempre inventam um pretexto, mas deste assunto eu entendo, sei de todas as artimanhas.
Não tenho boas lembranças da época em que fui soberbo, principalmente na adolescência, já tive [várias atitudes] toscas na intenção de surpreender as pessoas, eu vivia de aparências.
Mas com o tempo vem o amadurecimento, embora nem todos amadurecem, além disso a convivência com a simplicidade e humildade de meu boyfriend me ajudou muito.
Aliás, quem nunca agiu desta forma, ou presenciou estas futilidades... Faz parte da difícil tarefa da convivência.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Exercendo a falsidade

Ao convivermos em sociedade temos opções de escolhas nas amizades conforme afinidades, e assim formamos nosso grupo na escola, faculdade, entre vários outros locais, porém no trabalho estamos condicionados a conviver em equipe e lidar com aquele companheiro (a) no qual tem dias que você não aguenta vê-lo ou ouvir-lo.
Há pessoas inconvenientes de todo tipo, preconceituosos, curiosos, intrometidos, fofoqueiros, entre vários outros pontos negativos.
Causar desavenças em uma equipe em que convivemos 9/ 10 horas no mesmo ambiente não é viável, seria desgastante, estressante e o jeito é " aguentar a seco", exercer a falsidade fazendo de conta que está tudo bem, embora às vezes as atitudes são óbvias de que nem sempre é possível suportar.
Lidar com a diferença é um desafio e exige muito de cada um de nós, tem dias que isso tira o humor de qualquer um....
Há quem diga e garante ser 100% sincero, algo quase que impossível, mas cada um responde por si.
Nem sempre sinceridade é o melhor caminho.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Amizade colorida

Estudo aponta que sexo entre amigos pode fortalecer a amizade, não colocando a amizade em risco. Em 50% dos casos engataram um namoro com o suposto amigo.
Fonte: [yahoo noticias]

Embora a pesquisa tenha sido direcionado aos héteros, independente da condição sexual, cada caso é um caso, há vários graus de amizades, coleguismo, que varia de acordo com a proximidade e afinidades.
Lembrei de que até hoje só transei com um amigo gay na adolescência, que por sinal era meu grande e melhor amigo por quem eu era muito afim, fato que não mudou nada em nossa amizade. Coisa de adolescentes...
Já na fase adulta, sempre busquei não misturar as coisas, mas ninguém é de ferro, sendo assim acabei caindo em tentação e fiquei no total com 02 amigos, embora rolou somente pegação, preliminares, nada de sexo, pois o sexo é algo "profundo", para rolar com um amigo, algo que julgo desnecessário.
Era difícil eu resistir os colegas héteros da faculdade, e do trabalho, minha mente pervertida me deixava puto de tesão, entretanto jamais demonstrei algo, era um tesão ocultoafinal o respeito é fundamental.
Conforme a amizade, nem rola tesão e muito menos clima, mas alguns nem levam isso em consideração e xavecam, seja na intenção de realizar seus desejos ou até mesmo carência, e foi por esses motivos que dei um fora em 05 amigos/ colegas, que por sinal, não faltaram com respeito e entenderam o meu "não", apesar de insistirem em certas oportunidades.
Mas nem todos têm esse respeito, e foi por esse motivo que há 04 meses atrás, parei de falar com um amigo, pelo fato de que ele mesmo sabendo do meu atual namoro, se ousou a querer [ficar comigo novamente].
Se ambos querem, e estão cientes de que não vai mudar na amizade, devem sim se entregar ao outro, caso contrário, acho melhor não arriscar, pois uma amizade vale muito mais do que uma simples "foda".

sábado, 12 de maio de 2012

Decepção com amizade!

É tão fácil ter conhecidos, colegas, mas amizades verdadeiras andam tão escasso, às vezes penso que o erro está em mim, por ser um pouco seletivo nas amizades, mas estou ciente de que quem muito escolhe fica sem amigos, portanto eu não estou exigindo qualidades, quero apenas afinidades, pois para rolar uma boa amizade tem que haver um certo encaixe, afinidades na maneira de ser, agir e pensar, tem que haver uma sintonia inexplicável, pois naturalmente boas amizades brotam, florescem e dão bons frutos, desde que haja dedicação de ambas as partes...
Dedicação... Essa qualidade eu tenho de sobra, me dedico aos amigos, e muitas vezes não há reciprocidade, mas evito cobrar isso em troca, pois já cansei de me frustar, busco agir naturalmente, mas a falta de reciprocidade, infelizmente magoa, e naturalmente me isolo, mantenho apenas contato, a amizade não é como antes.
Assim que nos conhecemos ficamos na pegação, com o tempo nos tornamos amigos, e mesmo que anos depois ao visitá-lo fui [sua vítima nas pegações] nossa amizade não mudou nada, pois também não fui obrigado a fazer nada. Mas meses atrás ele me fez alguns convites para ir em sua casa alegando estar sozinho, eu nem arrisquei, desconfiei que nesse convite haveria algo de estranho, pois de minha parte, apenas amizades, sem desejos perversos.
Vivi uma época que eu não queria ficar com ninguém, então arrumei alguns paqueras reais e virtuais para ele, [fui seu cupido], nunca cobrei nada em troca, queria apenas ajudar ele saciar sua carência, e um belo dia  ao convidá-lo para conhecer meu ficante, ele brincou de forma pejorativa, maliciosa. Notei que por alguns minutos eu fiquei sobrando naquele lugar, pelo fato do meu ficante ter entrado na brincadeira, até que eles se deram conta da situação.
Ele nunca me chamou para sair com seus amigos, eu já convidei-o para passar o [réveillon de 2010 para 2011] com meus amigos numa balada, mesmo na época eu estando desempregado por 11 meses e estar pagando faculdade entre outras dividas em dia, eu emprestei para ele R$50,00, meses depois até falei com ele [sobre a dívida] mas nada adiantou.
Mas eu tenho as minhas necessidades, essa divida que ele tem comigo, me ajudaria comprar o material do meu Inglês, e cobrar alguém é uma tarefa constrangedora, e para não ser indelicado, no início deste mês eu resolvi cobrá-lo por MSN e sua resposta foi que estava sem dinheiro, só terá no dia 15, e logo em seguida foi falar da balada que tinha ido com amigos, enfim pelo jeito nem se propôs a pagar.
Semana passada ele comemorou seu aniversário na casa de um colega que temos em comum, mas ele nem me convidou, apesar de que o convite deveria partir do nosso colega em comum, por ser o dono da casa.
Quando chamava para sair comigo de moto, ele se esquivava, demonstrava que se fosse de carro ele iria. Quanto a isso, pode ser normal, afinal eu gosto de pilotar moto, mas detesto garupa de moto, tenho pavor e medo, pode ser que ele não goste, apesar de já termos andado muito. Depois de suas desculpas eu nunca mais chamei ele para sair comigo de carro, mas ontem ao chamá-lo para ir comigo no shopping, de forma indireta ele quis saber do que eu iria, e quando falei que eu iria de moto ele se esquivou...
Fico na dúvida, às vezes desconfio que ele seja interesseiro, apesar de que posso estar enganado, mas já havia me afastado um pouco dele, ultimamente nosso contato é apenas por fone, quando ele me liga ou por MSN, pois juntando tudo eu notei que por mais legal que seja uma amizade, nem sempre compensa se dedicar quando não há reciprocidade, seria chato me afastar de um amigo bacana por apenas $50,00, amizade vale mais que isso, mas  nesse caso há alguns comportamentos dele que me decepcionaram...
O melhor que tenho a fazer é ficar na minha, me manter distante, fazer dele apenas mais um colega.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Lembranças dos Franceses

Dizem que onde se ganha o pão, não se come a carne, e já que eu jamais teria a coragem de arriscar ou cair em tentação com um colega ou companheiro de trabalho, eu apenas admiro discretamente.
Desde a  primeira que vi na empresa aquele garotão de 24 anos, loiro, de olhos azuis, com estatura alta, corpo naturalmente esbelto, com uma barriga sexy, eu fiquei "impressionado" com aquela perfeição, me surpreendi com aquele tipo de beleza.
Ao ouvi-lo se comunicando, percebi que ele falava o idioma português de maneira um pouco enrolada, até que fui informado que ele era francês, morava em Paris e estava como trainee no Brasil.
Sua voz grossa, sua feição de [nerd], seu jeito cativante e elegante de ser me impressionava de tal forma que não tinha como eu evitar olhar aquele corpo. Não tínhamos contato profissional, apenas nos cumprimentávamos timidamente quando cruzávamos pelos corredores.
Ela apenas nasceu no Brasil, naturalizou-se como francesa, e há 3 anos está trabalhando na filial aqui do Brasil. Quando eu a vi pela primeira vez, achei ela uma garota comum, porém a convivência me fez admirar sua inteligência, sua experiência de vida com tão pouca idade, afinal com apenas 26 anos de idade já morou em vários países, além de ter um humor cativante, ser extrovertida, alto astral, tem uma maneira de levar a vida que nos possibilitava rir o tempo todo.
Nossa relação profissional aumentou, afinal fui treinado por ela,e sem querer, quando conversávamos, ao olhar em seus olhos esverdeados, eu sentia desejos de tocar naquele rostinho, além de querer sentir seus lábios. Não era um desejo incontrolável, mas era um desejo que sempre se repetia.
Através dela eu tive maior contato com o francês, e as poucas vezes que fui embora de carona com eles eu sentia perdido quando eles usavam o francês na comunicação, além de eu ficar sem reação, por estar  diante de duas pessoas de sexo oposto, mas que me despertava desejos.
Quando ele pronunciava meu nome com aquele sotaque, eu ficava pasmo e ao mesmo tempo seduzido.
Porém a vida é inconstante, novos rumos são traçados, mudanças ocorrem, com o término de seu contrato, hoje retornou ao seu país de origem, infelizmente nunca mais o verei.
Ele cativou muita gente, fez muitos amigos, curtiu a vida, viajou para vários lugares do Brasil, "ficou" com muitas brasileiras, como diz meu colega, muitas garotas tiveram a chance de conhecer a "torre eiffel" do francês, afinal ele fez sucesso em seus 18 meses no Brasil.
Mesmo que eu não tenha ido em sua festa de despedida no fim de semana, hoje eu fiquei surpreso quando me deparei com seu e-mail de despedida, afinal tivemos tão pouco contato, e esse pouco foi o suficiente para lembrar de mim e obviamente de meu nome.
A despedida foi apenas com um aperto de mãos, um "tapinha" nas costa, além de desejar-lhe sucessos no seu regresso a França, mas a minha vontade era de abraçar-lhe fortemente mas seria constrangedor,pois nem tínhamos intimidade.....
A francesa foi transferida  para outra filial da empresa, mas ainda teremos contato por fone, comunicador instantâneo interno, apesar de que o ambiente já não tem a mesma alegria que ela proporcionava.
De fato as pessoas nunca vão só, sempre levam um pouquinho da gente e deixam um pouquinho de si.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Vizinho gay

Ele é um coroa, tem entre 40 à 48 anos, mora sozinho, é simpático, tem uma vida financeira estável, é cordial com todos que convivem.
Mora quase de frente com a minha casa, mas temos pouco contato, visto que o muro juntamente com o portão fechado de casa não me permite ter uma visão do que ocorre na rua, e coincidentemente, sempre que estou saindo ou chegando, eu lhe vejo na frente de sua casa lavando o carro ou recebendo visitas.
Suas visitas incluem garotões bonitos, malhados, até me surpreendi quando vi o frentista do posto que eu paquero em sua casa, entregando o carro ao coroa, eu suspeitei da atitude, mas gay também tem direito de ter uma boa e saudável amizade com hétero, eu não posso ser preconceituoso ao ponto de achar que eles tiveram algo...
Só não sei de que forma meus pais souberam que ele é um viúvo além de descobrirem que ele é gay, pois ele é discreto, não é afeminado...
Anos atrás, o coroa passou por mim e pelo meu amigo, meu amigo afirma que já foi cantado no ponto do ônibus pelo coroa... Óbvio que ao me ver com meu amigo,o coroa tenha deduzido algo sobre mim...
Ás vezes eu via ele tomando sorvete com algum garoto, além de vê-lo passeando sozinho de carro aos redores da faculdade nos horários de entrada, intervalo ou saída dos estudantes, até desconfiava desses passeios em horários em que os estudantes estavam na rua.
Dias atrás, ao [ao passar a noite fora], assim que cheguei de manhã, lá estava o coroa lavando seu carro, resolvi trocar algumas idéias, buscando ser cordial, e papo vai e vem, ele começa a falar de suas viagens, inclusive sobre a última de Florianópolis, em que ele ficou na casa de seus familiares.
Relatou detalhes sobre a praia de nudismo que ele foi, afirmando ter visto vários garotos se chupando, um metendo no outro, ou seja, ele falava sem pudor e sem se preocupar com os termos e nem com a minha reação...
Eu tentei demonstrar espanto com o que ouvia, mas preferi não aprofundar no assunto...
Neste reveillon ele me convidou para ir com ele à Florianópolis dizendo que eu não iria ter gasto nenhum com a viagem.
Eu até fiquei animado, afinal Florianópolis é um lugar que sou louco pra conhecer, mas a minha preocupação seria a forma que meus pais preconceituosos interpretariam o fato de eu viajar com alguém que eles sabem que é gay, então ensaiei uma maneira que causasse menos impacto...
Coincidentemente no mesmo dia, eu resolvi fazer compras com meus pais, e aproveitei que estávamos sozinhos no carro, inventei que o vizinho iria viajar com duas sobrinhas gatas, e havia me convidado blá blá bla...
Até me surpreendi, afinal eles não questionaram nada, deram apoio para eu ir...
Ao comentar com amigos sobre o convite, todos afirmaram que o vizinho estava afim de mim. Tudo bem que às vezes sou tapado, não percebo quando estão afim de mim, mas nesse caso era algo fora de cogitação, afinal os garotos que já vi com o coroa, eram bem melhores do que eu, além de malhadinhos, ou seja, creio que o vizinho não estava com má intenção...
Fiquei animado, empolgado,  eu já estava fazendo planos de muita diversão, apesar de que, não saberia o que falar, caso na viagem ele questionasse algo sobre a minha sexualidade, mas provavelmente eu me abriria com ele, pelo fato de aparentemente ele ser maduro, mostrar confiança, mas caso ele quisesse algo comigo, sem chances....
Dias atrás ao conversar novamente com o vizinho coroa, ele insistiu para eu conhecer sua casa, sua piscina pra provar que tem mania de limpeza, e para não fazer desfeita, eu apenas entrei  por alguns minutos na sala, vi um retrato que provavelmente seja de sua falecida esposa, mas preferi não entrar em outros cômodos, na realidade eu queria saber sobre a viagem, e ao questioná-lo, infelizmente ele retornará de viagem na segunda feira dia 02/01, e nesse dia eu irei trabalhar.
Logo em seguida, um garoto chegou, eu inventei uma desculpa e caí fora para que ele pudesse dar atenção à sua visita...
Quando achei que eu iria ter um reveillon marcante, infelizmente não deu certo, apesar de que eu não ficaria a vontade, pois nem temos intimidade, além disso eu me sentiria deslocado na casa da família dele, mas de qualquer forma, fico na esperança de futuros convites.
Hoje eu resolvi passar em casa no horário do expediente e fiquei indignado com a mera coincidência, pois um garotão que tenho contato diário pelo fato dele prestar serviços pra empresa em que trabalho, estava entrando na casa do coroa, enfim, nem acreditei em tal possibilidade, pois eu vivo pagando pau para o garotão, mas sem expectativas, afinal ele é casado...
Espontaneamente eu fiquei chateado, com uma inveja espontânea, misturado com ciúmes, sei lá, afinal eu sempre admirei o garotão, jamais imaginaria que ele curte algo, apesar de que não há provas concretas, nem posso julgá-lo.
Não vejo a hora de estar de frente com o garotão e jogar uma indireta nele pra ver sua reação...
Como eu queria ter o dom de envolver e conquistar as pessoas...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Amigos consumidos pelo vírus da AIDS

Ontem foi o dia mundial de combate a AIDS.  Um dia que me faz relembrar das pessoas que conheci , e que infelizmente morreram jovens por consequência dessa doença.
Só restam as lembranças... Uma síntese do post publicado [no dia 02/04/11]


Cazuza " O tempo não pára"

Conheci o San* no trabalho, cerca de quase 10 anos atrás, ambos desconfiavam da sexualidade um do outro, porém não tivemos a coragem de assumir um ao outro, ainda mais em ambiente de trabalho, em que a confiança é rara...
Ele era muito zueira, alegre, não se preocupava muito com os outros, era bonito, pele branca, cabelos pretos tingidos, olhos bem verdes, seu olhar chamava atenção de todos no trabalho, tinha um corpo esbelto, sorriso perfeito, as garotas sempre paqueravam-o, quando ele falava que era gay, elas nem acreditavam... Depois de alguns meses tivemos afinidades e nos tornamos amigos.  
De fato eu não tinha amigos gays na época, por ter me mudado recentemente na cidade, e através dele, conheci o J*, seu melhor amigo,  tivemos afinidades e nos tornamos amigos.
Alguns meses depois o San* foi demitido da empresa, e foi trabalhar no shopping. Ás vezes eu e o J* iamos no shopping após o expediente do San* , e ficávamos zuando, rindo falando bobagens, e através do San* eu conheci seu amigo de trabalho, o Re*, um garotinho baixinho, de olhos verdes, um pouco mau cuidado e timido, na época ele tinha acabado de terminar o namoro com uma garota para assumir-se gay perante a sociedade......
Em um sábado em que nós 4 estávamos papeando, o San* queria ir numa boate na cidade vizinha, eu fiquei muito afim de ir, afinal seria a 2ª vez que eu iria numa boate...
Embora fosse fora de hora, pegamos o bus rumo a casa do San* em um bairro distante mas até eles se arrumarem ja passava da meia noite, já não havia mais onibus para irmos á cidade vizinha, e o San* sempre sem noção, deu a idéia de pedirmos carona na estrada, eu muito medroso neguei, mas o J* e o Re* insistiram, portanto eu não tive outra saída, a não ser acompanhá-los.
Eu torcia para que ninguém nos desse carona, afinal tinha muito medo de ser roubado no percurso ou até mesmo assassinado.
Portanto ficamos da 01:00 h até 02:30 hrs da madruga na estrada, e como não obtivemos êxito, voltamos para a casa do San* e na monotomia de não ter nada para fazer, sem sono, cujo o primo do San* estava dormindo, resolvemos jogar o jogo da verdade... E mesmo assim estava monótono, e 4 adolescentes juntos, descobrindo a sexualidade coisa boa não poderia sair....
Tivemos a idéia de rodar o controle remoto da TV na mesinha de centro, e para quem o controle mirasse teria que rolar sexo. Eu agitei bastante, pois no quesito agitar eu sempre fui bom...
Embora fossemos todos amigos, cujo nunca me via fazendo algo com um deles, já que eu estava naquela situação, quem  mais me despertava curiosidades era o San*, portanto ao rodar o controle remoto, saiu o San* junto com o Re*, e automaticamente eu com o J*.
Fomos todos para a garagem,  no escuro realizar o ato sexual, cujo, e mesmo que eu tinha agitado, na época, eu meio timido, retraído, sem experiência, sentei no sofá da garagem e inventei que eu estava com sono e  passando mau , o J* ainda insistiu algo comigo, mas não conseguiu nada, pois eu me sentia deslocado em fazer aquilo entre amigos...
Enquanto isso o San* estava mandando brasa no Re*, cujo o J* sozinho naquela situação, foi participar, ou seja, fizeram uma orgia. O San* revezava com o J* para pegar o Re* de 4 na garagem...
Eu fiquei fingindo estar dormindo, mesmo no escuro eu assisti toda a cena sentado no sofá da garagem...
Terminado o ato, o Re* foi embora, e no dia seguinte viemos embora...
A amizade continuou a mesma, nada mudou entre a gente. Nosso contato durou por uns 8 meses, pois com o tempo, o que é natural, fomos todos nos afastando, afinal seguimos caminhos diferentes, e o tempo não pára, surgiram novas amizades, raramente nos víamos em algum lugar, ou nas baladas, boates...
Em suma, 
 Depois de alguns anos, descobri que o J*, falava mal de mim por trás, se era por inveja, ódio espontâneo, eu não sei, pois nada justifica, visto que sempre tratei bem, atualmente não nos falamos, por coincidência vi ele semana passada.


O Re* havia se degenerado, se corrompido de vez, não perdia tempo nas boates , vivia em Dark Roons, transava com 2 em uma noite. Não se importava com a opinião de ninguém, queria ser feliz de seu jeito.
Uma vez ele disse que iria à São Paulo com intuito de ganhar a vida como garoto de programa, pois segundo ele, iria faturar muito no mês. Às vezes via ele nas baladas, meio acabadinho, cujo eu nem o reconhecia...
Anos depois fiquei sabendo que ele morreu de AIDS.  Nem acreditei quando fiquei sabendo, afinal tão jovem... Lamentável o ocorrido, fiquei com muita dó dele...

O San* ás vezes o via nas baladas, ele havia se bombado, estava fortinho, e anos depois fiquei sabendo que ele estava morando com seu namorado...
Lembro que anos depois, a ultima vez que eu o vi, foi em seu trabalho numa clinica, cujo fui atendido por ele, mas apenas nos cumprimentamos...

Aproximadamente quase 3 anos atrás, uma amiga veio me falar que o San* havia descoberto que tinha AIDS, e 3 meses depois veio a óbito, pois ele optou por não fazer o tratamento.

Eu fiquei triste, nem acreditei, afinal naquela época, todos jovens, inocentes, inexperientes, com muitos planos, expectativas de vida, e mau podia imaginar que depois de mais ou menos 8 anos, tanto o Re* quanto ao San* iriam morrer tão jovens...

Além desses amigos, muitos afirmam que ano passado, um [garoto que eu não suportava] tenha falecido pelo mesmo motivo.


Se foi descuido, imprudência ou acidente, eu não sei, aliás isso pouca importa, nem quero julgá-los.
Eu acredito que preservativo não garante 100% de proteção, além disso, há casos que ele estoura, e ambos não percebem, ou empolgados com a situação não se preocupam, não se importam com o risco existente.
Há casos em que pessoas propositalmente fazem um pequeno furo no preservativo, ou por distraimento, insistência, esquecimento fazem o sexo sem preservativo.
Infelizmente pessoas "ainda" acreditam que as chances de contrair o vírus através de preliminares, "pegação", e até sexo oral são tão mínimas, que nem levam a sério.
PURA IGNORÂNCIA...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ódio e Admiração

Em maio deste ano ela foi transferida para a minha turma da faculdade, e se enturmar no último ano de faculdade não é  muito fácil, pois cada um já tem sua turminha, "sua panela", apesar de que, ela demonstrava não ter intenções amigáveis com a turma, e pelo fato dela ser filha de um dos diretores da faculdade, aparentemente ela não tinha humildade.
Demonstrando muita dedicação, inteligência e superioridade, a maioria dos alunos passaram a odiá-la, inclusive eu, principalmente quando alguns professores lhe davam maior atenção, e para encerrar o semestre, saiu um boato de que ela e sua amiga fariam a prova em dupla pelo fato de ter sido transferidas recentemente...
Eu, com meu gênio explosivo, não conseguindo engolir coisas erradas, me precipitei antes mesmo de ter certeza do fato e agressivamente perante a todos, eu cobrei justiça do professor, que calmamente disse que eu estava enganado.
Ela, não suportando tal situação, ironicamente justificou-se e respondeu a altura, cujo todos ficaram perplexo com sua resposta, inclusive eu, que irritado retruquei...
Depois dessa, se antes eu já não gostava dela, passei a odiá-la, não suportava vê-la em minha frente, além de achar ela uma loira descuidada, mal arrumada, chata...
Meses se passaram,comecei a trabalhar numa empresa cujo no primeiro dia, fiquei decepcionado quando vi que ela faz parte do quadro de funcionários, mesmo que somos de setores diferentes, às vezes ambos frequentam o setor do outro...
De inicio, quando via ela conversando com meu chefe, eu me sentia desconfortável, eu tinha quase certeza de que ela estaria falando mal de mim pra ele, alertando-o de que sento no fundão da sala de aula, que faço parte da turma da bagunça, que fora da empresa uso 5 piercings, enfim, tinha essa neurose, embora, o que eu sou ou faço fora da empresa pouco importa, não diz a respeito a ninguém,  mas infelizmente algumas empresas misturam tudo...
Quando cruzávamos nos corredores, ambos não se olhavam, percebia que ela tinha ódio de mim, eu já não tinha mais nada contra ela, pois já havia passado meses, pelo menos de minha parte o clima já havia esfriado, pra mim ela era neutra, já se foi o tempo que tinha rancor incontrolável das pessoas, hoje em dia tolero com mais facilidade...
Com a rotina do dia a dia, eu passei a admirá-la profissionalmente, pela postura profissional, pela aparência, maneira de se vestir, bem diferente do estilo "largado" que ela usa na faculdade.
Eu tinha um desejo de ser simpático com ela, dar ao menos um "bom dia", mas percebia que ela  não queria aproximação, até que um dia meu chefe pediu para eu ajudá-la a procurar um documento.
Ajudei com muito empenho, me fiz de desentendido e questionei sobre o documento somente para eu interagir com ela,  e depois desse dia ao cruzarmos nos corredores, ela gentilmente começou a me cumprimentar diariamente... Depois disso, tivemos poucas oportunidades de conversar profissionalmente.
Não conseguia me entender, pois eu comecei a me sentir atraído por ela. Ás vezes, passo o tempo todo na sala de aula olhando pra ela e admirando-a sua postura, sua voz, seu jeito de se expressar, até comentei com amigas que ela me desperta interesse, óbvio que fui criticado, pelo fato das garotas não suportarem ela...
Dias atrás, numa segunda feira, ao tirar xerox, ouvi no corredor uma garota dizendo que havia ido com amigos para uma boate em São Paulo, e imediatamente ouvi a voz de um garoto (cujo desconfio que ele seja gay), afirmando se era uma boate gay, a garota explicou que sim e disse que foi divertido...
Imediatamente eu disfarcei para ver quem era a tal garota que se divertiu numa boate gay, e de fato era ela...
Acredito que ela não seja bissexual, não fiquei surpreso com o que ouvi, porque hoje em dia é normal garotas irem em boates gays, que por sinal, se dão bem, por "ficarem" com garotos perfeitos...
Semana passada ao realizar serviços externo, meu chefe pediu para eu ir buscá-la em outro fornecedor caso meu horário coincidisse com o dela.
Eu fiquei eufórico, ansioso, torcendo para que nossos horários coincidisse, afinal seria a chance que eu teria de conhecê-la melhor.
Deu tudo certo, dei a carona pra ela, e fizemos o percurso de 8 km conversando sobre faculdade, trabalho, cujo fiquei admirado com seu jeito de ser, além de ter concluído que me enganei em julgá-la chata, metida, insuportável, e quando iniciamos o assunto sobre balada, infelizmente chegamos na empresa, e depois de me agradecer varias vezes, cada um foi para o seu setor... Pena que foi tudo muito rápido.
Óbvio que não estou apaixonado, é uma vontade inexplicável de tocar naquele rosto, beijá-la por curiosidade de sentir seu sabor... São vontades e desejos imprevisíveis...
Mesmo que vontade e curiosidade sejam algo passageiro, só me resta admirá-la.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Vítima do amigo...

Ontem eu estava cansado, cheguei as 7:30h da manhã de uma balada chata cujo as horas dentro daquele ambiente foram maçantes, porém dormi pouco, apenas um período de 4 horas e não recompus toda minha energia...
De fato domingo é o dia da preguiça, o dia em que ninguém quer fazer nada, e o nada já é cansativo...
Entrei no MSN e o [Garoto da aposta] estava on line. Fazia tempos que não teclávamos, visto que ele estava namorando, eu tinha deixado ele bloqueado em meu MSN, porém ontem desbloquiei para jogar conversa fora...
Teclamos pouco, e mesmo que a nossa aposta foi realizada ha 3 meses atrás, ele se lembrou e me cobrou, querendo que o realizasse sexualmente. Seria justo eu realizá-lo e cumprir com a minha palavra de honra, afinal eu havia perdido a aposta...
Mas eu nem quis nada, falei que ia descansar e bloquiei-o no MSN, pois eu realmente estava cansado, além disso, ele nunca havia me cobrado anteriormente, e se ele terminou o "namoro" recentemente e agora está afim, problema é dele, não é porque ele estalou os dedos que irei sair correndo, as coisas não são tão simples assim...
Tudo bem que ele tem um corpo malhado, escultural, com tudo no lugar, mas eu tenho que aprender a ter o controle de meus desejos, afinal há 14 dias atrás eu fiz uma [sacanagem], e não quero ser um puto, galinha, um ser volúvel que vive na promiscuidade, isso não é do meu feitio, e me preocupo muito com a minha reputação, embora ninguém ficaria sabendo, mas eu não me sentiria bem comigo mesmo... Também não busco namoro, quero apenas viver uma vida coerente, sem me apegar em sacanagens...

E assim sendo fiquei curtindo meu domingo na boa, porém a noite o meu grande amigo [Dan*] me convida pra ir em sua casa, pois ele estava sozinho e precisava conversar....
De fato fazia meses que não nos falamos pessoalmente, tanto assunto para por em dia, pois MSN é algo monossílabo, não dá pra ter um diálogo detalhado, eu precisava saber como ele estava, como foi sua viagem de férias, como foi a sua demissão e como anda o flerte com o seu ficante que me xavecou pelo MSN...
Saí de casa todo lagardão, chinelão no pé, camiseta , e calça moletom  porém eu fui com um mal pressentimento, pois sei que o Dan* é safado, não pensa duas vezes quando está com tesão, e mesmo que há um ano e meio atrás, no início de nossa amizade já havia rolado "pegação" três vezes, com o passar do tempo, a nossa amizade se fortaleceu de tal forma que evitei sacanagens novamente...
Mesmo assim eu fui visitá-lo, crendo que seria coisa de minha mente, que ele jamais agiria com safadeza para cima de mim.
Ao chegar em sua casa fomos para o seu quarto ver no notebook as fotos de suas férias no nordeste e colocamos os papos em dia...
Porém depois de 1 hora de papos, quando ele fechou as fotos, havia um filme erótico em pausa, cujo ele disse que estava assistindo... Eu me levantei para ir embora, mas ele pediu para eu assistir com ele...
Eu estava zen, de boa, porém ele foi comentando as cenas do filme, e imediatamente pegou em meu pau, querendo saber como eu estava diante aquelas cenas...
Óbvio que eu estou vivo, eu sou ser humano, não tinha como não ter reação diante as cenas do filme, porém eu me senti indefeso, fragilizado diante aquela situação, eu já nem sabia o que eu queria, já estava possuído pelo maldito tesão.
Ele foi abaixando meu moletom, me beijando, além de ter degustado, saboreado aquilo que ele queria... Fui pouco recíproco, devido as circunstancias, e assim trocamos carícias, toques. Tudo foi muito rápido, até que ele chegou ao ápice, e imediatamente eu vim embora...
Eu não gosto desse tipo de intimidade com amigos, já recusei propostas indecentes, não sei separar as coisas, mas dessa vez devido ao filme, a situação foi envolvente, não resisti.
Ainda bem que nossa amizade não muda, pois ele tem maturidade, já está acostumado em "pegar" outros amigos... Eu não me arrependo, e nem irei me lamentar, foi algo de momento, de impulso, hoje já é outro dia...
Quanto mais eu corro das "tentações", mas oportunidades eu tenho... Dai-me forças e resistência contra a perversão...

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cafetão voluntário...

Ando numa fase de sossego, em que não busco sexo, por motivos pessoais,  mas oportunidades "tentadoras" não me faltam, sempre surge alguém que até vale a pena ter alguns momentos de prazer, mas não tenho o dom de ser "galinha", pois promiscuidade vicia e prezo boas atitudes, e me valorizo acima de tudo...
Óbvio que não sou perfeito e não sou de ferro, tem dias que é foda, aliás todos os dias estão foda, mas tenho  que manter o controle da situação, há maneiras de amenizar o tesão e eliminar os desejos momentaneamente...
Mas o que eu ganho evitando ficar com todos garotos?
Sei que perco boas chances de prazer, mas sexo não é tudo, sei que ninguém se preocupa com princípios, valores, com boas atitudes e bons comportamentos.
Hoje em dia isso nem faz diferença, mas independente disso eu sou assim, eu sempre agi assim, e fico com a consciência tranquila, além disso me preocupo muito com minha imagem, postura, embora sempre haverá motivos para as pessoas falarem mal...
Já que muitos querem e buscam sacanagens, eu tenho mania de agir como um "voluntário cafetão", e assim eu ajudo os amigos, embora nem sempre eu ganho algo em troca, nem sempre sou recompensado pelas atitudes recíprocas, prefiro nem cobrar, faço o que faço pelo simples prazer de ajudar os amigos que merecem...
Em baladas, a minha satisfação é dançar a noite toda, sem pretensões, além disso eu sinto prazer em "arrumar" alguém para meus amigos, vibro quando observo que eles "ficaram" com o garoto que eles desejavam, eu me sinto realizado. ..
Além disso, tenho hábito constante de apresentar um amigo à outro amigo, aumentar os círculos amigáveis, cujo já resultou em namoros entre eles, nos quais, eu fui o "elo", a ponte de ligação do relacionamento...
Portanto se eu não quero sacanagens com ninguém, há quem queira, e meus amigos não perdem oportunidades, sempre estão em busca de prazeres momentâneos, porém não sou egoísta, e vivo passando contatos de MSN de alguns garotos para eles e assim sendo, marcam algo real, e se realizam....
Porém esses dias quando o [Dan*]  relatou que havia ficado com um garoto que eu havia lhe passado o MSN, espontaneamente fiquei com ciúmes, pois o garoto apesar de ser bonito e gostoso, eu evitei conhecê-lo, porém se eu não quis, outros quiseram, nada mais justo, nem posso reclamar...
Alguns paqueras eu deixo em "banho maria", inclusive um garotão de 29 anos, que parece ser  bacana, de boa aparência, cujo até trocamos alguns torpedos, porém hoje ele foi insistente e não quero algo real, e sem ele saber eu resolvi compartilhar e ajudar novamente o meu amigo Dan*.
E ao passar o MSN do garotão para o Dan* eu me surpreendi, pois o Dan* disse que o garotão é o seu atual ficante...
Fiquei sem reação, pedi desculpas a ele e expliquei a situação, e sai imediatamente do MSN... Embora eu não estava tendo nada com o garotão e nem iria ter algo tão cedo, mas notei que o Dan* se decepcionou com o seu ficante, pois mesmo que não estavam namorando, ele já havia comentado desde o mês passado, que está curtindo um garoto, mas eu jamais imaginava quem era o seu ficante...
Sei que o Dan* não ficou chateado comigo, pois ele sabe que raramente apronto algo, porém foi constrangedor para ambos, embora o Dan* também seja "galinha"... 
Que mundo pequeno, já beneficiei vários amigos com esse meu dom de "cafetão", porém dessa vez a situação foi complicada....

quinta-feira, 21 de julho de 2011

As Amizades mudam...

Os anos vão passando, consequentemente vou amadurecendo e vou aprendendo a entender melhor as pessoas.
Ontem foi o dia do amigo, e coincidentemente resolvi deixar o orgulho de lado, e ao levar meus sobrinhos embora, ao retornar, eu resolvi visitar  o [ Fe* ], um grande amigo do passado.
Conversamos de vez em quando por MSN, porém nossa amizade já não é como antes, embora ultimamente nosso contato virtual aumentou, e ontem a minha visita fortaleceu nossa amizade, visto que não nos falávamos pessoalmente já fazia mais de um ano...
Lembro-me de fatos ocorridos em 2007 como se fosse hoje. Ambos com medo um do outro, não tínhamos coragem de encontrarmos no real, porém só mantínhamos contato via MSN, onde os papos sacanas, se transformaram em confidenciais, pois aos poucos ambos foram criando confiança, e meses depois marcamos de nos conhecer, e nos tornamos grandes amigos pelas afinidades que tivemos.
Logo depois compramos nossas motos iguais, e levei-o pra conhecer as baladas GLS...
Acho que um dos motivos que nos afastamos foi o fato de eu não gostar de seu melhor amigo, que por ventura é seu chefe e atual ou ex ficante, e como eles andam grudados, naturalmente nos afastamos...
Enfim, os anos passam, as pessoas mudam, percebi que não somos obrigados a mantermos o mesmo ritmo de amizade, pois temos a tendência de seguir novos caminhos, expandir nossas amizades, cujo alguns se identificam com outros, se enturmam com novos amigos e os "velhos amigos" vão ficando pra segundo, terceiro plano. Infelizmente é assim que muitos agem....
Atualmente isso é normal, cada um age da maneira que achar melhor, que sente bem, para muitos o importante é estar bem consigo mesmo, o resto é resto...
Eu tenho que parar de criar expectativas e esperar atitudes das pessoas para evitar frustrações e decepções, pois manter amizades não é algo fácil, exige manutenções constantes, porém devo exigir menos e esperar menos reciprocidade das pessoas. 
Devo ser mais tolerante, e às vezes menos orgulhoso em certas situações, pois conclui que o nosso bate papo de ontem foi bacana, e não adianta guardar mágoas pelas atitudes alheias, afinal o orgulho  impossibilita a continuidade de uma amizade...

Esse slide, refleti certinho a amizade.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Amizade não tem preço.

Dia 12 fez 1 ano de amizade com o Dan*. Tudo começou num encontro de NET, cujo o interesse era apenas sacanagens, nos quais ficamos duas vezes, onde rolou de tudo, menos sexo... Foi bacana, cujo ambos se satisfizeram.
...
De inicio, ele até queria aprontar mais vezes, mas de fato eu não queria misturar nossa amizade, não acho bacana amizade colorida, comigo isso não rola...
Com o tempo notamos nossas afinidades, cujo nossos comportamentos e maneira de pensar semelhantes nos tornaram grandes amigos.
Fomos nos aproximanto e nos tornamos grandes amigos, apesar da falta de tempo, cujo nao nos vemos sempre, mas sempre estamos papeamos por fone, MSN, cujo temos a liberdade de falar de tudo, desde assuntos familiares, sexuais, paqueras, ou seja, temos assuntos confidenciais, cujo ambos confiam um no outro, ele é o único que me confio totalmente.
Eu nunca questionei aos meus amigos quais são suas opções sexuais, até porque nem tenho interesse em saber, pois cada um tem sua intimidade, sua particularidade, em que só é revelada espontaneamente, cujo alguns amigos até falam sobre isso, uando sentem-se à vontade pra falar, ou até mesmo contar detalhes sexuais de uma transa casual, afinal normal esse papo entre amigos.
Todo esse período desempregado, quando aparecia vagas na empresa em que ele trabalha ele sempre me avisava, cujo participei de duas entrevistas, mas infelizmente eu não fui contratado, mas percebia que seu interesse em me ajudar era verdadeiro, ele realmente queria me ajudar...
Portanto ele sempre se garantiu ser ativo, dizendo que não sentia prazer em ser passivo, apesar de que sempre admitiu gostar muito de fazer sexo oral, portanto casualmente eu fiquei sabendo através de colegas e paqueras em comuns, em que o Dan afirma não ter  preferências sexuais, que curte já foi muito passivo, cujo achei isso absolutamente normal, afinal entre 4 paredes cada um faz o que quer, o que sente desejos e tesão, e ser ativo ou passivo não fará ninguem mais homem ou menos homem que ninguém, mas eu fiquei chateado pelo fato de não parecer que ele confia em mim totalmente, sendo que comigo não há frescuras, eu falo tudo pra ele sem nenhuma encanação, e pra que mentir? Pois omitir é até aceitável, pois é quando não queremos falar, mas ele espontaneamente falava das opções sexuais de maneira mentirosa.
Portando, passamos o [ reveillon numa boate ]. cujo ele estava sem dinheiro para ir, e mesmo eu estando desempregado emprestei $50,00. cujo ele acabou sendo roubando dentro do dark roon.
Embora ele sempre prometeu me pagar, nos vimos poucas vezes, cujo em fevereiro, mesmo envergonhado, sem jeito eu cobrei-o via MSN, cujo ele havia dito que me pagaria. que bastaria a gente se ver, cujo até os vimos dias depois...
Pior de tudo que se passaram mais de 4 meses, e esse mês tenho IPVA além de outras contas e $50,00 é um valor simbólico, não é quase nada, mas acho que jamais eu teria coragem de dever qualquer valor à um amigo, acho uma situação constrangedora.
Já que amizade não tem preço eu espero que ele não fique chateado comigo quando eu for cobrá-lo novamente.

sábado, 9 de abril de 2011

Revendo conceitos...

Essa semana, na correria das provas, encontro com meu amigo F*, cujo em janeiro [ postei aqui ] sobre nosso ultimo encontro visual na rua, cujo fiquei decepcionado...
De fato nessa semana estávamos na mesma fila da padaria, cujo o cumprimentei empolgado, e quando sai do mercado, ele estava no estacionamento, conversamos pouco, embora notei a mesma atenção dele de antes.
Agora darei mais atenção a ele por MSN, buscando maior contato, mas é óbvio, que amizade tem que haver reciprocidade, e nem devo levar em consideração os pequenos motivos que nos afastaram, e mesmo não suportanto o atual melhor amigo e chefe dele, uma coisa não tem nada a ver com a outra, tenho que aprender a separar as coisas e ser menos desconfiado.
Meu defeito é a insegurança quando tenho um amigo que também é amigo de alguém que eu nao gosto, que eu não suporto, eu automaticamente me afasto do meu amigo, com medo de falsidades. de que ele passe informações de minha vida para o seu amigo que eu não gosto, pois de fato sou muito reservado.
Devo por em mente que o que houve entre a gente foi apenas um afastamento de ambas as partes, cujo faltou manutenção em nossa amizade, fato simples, que no decorrer do dia a dia surgem novas pessoas em nossas vidas, se não buscarmos matermos os velhos amigos, concerteza a tendência é amizade esfriar, afinal cada um segue caminhos diferentes, cujo a amizade continua, embora não seja como antes.
Isso faz parte, pior é quando um grande amigo nos apunhala, nos trai a confiança, quando haja falsidade, sinceramente a história é completamente outra, e em nosso caso nunca houve isso, acho que fui muito radical em ignorá-lo no passado, pois é o jeito que ele tem em ser quieto, fechado, sempre esperando uma conversa e atitude alheia.
Sei que sou meio chato e exigente com as minhas amizades, portanto certas atitudes e comportamentos me deixa magoado ao ponto de me afastar naturalmente.
Preciso entender que todos nós somos mortais, pecadores, e seres sujeitos a errar, e que ninguém é perfeito, cada um age e pensa de uma forma, e infelizmente nem todos possuem uma fidelidade na amizade, nem todos tratam uma amizade com a mesma prioridade e com o mesmo sentimento, infelizmente nem todos são recíprocos, antes de eu ser radical, preciso analisar melhor a situação.
Deve ser por isso que não tenho muitos amigos, por esperar de mais nas atitudes dos outros, que por sinal nunca superam minhas expectativas.

sábado, 2 de abril de 2011

AIDS! Essa porra mata!!

Essa semana, não sei por qual motivo, eu relembrei do pequeno grupo de amigos que fiz parte há uns 8 anos atrás, cujo permanecemos com contato por aproximadamente 7 meses... E o tempo não pára, cada um seguiu sua vida, seu destino...
Conheci o San* no trabalho, ambos desconfiavam da sexualidade um do outro, porém não tivemos a coragem de assumir um ao outro, ainda mais em ambiente de trabalho, em que a confiança é rara...
Ele era muito zueira, não se preocupava muito com os outros, era bonito, pele branca, cabelos pretos tingidos, olhos bem verdes, corpo esbelto, sorriso perfeito, as garotas sempre paqueravam-o, quando ele falava que era gay, elas nem acreditavam...Depois de alguns meses tivemos afinidades e nos tornamos amigos. 
De fato eu não tinha amigos gays na época, por ter me mudado recentemente na cidade, e através dele, conheci o J*, seu melhor amigo, cujo tivemos afinidades amigáveis, e até fui em sua casa algumas vezes.
Alguns meses depois o San* foi demitido da empresa, e foi trabalhar no shopping. Ás vezes eu e o J* iamos no shopping após às 23:30 hrs quando o San* saia do trabalho, e ficávamos zuando, rindo falando bobagens, e através do San* eu conheci seu amigo de trabalho, o Re*, um garotinho baixinho, de olhos verdes, um pouco mau cuidado e timido, pois tinha acabado de terminar o namoro com uma garota para assumir-se gay perante a sociedade......
Em um sábado em que estávamos nós 4 papeando, o San* queria ir numa boate na cidade vizinha, eu fiquei muito afim de ir, afinal seria a 2ª vez que eu iria numa boate...
Embora fosse fora de hora, pegamos o bus rumo a casa do San* em um bairro distante, e ao chegarmos, seu primo já estava dormindo, portanto até eles se arrumarem ja passava da meia noite, portanto não havia mais onibus para irmos á cidade vizinha, portanto o San* sempre sem noção, deu a idéia de pedirmos carona na estrada, eu muito medroso neguei, mas o J* e o Re* insistiram, portanto eu não tive outra saída, e fui também.
Eu torcia para que ninguém nos dasse carona, afinal tinha muito medo de ser roubado no percurso ou até mesmo assassinado.
Portanto ficamos da 01:00 h até 02:30 hrs da madruga na estrada, e como não obtivemos êxito, voltamos para a casa do San* e na monotomia de não ter nada para fazer, sem sono, resolvemos jogar o jogo da verdade... E mesmo assim estava monótono, e 4 adolescentes juntos, descobrindo a sexualidade coisa boa não poderia sair....
Portanto tivemos a idéia de rodar o controle remoto da TV na mesinha de centro, e para quem o controle mirasse teria que rolar sexo. Eu agitei bastante, pois no quisito agitar eu sempre fui bom...
Embora fossemos todos amigos, cujo nunca me via fazendo algo com um deles, já que eu estava naquela situação, quem  mais me despertava curiosidades era o San*, portanto na rodada do controle, saiu o San* junto com o Re*, e automaticamente eu com o J*.
Fomos todos para a garagem,  no escuro realizar o ato sexual, cujo, mesmo que eu tinha agitado, na época, eu meio timido, retraído, sem experiência, sentei no sofá da garagem e inventei que eu estava com sono e  passando mau , o J* ainda insistiu algo comigo, mas não conseguiu nada, pois eu me sentia deslocado em fazer aquilo entre amigos...
Enquanto isso o San* estava mandando brasa no Re*, cujo o J* sozinho naquela situação, foi participar, ou seja, fizeram uma orgia. O San* revezava com o J* para pegar o Re* de 4 na garagem...
Eu fiquei fingindo estar dormindo, mesmo no escuro eu assisti toda a cena sentado no sofá da garagem...
Terminado o ato, o Re* foi embora, e no dia seguinte viemos embora...
A amizade continuou a mesma, nada mudou entre a gente. Portanto com o tempo, (o que é natural), fomos todos nos afastando, afinal seguimos caminhos diferentes, novas amizades surgiram, e nossos contatos eram apenas visuais, quando nos viamos em algum lugar, baladas, boates...
Em suma, o Re* havia se degenerado, se corrompido de vez, não perdia tempo nas boates , vivia em dark roons, transava com 2 em uma noite. Não se importava com a opinião de ninguém, queria ser feliz de seu jeito.
Uma vez ele disse que iria à SP para ganhar a vida como garoto de programa, pois segundo ele, iria faturar muito no mês. Às vezes via ele nas baladas, meio acabadinho, cujo eu nem o reconhecia...
Anos depois fiquei sabendo que ele morreu de AIDS.  Nem acreditei quando fiquei sabendo, afinal tão jovem... Lamentável o ocorrido, fiquei com muita dó dele...
O J*, anos atrás, ao comemorar meu aniversário num barzinho, a gente se viu por acaso, cujo ele se juntou com a galera, e quando virei as costas ele começou a falar mau de mim na mesa, e quando eu retornei, todos queriam me levar para outro lugar... Eu fiquei sem entender o motivo, e fomos todos para outro local, deixando o J* sozinho no barzinho. Foi aí que a galera havia me dito que o J* era falso comigo, que ficou tentando jogar todos contra mim...
Eu nem acreditei, fiquei com muita raiva, afinal mesmo que não tinhamos mais contatos, eu não imaginaria que ele fosse falso a esse ponto, pois sempre lhe tratei bem... Depois disso, sempre via ele na rua, mas nunca mais nos falamos, afinal depois daquele dia preferei não ter mais amizades com ele...
O San* ás vezes o via nas baladas, ele havia se bombado, estava fortinho, e anos depois fiquei sabendo que ele estava morando com o namorado...
Lembro que anos depois, a ultima vez que eu o vi, foi em seu trabalho numa clinica, cujo fui atendido por ele, mas apenas nos cumprimentamos...
Meses depois que eu o vi, cerca de quase 3 anos atrás, uma amiga veio me falar que o San* havia descoberto que tinha AIDS, e 3 meses depois veio a óbito, pois ele optou por não fazer o tratamento.
Disseram que em seu velório, além dos amigos não se conformarem o seu namorado estava em estado de choque.
Eu fiquei triste, nem acreditei, afinal naquela época, todos jovens, inocentes, inexperientes, com muitos planos, expectativas de vida, e mau podia imaginar que depois de mais ou menos 8 anos, tanto o Re* quanto ao San* iriam morrer tão jovens...
Não os culpo pela sua morte, acho que tudo é destino, óbvio que se cuidar, preservar é fundamental.
Como dizem : "AIDS, essa porra mata!", portanto, todo cuidado é pouco...

sábado, 5 de março de 2011

Cadê os amigos?

Á vezes me cobro por ser tão chato na escolha das amizades, nos quais quem procura amigos sem defeitos, termina sem amigos...
Apesar de que sempre fui de poucos amigos, ainda mais depois de algumas decepções.... Além disso pelo pouco que observo em alguns colegas gays é que a maioria só falam sobre sexo, esquemas, machos.. Puxa! Tem que ter um mix, variar no conteúdo, nos assuntos, há tantos assuntos bons e diferentes para se falar, e ouvir isso constantemente cansa, enjoa, irrita...
Eu estava animado para pegar uma baladinha hoje, apesar do dia chuvoso, eu estava afim de ver pessoas diferentes, dançar eletrônica, psy, até não sentir mais os pés, buscar esquecer que é carnaval... Dei até um trato no cabelo, mas só fiquei na vontade, não arrumei companhia para ir... Às vezes me sinto sózinho e hoje tive a conclusão disso...
Preciso buscar novos colegas de baladas urgente...,O Dan raramente vai pra boate, o Fa* namora e está doente, o Li* está viajando para casa da familia, o Le*, Ale*, Ri* da cidade vizinha não estavam afim, enfim, notei que se eu ficar na dependência apenas dessas pessoas, sempre ocorrerá o que ocorreu hoje, ficarei sem sair, apenas na vontade...
Sair sozinho nem pensar.... Me dá impressão que todos ficam me olhando, me observando, e além disso, gosto de conversar com amigos, rir, zuar... A 1ª e última boate que eu fui sozinho, eu até arrisquei, fiz algo que não tenho hábito, pois notei  na fila de entrada que um garoto também estava sozinho, puxei papos e nos tornamos colegas inseparáveis dentro da boate, foi até bacana, se não fosse o fato de eu ver uma garota da faculdade que estuda na mesma sala que eu, embora sei que ela é hetero, e havia ido matar a curiosidade com seus amigos gays, cujo até pedi segredo a ela, mas quem garanti que ela não contou a ninguém? Que se foda!
Apesar de que colegas de baladas não é algo completo, é uma amizade bacana, cujo a interação e o contato é apenas pra balada, fora isso, cada um tem sua vida, são pessoas legais, mas que não se cria um laço íntimo, por não passar uma confiança para compartilhar segredos, pedir conselhos, e confiança não se cobra, se conquista... e amizades verdadeiras não é realizada de uma hora para outra...
Não ser assumido tem seu preço, suas restrições, pois não posso sair por aí me expondo, andando com pessoas que se expõe sem se preocupar com os outros... De fato admiro essa coragem, pois vivem independente das opiniões dos outros, fazem o que tem vontade, age como gostam, como querem, tem a liberdade de serem elas mesmas, sem máscaras ou comportamentos e posturas artificiais...
Portanto comigo é diferente, embora sei que ninguém tem nada a ver com a minha vida, mas tenho medo de que descobrem algo em relação à minha sexualidade, e se por ventura um dia minha família descobrir, gostaria que fosse pela minha boca, e não através de fofócas dos outros....
Além disso eu preciso arriscar, fazer novas amizades, ter mais amigos verdadeiros que me entendam para que eu possa compartilhar meus momentos, minhas dúvidas, pois só tenho o Dan que está quase namorando, e automaticamente isso nos afastou, além do [ Ge* ] nos quais raramente vou à casa dele... Esses eu confio e estou ciente de que são megas verdadeiros...
E assim vou vivendo... restritamente, escondidinho, solitariamente, porém ainda feliz e satisfeito com a vida, sem a necessidade de me assumir perante minha familia e/ ou a sociedade...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Buscando uma amizade diferente...

Nunca pensei sobre o assunto discutido com meu amigo por MSN sobre um cadeirante que ele tecla...
De fato eu não esteja preparado para tal situação. Óbvio que cadeirantes também têm seus desejos, tesão, embora não tenho curiosidades, e muito menos preconceito...
Entretanto é lamentável viver dessa forma, enfrentando desafios, barreiras, preconceitos, e impossibilitado de fazer muitas coisas...

Eu diz:
*e o cadeirante que tu tecla, como está a amizade virtual?
*passe o MSN dele para mim, afinal fiquei com dó e curioso para fazer amizade virtual com ele...
        Eu         diz:
*achei diferente, o que será que aconteceu para ele ficar assim?
Alê diz:
*nunca mais falei com ele, ele tem 27 anos, disse que foi acidente de carro
Alê diz:
* o MSN dele é (...)
*ele é doido pra comer um cú de gay,
*ele que fala isto, que tem curiosidades de sair com caras
        Eu         diz:
*ixe, coitado
*eu hein, to de boa quanto a isso, quero mesmo amizade, se for preciso, dou apoio emocional ...
Alê diz:
*coitado nada
*ele é safado, além de ser um loiro muito bonito, o cara é bem gato
        Eu         diz:
*não é preconceito
*mas não tenho coragem de transar com um cadeirante, tu tem essa coragem?
Alê diz:
*olha não sei te fala
*é algo diferente
*eu não sei por onde começar transar com um cadeirante
        Eu         diz:
*mas se ele tivesse já numa cama, tu com muito tesão, ae seria apenas tirar a roupa dele, ir pra cima, tu iria?
Alê diz:
*sei lá
*estranho
        Eu         diz:
*sim, infelizmente, eu não me sentiria bem, não saberia o que fazer... Deus me livre, espero que eu não esteja sendo visto como preconceituoso...
Alê diz:
*vou te fala uma coisa
*isto é um preconceito
*e vc sabe bem disto
*e querido não precisa pergunta o por que...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Inimizades...

Em 2006 meu 1º namoro com 1 menino estava prestes a chegar ao fim, pois as brigas eram constantes, além de que havia alguns colegas da parte dele, que sempre estavam aconselhando-o para me largar... De fato ele entrou no teatro e se aproximou muito de um GAROTO que ele ja conhecia e se tornaram amigos. De fato eu não gostava desse GAROTO, cujo eu tinha mega certeza de que ele influenciou o término do meu namoro, cujo semanas depois o meu namoro chegou ao fim. Esse GAROTO e meu ex namorado estavam sempre juntos, nos quais eu passei a odiar o GAROTO, evitava vê-lo, quando eu o via, ignorava-o,ou então fazia expressão de raiva, pois ele cochichava e ria, agia com ironia ao me ver, (ou poderia ser impressão minha)...
Os anos se passaram , nunca mais vi o GAROTO...
Por coincidencia  em outubro de 2010 eu estava com meu orkut fake fuçando, e encontrei orkut desse GAROTO, dei uma fuçada, notei que ele havia se mudado de cidade, e que havia retornado recentemente... Confesso que ao relembrar do que passei, e das desconfianças que tive no passado, julgando o GAROTO como autor do término de meu namoro, até senti um pouquinho de rancor ao vê-lo suas fotos...
Em suma em dezembro encontrei meu grande amigo Ge*, nos quais comentou se eu sabia que era verdade de que o tal GAROTO de repente havia falecido, portanto eu não acreditei no fato, e fiquei de dar uma resposta ao meu amigo Ge*, assim que eu soubesse de algo.
Portanto hoje eu estava a toa, resolvi fuçar se orkut, e realmente, um mês após postar suas ultimas fotos,ou seja, em novembro de 2010 o GAROTO havia falecido...
Que dor no coração ao ver suas fotos, as mensagens de seus amigos, fiquei imobilizado por alguns minutos, pasmo, afinal é muito triste me deparar com esse fato lamentável ... Quem diria que depois de 4 anos, isso aconteceria...
Agora estou com a consciência pesada, afinal eu nunca tive papos com ele, ambos não se gostavam, tinhamos nossas desavenças.... Pior que eu tinha uma mágoa do GAROTO, não esqueço fácil das coisas...

Como sou ruim, chato, insuportável, me sinto mal, me cobro por ser antipático, rancoroso, mas não tolero fofóquinhas, provocações, mancadas, disse e não disse, desprezo essas atitudes, ignoro a pessoa. 
Como posso sentir sentimentos ruins com as pessoas, afinal todos são iguais, todos têm defeitos, falhas...
Esse fato me fez relembrar de tantos outros fatos que vivenciei com outros gays....Não me enturmo fácil, sou de poucos amigos, porém amigos confiáveis, pois já fui vítima de tantas falsidades...  Gays querendo afirmar para a sociedade que sou gay, sendo que a vida é minha, se eu não sou assumido, se me consideram enrustido é problema meu, eu ajo da maneira que quero, que me faz bem,  ninguém tem nada haver com isso....
Reparo que o mundo gay é tão egoísta, com difamações, calúnias, falsidades... Óbvio que nao posso generalizar, cada caso é um caso, mas confesso que tenho traumas....
Ás vezes os traumas do passado me faz agir de formas estranhas, com muitas desconfianças, muitos falam que sou muito reservado, que tenho medo, e confesso que tenho medo de ser apunhalado, é dificil eu confiar em alguém...
Preciso mudar, não há porque eu agir desse jeito intransigente, rancoroso... Querem falar de mim? fale... Querem me difamar? Difame... Querem me julgar? Julguem... Mas acima de tudo provem algo... Demonstrem as razões óbvias para me detonar...
Apesar de que ninguém quer provas, o povo adora fofócas, são capazes de acreditar em boatos sem ao menos questionar, não duvidam de nada, preferem acreditar na primeira história que ouvem...
Por mais perfeito que tento ser, por mais correto que busco ser, sempre háverá alguém que queira me ver por baixo, que queira saber e falar de minha vida, ansiando me ver por baixo...
Mas para que tudo isso, porque essa indiferença entre os próprios gays, onde muitos querem detonar o outro apenas para ser o melhor, ser o gostosão...
De fato a vida é tão curta e tão misteriosa que o dia de amanhã pode ser o fim, e pode ser tarde...
Só peço a Deus que me perdoe pelos meus pecados, e que o GAROTO seja abençoado e iluminado...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Relato de amizades inesquecíveis...

Revendo algumas fotos, me lembrei de acontecimentos não planejados porém inesquecíveis...

Em 2006 eu entrei no chat, teclei com o Ch*, um garoto de 23 anos que morava em Fortaleza CE. No início de nossa amizade, rolou até sacanagens com sua cam, além de alguns xavecos de ambos...
Meses se passaram, ele começou a falar de sua vida, de seus problemas, conquistas, dos paqueras, enfim, ficamos hiper amigos, ele me ligava sempre e ficávamos horas no fone.... Toda aquela azaração do passado, se tornou uma amizade legal, afinal mesmo distantes, a gente tinhamos um diálogo amigável e constante.
Depois de alguns anos, em 2008 ele foi transferido a trabalho para Salvador BA, foi morar sozinho. Ele sempre me chamava para visitá-lo, porém estávamos muito longe um do outro, aproximadamente 2.010 km de distância, além disso, eu estava trabalhando cujo as férias nao coincidiam com as férias da faculdade....
Embarcando para Salvador BA
Em 2009, resolvi fazer uma loucura, fazer minha 1ª viagem aérea para ir conhecê-lo A princípio para minha familia foi um impacto, afinal o que eu iria fazer sozinho em Salvador? " A desvantagem de nao ser assumido é ter que omitir a verdade, mentir", portanto, inventei para meus pais que iria visitar meu amigo que havia trabalhado comigo e tinha ido embora para sua terra natal.
Óbvio que eu jamais consegueria férias do trabalho junto com a faculdade, portanto embarquei numa quarta feira 29/04 a noite, aproveitei o feriado da quinta feira, nao fui trabalhar na sexta-feira e retornei no domingo a tarde. 
Na chegada em Salvador após duas horas de vôo, ja eram quase meia noite, e lá estava o meu amigo Ch* com seus amigos me esperando...
Em suma conversamos muito, ele me tratou hiper bem em seu apartamento, de fato a gente ja teclava ha anos, portanto isso fez com que o nosso encontro fosse muito natural, como de velhos amigos...
Fizemos um passeio turistico pela cidade http://www.salvadorbus.com.br/ , onde tive a oportunidade de conhecer lugares fantásticos. Conheci 2 grandes amigos dele, que foi visitá-lo, nos quais o Ce* até dei uns pegas, eu e o Ro SSA nos tornamos grandes amigos pelas afinidades que tivemos, foi amizade a 1ª vista, quimica de amizade, cujo ambos se confiaram de inicio.
Foram 4 dias que passaram num piscar de olhos, mas que compensaram muito, pois jamais fazia parte de meus planos poder conhecer o Ch*, e depois dessa grande viagem sempre mantive contatos com ele, com o Ce*, inclusive com o Ro SSA, cujo ficávamos horas no celular.

Partindo de Salvador para casa

Embora muitos me julgaram como louco, eu só arrisquei em ir porque estava ciente do interesse de ambos em uma amizade, além de que nosso contato ja era de 3 anos, embora muitos duvidam que não rolou nada entre eu e o Ch*.

SALVADOR O RETORNO...
Depois de 2 meses, o Ro SSA estava sempre me chamando para retornar e ficar hospedado em seu apartamento, me deu todo apoio para ir, portanto aproveitei as férias da faculdade, a crise mundial que propiciou uma semana de folga no trabalho, e embarquei numa sexta feira de julho, para ficar 8 dias lá...
Foi a melhor viagem de minha vida, considero o Ro SSA como meu irmão, pois esse nosso contato de 8 dias nos deixaram muito próximos, mesmo na época ele enfrentando problemas, a gente aproveitou muito, rimos muito, conhecemos algumas pessoas, nos divertimos nas boates...
Aproveitei meu retorno a Salvador e avisei para o Wel de Goiania GO, um amigo/paquera virtual que conheci no chat, nos quais fazia 2 anos que teclávamos, cujo ambos se curtiam, flertávamos pelo MSN, mas jamais poderia imaginar conhecê-lo, pois ele morava em Goiania à 904 km de distância, depois mudou-se para o interior da Bahia ficando mais distante á 1524 km...
Mas como de fato ele estava morando no interior da Bahia, e seu amigo de Goiania ia passar umas férias em Salvador, o Wel aproveitou a oportunidade e viajou 12 horas de bus até Salvador.
Tivemos a chance de nos conhecermos, realmente ele era bonito, alto, charmoso, só não ficamos juntos porque quando ele foi no AP do Ro SSA, eu estava de papos com um bahiano que conheci pelo chat nos quais estava ficando.
Caminhos percorridos em Salvador
Portanto no dia seguinte o Wel me convidou insistindo para ir numa praia GLS cujo fui com intenção de beijá-lo, portanto quando cheguei lá, ele e seu amigo estavam paquerando 2 paulistas, eu acabei sobrando, e sentindo ciumes, fiquei frustado, e não rolou nada entre nós. Só fui perder tempo, afinal o Ro SSA nao gostava de praia, fui sozinho pegando 2 bus, embora o Ro me coordenava pelo celular...
Em suma no ultimo dia de balada, fomos eu, o Ro SSA e o Ch*, para o local que o bahiano que eu tinha ficado me convidou, e quando chegamos lá, vimos o bahiano quase beijando seu ex namorado, estavam discutindo relações.... Fiquei com ciumes  e ingorei-o....
Sendo assim, fomos para outra boate, e por coincidencia, encontramos o Wel GO sozinho entrando na boate, ele chegou em mim, me cobrando as promessas que eu fazia pelo MSN, nos quais ficamos juntos na boate, nos beijos  por 1:30 hrs, até que seu amigo liga para ele ir em outra boate...
Não gosto de beijos violentos com mordidas, mas os beijos do Wel ficaram em minha história, pois eram muito bons, além de sua pegada forte...

Atualmente mantenho contato com todos eles. Ano passado o Ch*  retornou a sua cidade Natal, Fortaleza; o Well saiu do interior da Bahia e retornou a Goiania, está namorando sério; o Ro SSA veio pra SP, cujo postei aqui nosso reencontro no aeroporto.
Embora todos eles me chamam pra visitá-los, futuramente planejo revê-los...

Moral da história: Mantive uma amizade virtual com o Ch* e com o Wel Go, sem mesmo planejar ou até mesmo pensar em um dia conhecê-los. Ainda tive o lucro de conhecer meu grande amigo Ro SSA.
Para uma grande amizade virtual ser transformada em real, mesmo que estejam distantes, tudo tem o tempo e hora certa para esse encontro.
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