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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Balada pelado

Estar pelado é uma liberdade do cacete.. Quem me dera poder dormir todos os dias pelado, mas... morando com os pais, é melhor não arriscar, e assim me reprimo de tal liberdade.
Estar nu diante de um grupo de pessoas do tipo praia de nudismo, eu nunca fiquei, e caso eu estivesse solteiro, até arriscaria por curiosidade, embora em minha conta matemática sexual, (natureza + pelado x homens= prazer).
Esta semana li sobre uma festa que ocorre aqui em São Paulo no qual as pessoas ficam pelados... Não é uma obrigatoriedade ficar peladão, mas acredito que se a pessoa vai neste tipo de festa, algum objetivo tem.
ilustração

Tudo bem que dançar pelado deve ser sim gostoso, mas naquele clima meio escuro, um cenário tipo darkroon, com um jogo de luz que auxilia na sedução, consequentemente a vibe esquenta, favorecendo pegações intensas e profundas.
Já fui em baladas em que o Gogo-boy ficou nu, ou até mesmo transou no palco, mas sinceramente, eu desconhecia este tipo de baladas, e na realidade quando solteiro, nunca aprontei nada em darkroon, nunca fui em sauna gay, mas em uma balada deste tipo, até arriscaria ir, pois deve ser hilário todos nós dançando com o "danado" balançando...
E fala sério, balada com musica boa é sempre bem vinda!
Pensado bem... Acho que inevitavelmente seria uma putaria do caralho, do tipo sexo explicito grupal na pista de dança...


Fonte: http://varelanoticias.com.br/festa-so-com-homens-pelados-faz-sucesso-em-sao-paulo/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Balada da 3ª idade!

Há alguns anos atrás, [quando visitei Salvador- BA], ao ir numa balada, logo após passar pelo hall de entrada, fui surpreendido com a quantidade  de "coroas" presentes naquele lugar, no qual muitos deles ficavam parados logo na entrada, olhando as pessoas que chegavam... 
Achei estranho ao passar por eles e alguns atrevidos passarem a mão na minha bunda, fui meio que atacado no escuro, mas se alguns se satisfazem fazendo isto, paciência, faz parte... 
Coisas de baladas, embora eu esperava mais respeito da parte deles, mas eles também têm o direito de agir como acharem melhor, pois não são somente os jovens que têm o direito de serem atirados, abusados e blá blá blá...
Neste reveillon, foi tudo muito frustrado, e eu juntamente com meu boyfriend e um amigo decidimos ir pra balada em São Paulo, em uma boate que não me agrada, mas era o que tinha para o dia. 
Foto do Local

Eu só tinha ido naquela balada duas vezes há muitos anos atrás, e já estava ciente que muitos coroas frequentam aquela balada.
Meu boyfriend surpreendeu-se com alguns idosos que aparentavam ter mais 60 anos de idade, além de travecos coroas... Meu amigo disse que sentiu-se no baile da terceira idade... 
De imediato eu esperava ver coroas, mas "idosos" eu também me surpreendi por alguns minutos, mas depois ao analisar, achei totalmente normal.
De uma forma geral, eu fiquei admirado com a energia dos coroas/idosos, pois dançavam incansavelmente, esbanjavam alegria, enquanto outros tinham um olhar um pouco triste. 
Na realidade eles devem ter passado por tantos momentos difíceis, tensos, pois em épocas anteriores o preconceito era maior, onde muitos se reprimiam, casavam com mulheres para satisfazer a vontade da sociedade e da família, enfim...
São de outra geração onde tudo era mais rígido e se agora, depois de muitos anos estão tendo a oportunidade de "soltarem a franga", serem autênticos, tem mais que curtirem, paquerarem, dançarem, transarem, celebrarem a vida da forma que lhe convém.
Mas balada é isto, é um ambiente mesclado, onde se encontra de tudo um pouco, nos quais todos têm o mesmo direito de diversão.
O bacana disso é que quando eu envelhecer já sei onde eu poderei dançar em um ambiente para todas as idades.

sábado, 3 de outubro de 2015

Ilusão de Ótica

Ilustração
No fim de semana passado, ao estar numa balada com meu boyfriend, em que os gogo boys malhados esbanjavam sensualidade, (no qual não é algo que me chama atenção), eu notei que um deles estava com o volume da sunga/ cueca "avantajado", mas era evidente que o lance estava "artificial".
Apesar de que muitos gogo boys no intuito de impressionarem usam algumas sungas/cuecas com enchimento, ou até mesmo usam algum material extra para disfarçar o pouco volume que tem, uma verdadeira ilusão de ótica. (algo desnecessário)
Óbvio que tal corpo com muita massa muscular esconde o "danado" mole, além disso, em atividade física ninguém permanecerá ereto ou com o pau "meia bomba", mas muitos não entendem isso.
Mas, há todo tipo de frequentadores nas baladas, desde os mais exigentes aos detalhistas que julgam e menosprezam pelo volume, e deve ser por isso que muitos gogo boys querem impressionar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Estilos na balada

Há quem diga que balada não é lugar para casal, no qual meu boyfriend concorda e nem faz questão de ir. 
Eu concordo em partes, no qual ir de vez em quando não mata ninguém, eu "ainda" faço questão deste hobby, mas em casos eventuais, esporádicos, nada de ir todo fim de semana, ou todo mês, pois desta forma, desgasta qualquer relacionamento.
E  neste fim de semana eu e meu boyfriend resolvemos ir para balada, cair na night, e as 01:50 horas na fila, ou seja, quase 02 horas de espera, em pé na calçada aguardando adentramos na boate só nos restaram reparar as pessoas que passavam por nós...
Primeiro que detesto todo e qualquer tipo de filas, pois se houve de tudo das pessoas da frente, atrás,e do lado, enfim, o ouvido fica pior que pinico, se houve de tudo, e filas de uma boate gay não poderia ser diferente, visto que muitos gays não tem pudor pra falar, falam, gritam, enfim, fazem daquele momento algo divertido, sem estresse, que por sinal deixa o lance bem descontraído, menos cansativo... 
Sempre há aqueles que se acham a última bolacha do pacote, que fazem questão de aumentar, inventar para criar um certo impacto. Eu ignoro, faço de conta que não estou vendo e nem ouvindo porra nenhuma, já meu boyfriend demonstra indignação, visto que não se adaptou em boates...
De fato este tempo todo na fila passou até rápido, foi até bacana para eu e meu boyfriend ao reparamos no estilo das pessoas, afinal balada é sinônimo de elegância, encanto, e todos querem impressionar, no qual cada um tenta impressionar de um jeito, seja usando aquele perfume predileto, ou aquela roupa, calçado, penteado que  "julga" combinar...
Mas confesso que alguns estilos são bizarros, do tipo "chegar chegando" bem extravagante. São cabelos exóticos, roupas com combinações "estranhas", calçados "diferentes", perfumes fortes, enfim....
Óbvio que o importante é sentir-se bem consigo mesmo, independente da opinião alheia...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Postura em balada

Não me resta dúvidas que balada é para pessoas solteiras, mas os casais também têm o direito de extrapolar, dançar, curtir uma boa música e matar a saudade dos velhos tempos de solteirice.
Fazia 09 meses que não passava perto de uma balada, e às vezes me pego com saudades dos tempos em que eu vivia enfurnado nestes lugares.
Tudo bem que acompanhado numa balada a coisa muda completamente, mas eu não abro mão da liberdade de dançar o tempo todo, e este lance de ficar grudadinho com o namorado, comigo não rola, não curto muito isto.
O lance é cada um na sua, dançando no seu espaço, afinal há tantos momentos para ficar juntinhos, agarradinhos, e na batida eletrônica não combina, pelo menos é esta a minha postura.
Meu boyfriend até afirma que nestes lugares eu não o trato como namorado, que fico distante, mas pô, a gente fica o tempo todo juntos, quero curtir o meu momento.
Óbvio que há beijinhos de vez em quando, há um convívio e carinho de namorados.
Neste sábado ao estarmos curtindo uma baladinha, eu fiquei surpreso ao ver um sujeito paralisado, quase que de frente com meu boyfriend, "pagando pau" babando por ele... 
Caso eu não notasse o lance, com certeza o tal sujeito iria "chegar chegando" no meu boyfriend. Só tive uma alternativa, marcar o território, e desta forma, eu grudei no meu boyfriend, dei aquele beijo de novela, e o sujeito ficou tão sem graça, com cara de cachorro em porta de restaurante.
Tudo bem o sujeito não tem bola de cristal para adivinhar que meu boyfriend estava comigo, mas se eu estivesse mais presente, evitaria de alguém chegar nele ou em mim.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Caindo na balada...

Depois de 09 meses sem balada, chega um momento que espontaneamente o corpo pede aquele momento para descontrair, rir e dançar. Óbvio que o aval do boyfriend é fundamental, visto que sem ele, não há balada.
Reviver e relembrar bons momentos na night é inevitável, desde a ansiedade ao se arrumar ao ser possuído pelo som contagiante e vibrante na pista de dança.
Acho bizarro quando você aproveita a fila para tirar alguma dúvida com a pessoa da sua frente, e a partir daquele momento ela passa a te encarar o tempo todo, seja na fila ou na pista, achando que você inventou um pretexto para se aproximar dela..
Não preciso desta tática, e mesmo se eu estivesse solteiro, não seria aquela pessoa que eu pegaria, porém ignoro estes lances, evito olhar para não ser mais uma vez, mal interpretado.
Ilustração
Tudo bem que durante a ausência dos gogo boys, desta vez, fui proibido pelo meu boyfriend de dançar em cima do "queijo" , mas eu me conformei, pois nem preciso ficar em evidência em cima daquele lugar elevado onde todos iriam me ver.
Só não entendo o motivo pelo qual amigos "assumidos", e desinibidos na rua em meio a sociedade, se intimidam e se negam em dançar em cima do queijo.
Se algumas pessoas estavam me admirando, conforme meu boyfriend afirmou, eu não sei, só sei que o garoto que chegou em meu amigo pedindo pra ficar comigo, se surpreendeu quando ficou sabendo que o meu boyfriend estava do meu lado, desta forma, um pouco sem graça, ele se desculpou com meu boyfriend.
O fato é que, esses lances dão autoestima, afinal quem é que não gosta de ser desejado?

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Extra- terrestre

Ser convitimado à uma comemoração de aniversário é uma honra, sinal que o aniversariante faz questão de sua presença...
Mesmo que seja em uma balada de sertanejo universitário, estilo musical que não me agrada, tentei testar meu lado eclético, tentei ser paciente, tentei ser agradável, se consegui enganar eu não sei, mas tentei.
Há quem diga que não importa o lugar, e sim a companhia, e quem faz o lugar é a gente. Boa teoria, mas na prática a coisa muda, comigo isso não funciona. 
De fato fiquei deslocado, me senti um extra- terrestre por ver todos ao meu redor cantando, acompanhando cada refrão sertanejo... Enquanto eu, nunca tinha ouvido tais músicas, por serem inéditas aos meus ouvidos.

sábado, 5 de outubro de 2013

Baladas é passado

Eram duas horas me arrumando, algumas horas de estrada que de fato a interação com os amigos fazia o trajeto se tornar curto.
Durante a espera na fila, o pensamento era único, "tudo poderia acontecer naquela balada", e esta incerteza causava ansiedade em relação as músicas a serem tocadas, se haveria pessoas atraentes, se eu seria paquerado, se alguém chegaria em mim, visto que eu não conseguia ter esta atitude, se rolaria beijos...Só não sonhava com minha alma gêmea porque eu estava ciente desta impossibilidade.
O ritmo das músicas dançantes eram contagiantes, me tornava incansável diante daquele momento que almejei a semana toda.
A troca de olhares eram constantes, seja por atração física, admiração ou até mesmo crítica no estilo, afinal o ambiente era frequentado por várias tribos, vários "naipes", cada um com seu estilo, com seu marketing pessoal.
Mas eu não queria ser apenas mais um na multidão, de certa forma eu queria ser notado, então o jeito era insistir para os amigos aproveitarem a ausência dos gogo boys e me fazerem companhia em cima do queijo (palco na pista), pois ali eu tinha uma visão ampla da pista de dança e ganharia "ibope", afinal ser paquerado eleva alto estima...
Nem tinha interesse em ficar secando, pagando pau para os gogo boys, pois pra mim eles eram surreais, e mesmo dançando bem próximo de mim, jamais me atrevi a abusar, a passar a mão naqueles corpos, achava essa forma de reação vulgar, atrevida...
Durante o retorno, o assunto entre os amigos era compartilhar os momentos hilários, e de pegação (embora esse tipo de momento eu raramente tinha, pois quem muito escolhe, não fica com ninguém), embora a intenção era se divertir, se libertar da fantasia "hétero " do dia a dia, o resto era consequência....
Atualmente minha vibe é outra, consequentemente o namoro me afastou das boates e com o passar do tempo fui me adaptando a rotina, que de certa forma, nem me fez tanta falta.
Foto do Local
Entretanto 09 meses sem ir para uma boate se tornou meu recorde, que de fato quebrei esta ausência para comemorar meu níver no sábado passado.
Na presença de meus fiéis amigos de balada, óbvio que a companhia de meu boyfriend mudou todo contexto da balada: A ansiedade não era a mesma de antes, além de eu me comportar de forma menos espontânea, fico mais recatado, restrito, completamente diferente dos tempos de solteiro, além disso o ritmo dançante incansável se tornou "cansável", consequentemente pela falta de costume.
Porém nem tenho do que me queixar, estou muito bem no meu relacionamento e baladas já não é mais meu lugar.
Só me resta manter as boas lembranças do que eu vivi nas baladas da vida.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Balada com Namorado...

Desde o início do namoro, automaticamente abandonei as baladas, busquei viver momentos a dois em lugares menos "badernados", em que um pudesse curtir o outro.
Depois de 5 meses juntos, comecei a cogitar uma balada com ele, e no sábado resolvemos ir, afinal seria a primeira vez que iríamos juntos num ambiente gay.
Na fila em já me senti deslocado com ambiente, o motivo eu não sei, parecia que era a primeira vez que eu estava indo numa boate.
Foto do Local
As músicas nada mudaram, e a diversão não foi a mesma comparado com as baladas que eu ia com amigos, pois com namorado a coisa se torna um pouco mais restrita, além de "rolar" um pouco de ciúmes de ambas as partes ao desconfiar dos olhares em volta.
E para completar a noite, no embalo do ritmo, enquanto a pista giratória girava, vimos o cunhado (assumido) do meu irmão, e de fato além de não poder me ver lá dentro, também não podia ver meu namorado por terem estudado juntos há anos atrás.
A vontade que eu tive era de fazer aquela maldita pista de dança parar de girar, pois assim não passaríamos próximo dele, pois mesmo em meio a multidão ele poderia nos ver.... 
Tivemos que curtir a noite no camarote, que por sinal foi bom, mas tantos meses sem balada me fez notar que meu fôlego e paciência não é o mesmo.
Além disso, o retorno pra casa foi tenso por eu exigir e discutir que ele dirigisse bem, pois devido o sono, ele praticou alguns deslizes no trânsito em que eu perdi a paciência, afinal sono e direção não combina, o melhor a fazer é assumir o cansaço, e descansar ou então me passar a direção do carro.
Depois dessa noite, os planos de passar o réveillon numa balada se tornou incerto.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Saudades das Baladas...

Os sábados eram garantidos, acordava planejando a balada, com quem ir e para onde ir. Eu queria fechar a semana com diversão, só não queria passar o sábado a noite em casa, depois de uma semana cansativa.
A alegria e a expectativa estava estampada no rosto de todos, desde a saída de casa até a fila na entrada da boate, e o que cada um buscava naquele lugar era imprevisível. Alguns buscavam beijar alguém que valesse a pena; outros buscavam beijar vários na noite; e tinha aqueles que buscavam encontrar o amor de sua vida, enquanto outros queriam se divertir acima de tudo.
O retorno da balada era sempre quase o mesmo episódio para todos. Muitos ao sairem com fome, lanchavam antes de chegar em casa, outros iam embora exaustos, e cochilavam no busão ou carro, mas de certa forma a maioria não se calava na hora de ir embora, insistia em compartilhar os momentos com os amigos, contando todos os detalhes daquela noite.
Foram anos se divertindo, rindo com os amigos, dançando os melhores sucessos, paquerando, sendo paquerado, às vezes beijando, às vezes sendo beijado.
Porém a balada era sempre a mesma. O mesmo lugar, as mesmas pessoas, as mesmas músicas, que de certa forma acabou virando rotina, embora às vezes eu variava o lugar, e a diversão era garantida, porém eu  já estava ficando cansado dessa mesmice, mas eu nada podia fazer, afinal somente uma balada para fazer o meu fim de semana valer a pena.
Atualmente namorando e mega satisfeito faz praticamente 5 meses que não sei o que é uma balada, a princípio isto não estava me fazendo falta, portanto toda vez que abro meu guarda-roupas e me deparo com as minhas roupas prediletas em que eu usava nas baladas a vontade de sair está aumentando cada vez mais.
Mas estou ciente que boates não é um ambiente propício para namorados, embora há pessoas que conseguem se divertir com o namorado, de fato eu tenho traumas por já ter brigado de porradas dentro da boate há 6 anos atrás com o meu namorado na época.
Só me resta deixar de detestar barzinhos e "tentar" me divertir nesses lugares, além de irmos em shoppings.
São poucas as opções de diversão, mas não tenho do que reclamar, afinal namorando tudo muda, até mesmo a maneira de se divertir.

terça-feira, 22 de maio de 2012

O garoto brega

Sábado acordei empolgado, no intuito de passar a noite na balada, queria me, me libertar desse personagem não assumido, queria ser eu mesmo, sem me preocupar com os outros.
Convoquei alguns colegas de balada que fazia tempos que não nos víamos. Como de rotina, percorri os 25 km  de moto até a cidade deles, e nos encontramos no terminal rodoviário.
Enquanto aguardávamos e conversávamos, um garoto com suas amigas passam por nós. Ele era um pouco gordinho, cabelo raspadinho, rosto bonito, apesar de demonstrar ser de garoto inocente.
O que mais me chamou atenção foi seu estilo um pouco "brega", sem combinações, embora camisa xadrez esteja na moda, sua camisa xadrez de azul e preto, colocado por dentro da calça, que por sinal sua calça estava em seu umbigo, não lhe deixou nada atraente, mas cada um se veste como gosta.
Infelizmente às vezes, de forma espontânea eu tenho essa mania de reparar os outros, óbvio que estou ciente de que também sou reparado pelos outros, então chumbo trocado não dói.
No ônibus, eu estava sentado na frente dele, só olhei para ele duas vezes, foi um olhar de curiosidade, de vê-lo melhor, já que ele estava próximo de mim, depois me empolguei no assunto com os colegas e até esqueci dele.
Na boate, enquanto estava circulando na pista de dança, me esbarro no garoto, trocamos olhares, ele sem disfarçar continuou me olhando demonstrando desejos.
De certa forma, independente do estilo dele, ou da roupa que não estava combinando, eu me senti um pouco atraído por ele, mas nada fora do normal, achei seu rosto e o seu corpo grande atraente.
Horas depois, ele esbarra em mim na pista de dança, pára em minha frente, me olha no olhos, e se aproxima de meu rosto.
Eu fui em direção aos seus ouvidos, para descontrair e aliviar a minha tensão, questionei seu nome, entre outras perguntas, e depois nos beijamos....
Depois que matei a minha curiosidade, continuei curtindo a minha night, às vezes, ao procurar meus colegas na pista de dança, eu desviava do garoto, enquanto outros momentos eu passava propositalmente perto dele, e nos tornávamos a beijar...
Foi um beijo comum, nada fissurante, instigante e excitante, faltou "pegada", pois isso ele não tinha.
De certa forma me decepcionei quando ele falou que tinha apenas 18 anos de idade, além de virgem. O motivo pelo qual desencantei eu não sei ao certo, pois encanto ou desencanto é espontâneo, apesar de que a minha atitude foi mais por curiosidades, coisa de momento.
Horas depois, de forma natural, ele estava beijando outro.... Certo ele, afinal a fila anda, cada um se diverte como quer, o importante é aproveitar o momento.

domingo, 6 de maio de 2012

O efeito da bebida

Dizem que cú de bêbado não tem dono, apesar de que isso é relativo, há muitos que nem precisam estar bêbados para disponibilizar o corpo para todos...
Algumas pessoas aproveitam o efeito da bebida e aprontam todas, liberam o que tem vontade, fazem tudo o que têm direito e no dia seguinte, faz de conta que não se lembram de nada, colocam a culpa na bebida. inventam que têm amnésia alcoólica, onde acredita quem quer, pois muitos não admitem tais atitudes por vergonha.
Nem de beber eu gosto, não sinto prazer no gosto do álcool, embora algumas vezes, eu me sujeito a saborear algumas bebidas na balada, como caipirinha, caipirosca, amarula, já que algumas vezes o valor da entrada é consumível, e não dá para passar a noite toda tomando refrigerante...
Ontem depois de muito sacrilégio, consegui companhia para uma boate que fazia meses que eu não ia, dois colegas de outra cidade que faziam anos que não nos víamos resolveram ir, além de mais 2 amigos deles. Fui convencido a aproveitar a balada para beber, curtir aquele momento sem me dar conta de quem sou eu...
Mas nem para ficar bêbado eu presto, apenas fico zonzo, meio cambaleando, além de atrevido e abusado nas atitudes, e já que ando meio travado nas baladas, aproveitei o auxílio da bebida.
Um copo de caipirinha foi o suficiente para eu notar mudanças no meu andado além das atitudes, mas eu queria mais, e o segundo copo eu fiquei do jeito que o diabo gosta, pervertido, não pensava nas atitudes, xavequei um bombado além do barman da boate, sem me preocupar com um "NÃO".
Na área de fumantes, ao pegar no braço de um garotão e dizer que ele era forte, sua resposta foi direta e objetiva, dizendo que eu não tinha visto seu pau. Aparentemente ele estava sóbrio, ao contrário de mim, mas acabei indo no seu embalo, já que ele se garantiu, pra zuar eu pedi para ele mostrar aquilo que ele se gabou, e de imediato no meio do povo, ele abriu o zíper da calça e mostrou o pau sem se preocupar com os outros... Eu muito tosco peguei, além de ter ficado surpreso, pois inacreditavelmente existem pessoas sem noção... Isso que dá não acreditar nas atitudes alheias. Depois dessa cena, fui tomar o terceiro copo de bebida.
Foto ilustrativa
Mas a melhor parte da noite foi quando eu vi [o garoto que eu estava afim] no fim de semana passado na balada. Até pensei em deixá-lo de lado, mas não seria justo eu ficar mais uma vez na vontade, sem arriscar. Aproveitei a oportunidade, e pedi para nosso colega em comum nos apresentar, apesar de que eu já conhecia o garoto, já conversamos meses atrás, e assim fomos apresentados mais uma vez.
A vantagem de conversar numa balada é a oportunidade de ficar pertinho, além de falar nos ouvidos, sentir o cheiro, então aproveitei para segurar em sua cintura enquanto criticávamos o time de futebol um do outro, além xavecá-lo, e mesmo notando que ele estava se esquivando, não hesitei, mordi seu pescoço, e aconteceu o tão desejado beijo.
Foram 2 beijos um pouco rápido, mas independente de tudo, me satisfiz por ter conseguido algo que eu julgava não ter potencial.
Horas depois ele estava beijando outro garoto, e depois um outro, o que é natural, mas quanto a isso dane- se, o importante é que me diverti além do normal, embora tenha sido com a ajuda de bebidas alcoólicas, mas que isso não seja um combustível de diversão, pois há pessoas que só se soltam ou se sente bem com efeito do álcool, e bebem em todas baladas, perdendo assim sua autenticidade.

domingo, 29 de abril de 2012

Sem talento para paquerar

Ontem a noite eu precisava de uma balada, afinal fazia 3 meses que não curtia uma night, pois a maioria dos poucos amigos estão namorando ou estão sem maney. Não aguentava mais ficar em casa, iria nem que fosse sozinho, mas consegui convencer meu amigo ir.
No ritmo da música o corpo não pára; no embalo das luzes, a troca de olhares é constante, só precisa distinguir se o olhar é de admiração ou reparando em algo.
Enquanto alguns me secam com olhos, se não faz meu tipo, evito olhar para não alimentar falsas esperanças, caso contrário, correspondo com sorriso, de forma tosca, pois me falta atitudes que denotam algo, fico na minha esperando atitudes alheias, e a falta de atitudes de ambos faz com o que nada aconteça.
As mesma cenas sempre se repetem quando eu admiro um garoto bonito, ao perceberem que estou admirando-os, automaticamente suas atitudes mudam, passam a ser um pouco exibicionistas por notarem que estão sendo admirados, que de fato é um pouco normal, independente de sermos admirados por uma mulher, por um coroa, por uma pessoa feia, ser admirado nos dá auto estima.
Tudo não passa de olhares, são poucos que têm atitude de chegar, a maioria faz como eu, espera atitude alheia, eu evito ao máximo chegar, aliás nunca cheguei em alguém, sempre pedi ajuda aos amigos, exceto uma vez que o garoto disse para meu amigo que se eu quisesse algo para eu ir falar com ele, e de tanto amigos insistirem eu fui falar com o garoto e ficamos a noite toda.
Não sei é orgulho, insegurança, mas prefiro e espero que cheguem em mim, pois acho quase que "humilhante" chegar em alguém, além de constrangedor levar um "NÃO", apesar de que desde criança ninguém gosta de levar um 'NÃO", eu prefiro recorrer a ajuda de amigos, o impacto é menor, apesar de que ultimamente nem ajuda ando pedindo.
Ontem na pista de dança da boate, no meio da muvuca, meu amigo me mostra o  mesmo [garoto] que queria ficar comigo há 3 meses atrás, estava sem camiseta, um pouco mais fortinho que antes, e insistia em me olhar, porém ao passar perto de mim, notei que infelizmente ele continuava com o mesmo odor desagradável.
Lamentavelmente ele não é o único, era perceptível que muitos garotos na balada estavam com cheiro forte de suor.
Fiquei fascinado por um garoto, enquanto dançávamos próximos, trocamos olhares, e ao perceber que eu estava admirando sua beleza, ele erguia a camiseta, passava a mão no umbigo, eu ficava tenso com a cena, além de indeciso. Enquanto ele tirava fotos com amigos na pista, nossas costas se encostavam, e foram várias fotos em que eu me aproveitei para ficar próximo.
Depois nos distanciamos, só não pedi para meu amigo ir falar com ele porque horas antes eu tinha levado um fora de um garoto, por mim já foi o suficiente, além disso, quem sabe esse garoto estava apenas afim de me seduzir,  me provocar, como muitos no geral faz...
Após certos momentos cruzamos no barzinho, mas ele nem olhou, e na pista trocamos menos olhares, até que eu vejo ele beijando um garoto, ou seja, se ele quisesse algo teria chegado em mim.
Desencanei e só depois lembrei que ele é amigo de um conhecido, já conversei com ele meses atrás no busão ao irmos para a balada, na época até achei ele bonito, apesar de meio "garganta", um pouco papudo, mentia para ganhar vantagens ...
Pode que ser que ele tenha se lembrado de mim, ou não, só depois me dei conta de quem era ele. Mas sua maneira de agir me deixou na dúvida, apesar de que sempre volto da balada com dúvidas, consequência de minha falta de atitudes...
Sou um fracassado, por mais que tento, sempre espero pelos outros...
Admiro pessoas espontâneas que têm atitudes, que caem em cima, xavecam, seduzem, não se importam com "NÃO", insistem tanto que conseguem, caso contrário, partem para outros,como se nada tivesse acontecido, agem naturalmente...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O garoto com odor desagradável

Desde o início do ano, todos os fins de semanas foram chuvosos, aproveitei para descansar e me conformar em ficar em casa à toa, apesar de que eu já estava cheirando mofo de tanto ficar em casa.
De fato, esse fim semana que passou não houve chuvas, apesar de que por mim era indiferente, nem estava afim de sair, mas meu amigo insistiu tanto para irmos na boate, que acabei aceitando, mesmo sem muito ânimo, afinal  aquela boate "meia boca" não me estimula, apesar de ser a mais próxima e viável.
Enquanto me arrumo, ouvindo o repertório de baladas, busco abusar no perfume e  caprichar no visual, pois nunca sei o que me espera na night, e independente disso, vaidade é bom para o ego.
Já fazia 28 dias que eu não ia à balada, e quase 2 meses sem [retornar] naquela boate, e enquanto eu dançava  com meu amigo, percebi que um garoto moreno de regata preta, todo "malhadinho" estava me olhando, eu apenas analisei o que ele poderia me oferecer, se tinha um "biotipo" que me despertasse interesse,notei que o rosto dele não era muito atraente, apesar de que eu nem sou perfeito para exigir perfeições alheias.
Notei que ele  tinha uma boca carnuda, embora eu nem reparo em bocas alheias, pois pra mim boca é uma parte do corpo indiferente. mas o que mais me chamou atenção foi o seu o corpo, que de fato era "gostoso", bem torneadinho, malhado.
Enquanto eu dançava na frente do garoto, ele se aproximou, me encoxando e pegando em minha cintura, surpreso com aquela atitude, sem perder o ritmo da dança eu dei um passo a frente,  e continuei dançando, enquanto meu amigo foi falar com ele, agitando o "esquema".
O garoto se afastou da gente rumo ao barzinho, eu nem sabia o que queria, pois indecisão e insegurança são características negativas predominantes em mim, e diante daquela cena, meu amigo começou a me criticar, dizendo que sou "fresco", chato, que escolho de mais e blá blá blá...
Mas se a intenção era se divertir, continuei na pista dançando, e meio distante, na muvucca vejo o garoto malhadinho, que de fato havia tirado a camiseta, demonstrando um peitoral atraente.
De tanto meu amigo insistir e agitar, resolvi dar uma chance ao garoto, mesmo concluindo que o garoto não me despertou tanto interesse, pois caso contrário eu não pensaria muito para ficar com ele.
Tudo bem que numa pista de dança é impossível conversar, todos já chegam beijando sem ao menos perguntar o nome, mas eu não consigo agir com essa artificialidade, tento papear um pouquinho, mesmo de forma superficial, para me sentir à vontade e ter convicção do que quero, visto que beijos, embora seja relativo, nem sempre é algo que me dá prazer, meio raro rolar aquela "química".
Pra conseguir conversar no meio da pista é só gritando nos ouvidos, e assim foi o nosso contato, perguntei seu nome, sua idade era apenas 19 anos, e nessas duas vezes que me aproximei de seus ouvidos, senti um odor forte de suor, consequência de seu corpo melado por estar sem camiseta, por isso que não curto garotos sem camisa em baladas...
Me aproximei do garoto pela terceira vez para ter a conclusão de seu cheiro, e infelizmente o seu mau cheiro me fez desistir.
Disfarcei dizendo que iria falar com meu amigo e que depois nos falaríamos...
Meu amigo novamente me criticou pela minha atitude, minha colega disse que se a pessoa fosse bonita, ela arriscaria... Eu fiz a minha parte, tentei algo com o garoto, mas naquelas condições não tinha lógica. 
Ele me olhou a noite toda, eu discretamente, apenas admirava seu corpo malhado. O bacana é que depois ele conseguiu beijar um garoto, pelo menos não ficou na vontade.
Durante a night, eu até desejei 3 garotos que tinham um jeito másculo, atraente, mas eles nem me notaram, um deles era amigo de um colega que encontrei, mas ele nem quis me conhecer...
No camarote tentei arrumar um garoto para meu amigo, mas o garoto demonstrou estar afim de mim, alisando meu corpo, mas por mais que ele  fosse um príncipe, coisa que ele não era, eu jamais iria ficar pular na frente do meu amigo.
Ontem descobri que eu já conhecia o garoto que tentei arrumar para meu amigo, pois teclando no MSN, recordei de que anos atrás marcamos um encontro, e na época ele ficou chateado pelo fato de não ter rolado nada entre a gente, e por MSN, ontem ele questionou novamente se tinha chances comigo, mas além de não fazer meu tipo, não tem humildade, pois vive com papos fúteis, tentando demonstrar poder aquisitivo, coisa que ele não tem...

A melhor da nnight "Adele - Set Fire to the Rain"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Baladas de fim de ano

Nesse fim de ano, na sexta- feira dia 30/12 eu fui pra São Paulo visitar meu grande amigo RO SSA, que apesar do contato, já fazia pouco mais de um ano que [não nos víamos],e aproveitando a oportunidade, planejamos de passar o reveillon na balada, pois eu ansiava e queria uma balada  inédita e diferente.
Como é bom encontrar alguém que me faz bem, que me faz rir, me divertir assim como fizemos na época em que [fui visitá-lo em Salvador]..
Fiquei envergonhado pelo fato de ter nascido e crescido em São Paulo, onde vivi a maior parte de minha vida, mas de fato utilizei pouquíssimas vezes o transporte público, ou seja, continuo sendo um tapado para situar-me, me perco, além de possuir medo, insegurança com algumas neuroses em estar no meio da "muvuca".
Ao contrário de meu amigo, que sempre foi independente, e morando em São Paulo por um ano, já conhece todas as linhas do metro, entre outros lugares, apesar de que, com a rotina, aprendemos com facilidade.
Colocamos os papos em dia, demos um UP no visual, fizemos máscara de argila branca no rosto, e contra sua vontade, de tanto eu insistir, fomos para a balada na sexta-feira.

Lady Gaga - The Edge Of Glory
Apesar do meu ânimo, a princípio eu achei a boate pequena, com pouca iluminação na pista de dança, ou seja, para quem estava afim de beijar, mal dava para vítima.
Grande parte do tempo eu dancei em cima do palco, sendo visualizado e visualizando todos da pista de dança, e naquele ritmo um garoto atrevido aperta meu saco me intimando para beijá-lo, eu nem desci do palco, ignorei-o.
Depois de um certo tempo, um outro garoto me chamou, dizendo que queria ficar comigo, mas eu só queria me divertir com meu amigo, sem interesses alheios, ao menos que surgisse um garoto másculo que fizesse meu tipo.
Meu amigo havia encontrado seu "conhecido" e ficou nos "pegas" com o garoto, que por sinal achei o gosto de meu amigo péssimo, mas, cada um com seus gostos...
Enquanto isso eu dançava sem parar, e resolvi descansar, me apoiando na mesinha do barzinho.
Papiei um pouquinho com uma garota que estava sozinha, afirmando ser hétero, que gosta de frequentar aquela boate.
Logo em seguida, um garoto inconveniente, com papos soberbos parou para conversar conosco, e depois de alguns minutos um garotão malhado se aproximou para fazer parte do grupo.
O garotão malhado era forte, gostoso, másculo, disse ser frequentador assíduo daquela boate,  afirmou que sua namorada tinha ido embora, e a garota que estava conosco disse que se lembrou de um dia que ele havia feito o convite a ela para que eles ficassem a 3.
Foi aí que ele contou que tem um relacionamento aberto com uma bissexual, que ás vezes ele sai com ela e mais alguma garota, afirmando não ter ciúmes quando ela fica com alguma garota, somente se ela ficar com outros homens.
Chegamos da balada às 7 da manhã, dormimos até as 16 horas e nos preparamos para retornar naquela mesma boate para passarmos o reveillon.
Dessa vez, meu amigo estava hiper animado para a night, já eu não estava muito, pelo fato de irmos no mesmo local da noite anterior, e para detonar minha noite, já atrasado para sair resolvi passar gel no meu cabelo, coisa que não faço ha anos, ou seja, havia estragado meu visual, pois meu moicano havia ficado artificial, chamativo, fiquei totalmente insatisfeito, e automaticamente, nada ao redor me traria satisfação...
Ás 23:20 h estávamos no apartamento de sua amiga onde havia um encontro de suas amigas de trabalho, depois caminhamos para avenida Paulista sob um chuvisco e logo em seguida, nos despedimos delas e fomos para a boate.
Com já era de se imaginar, o local estava lotado, porém eu não estava satisfeito com meu visual, não me diverti como no dia anterior, não fui paquerado como no dia anterior, em compensação meu amigo aproveitou seu sucesso, beijou alguns e depois ficou o tempo todo grudado com um garoto de 23 anos que tem um filho de 3 anos.
Passei o domingo ouvindo meu amigo empolgado com o garoto que ele havia ficado, pois ambos trocaram mensagens o dia todo, e pelo que notei, ambos já estão apaixonados, só me resta torcer para eles...
A tarde eu retornei para minha cidade, satisfeito em ter reencontrado meu grande amigo, que insiste em me convidar para morar com ele, mas sou muito dependente de meus pais, não sinto a necessidade de sair de casa....

domingo, 4 de dezembro de 2011

Héteros em boates

Ontem, por insistência dos amigos, depois de 26 dias sem [ir na balada] eu resolvi ir, embora eu estava cansado da mesmice, das mesmas pessoas, do mesmo lugar, das mesmas músicas.
De fato sempre me surpreendo e fico admirado com os malhados e sarados da noite, apesar de que muitas vezes, sem camiseta, eles estejam melados de suor, com mal cheiro, além da maioria dizer ser "Hétero" em busca de garotas, cujo na maioria das vezes eles têm êxito na caça, conseguem "pegar" a mulherada.
Eles chamam atenção do ambiente, são irresistíveis, embora alguns se acham a última bolacha do pacote, cujo eu nem faço questão de olhar, e muito menos admirar...
Meses atrás, eu passei horas na balada, na área de "fumantes" conversando com um garoto hétero que gentilmente havia puxado papos comigo no barzinho da boate.
Óbvio que foram papos normais, ele falando dele, das amizades e do respeito com amigos gays, além da preferência pelas boates, pelas músicas, e ambiente sem brigas.
Meu amigo disse que naquele dia eu teria chances, mas mesmo ele sendo bonito, tendo um corpo "gostoso", eu jamais me ofereceria, posso ser meio tapado para perceber as coisas, mas era óbvio que o garoto só queria papear para não ficar "segurando vela" para o casal hétero de amigos, e se eu tentasse algo com ele, eu provaria ser ignorante, afinal ser bem tratado e respeitado por um hétero não significa que ele quer algo.
Na última vez em que estive na balada, achei um garoto tão bonito, aparentemente sem necessidade de malhação, ele tinha um corpo perfeito, um jeito sossegado de ser, mas quando meu amigo tentou ajeitar ele pra mim, o garoto disse que estava acompanhado, cujo não vi ele com ninguém, tudo bem, foi uma desculpa esfarrapada, eu havia levado "um fora"...


A predileta da night "Rihana - We Found Love"
Mas ontem, por coincidência, esse mesmo garoto que havia me dado um fora,  ficou o tempo todo dançando perto de mim, afinal nem sabia, mas temos um amigo em comum, e acabei conhecendo-o, espero que ele nem tenha se lembrando que eu havia ficado afim dele naquele dia.
Rolou uma amizade bacana, visto que ele tem bons papos, foi prazeroso tê-lo próximo de mim, embora no ritmo da música era impossível conversar, mas na hora de ir embora, no ponto do bus deu pra trocar algumas idéias...
Apesar dele falar que é hétero, cujo vi ele desesperadamente na balada indo atrás de garotas, ele afirmou que uma vez estando chapado, beijou um colega gay na balada, e já beijou um travesti, afirmando não ter curtido.
Como me iludo com pessoas erradas, sempre me sinto atraído por garotos que dizem ser héteros, talvez o jeito másculo, o tom de voz me encanta, não resisto...
Mesmo morando em cidades diferentes, ele nos chamou para ir numa outra boate no próximo sábado, além de ter falado para o nosso "amigo em comum" passar o MSN dele pra mim...
Acho que ele deve estar meio "carente" de amizades, mas o bacana disso é que curti papear, além de ter ficado fissurado por ele.
De fato mesmo sem chances, não custa nada dedicar a uma amizade, visto que aquela beleza pode não ser pra mim, mas os papos podem acrescentar algo mutuamente, só me resta aproveitar essa amizade, respeitando-o acima de tudo.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Beijar por beijar...

Eu demorei muito tempo para provar um beijo masculino, aliás, a minha "inocência" fazia eu pensar que homens apenas "fodiam ou eram fodidos", algo mecanicista, sem  "melação", sem carinhos, e assim foram as minhas primeiras experiencia sexuais, um ato meio selvagem, egoísta, frio, embora prazeroso.
Por mais que achava estranho dois "machos" se beijando, tendo aquele contato íntimo pele a pele, barba com barba, devido as insistências de alguns garotos, eu fui tendo curiosidades, e aos poucos eu fui me adaptando e saciando meus desejos. embora infelizmente é meio raro rolar aquela quimica no beijo, nem sempre eu me atrevo beijar...
Como admiro na balada pessoas "desesperadas" por beijos, que não hesitam para beijar, buscam quantidade transformando o ato "artificial", sentem prazer intenso nisso, e apelam pela insistência, coisa que eu não faço, pois penso muito para beijar alguém, pois o beijo é algo muito íntimo, profundo, envolve sentimentos,  e não apenas desejos carnais,  além disso beleza exterior não é sinônimo de beijos gostosos.
Nem sempre aquela troca de olhares na balada significa paquera, eu mesmo gosto de olhar, reparar bem para ter a certeza de que realmente a pessoa tenha os requisitos que busco, e se caso tenha, o meu olhar é de admiração, se transformando em paquera.
Ás vezes isso pode confundir as pessoas, alguns precipitam achando que estão sendo paquerados, e foi o que me ocorreu [no sábado passado na balada]
Enquanto eu avaliava a aparência física do garoto, sua roupa, seu comportamento, o garoto se iludiu achando que eu estava afim dele, e mesmo ele chegando em mim de maneira humilde, sincera, ele não tinha um biotipo que me atraia, e de tanto ele insistir e ficar o tempo todo me olhando, fiquei com pena e resolvi dar-lhe uma chance e arriscar a lhe beijar.
O resultado disso foi óbvio, mesmo sendo um beijo rápido, não houve graça, foi sem sabor, artificial, sem instigação pra prosseguir...
Isso que dá, eu me sentir "sem graça"l em falar "não", em dar um "fora" nas pessoas, embora gentilmente, eu sempre invento desculpas, e nem sempre as pessoas entendem...
O jeito é ser mais severo, afinal se as pessoas me dão "foras", eu também tenho o mesmo direito de não querer algo, de não estar afim, além disso, nem sempre conseguimos o que queremos e saber lidar com isso é essencial.

domingo, 6 de novembro de 2011

Fiel ao amigo

A primeira vez que ficamos juntos foi em 2004, na época eu era inocente, estava em fase de descobertas, curiosidades, conhecendo novas baladas, me aventurando com restrições, e lutando contra os desejos e instintos sexuais, óbvio que foram lutas em vão....
A gente se encontrou, trocamos olhares, até que ele chegou em mim, e ficamos na balada... E de tanto insistir, ele me levou ao "Dark Room", afinal na época eu nem sabia da existência desse tipo de ambiente propício a sacanagens, inocentemente entrei.
Ele com muita "sede ao pote" empolgado com o momento, me chupou dentro do dark, mas foi tudo muito rápido, pois eu quis sair logo dali, fiquei perdido e assustado com as cenas alheias no escuro.
Depois disso, minha amiga me alertou do que era aquele ambiente, cujo foi a primeira e última vez que adentrei num Dark Room.
Meses depois, na mesma balada, fui alertado de que o tal garotão não tinha aquele nome que ele havia me dito, que não tinha aquela idade, que ele tinha em torno de 35 anos, além disso ele era o "pegador" das baladas....
Tudo bem, cada um vive como quer, dependendo da situação eu já ocultei informações de minha vida, ninguém é obrigado a ser sincero, cada um vive com suas mentiras, fantasias, um dia elas podem ser descobertas.
Depois disso, ele havia se tornado passado em minha vida, porém depois de 4 anos, em 2008, nos encontramos numa festa na chácara, aniversário de meu amigo, ao chegar, eu fui logo me olhar no espelho, quando fui surpreendido por ele dizendo que eu estava bonito, que não precisava de espelho.
A minha surpresa maior foi que ele estava ficando com um garoto e mesmo assim, não tirava os olhos de mim, até comentou comigo que se naquele momento ele não fosse embora, ele iria querer ficar comigo... "O coitado iria ficar na vontade, pois eu não pegaria "baba" dos outros..."
E assim, no meio da madruga, assim que ele foi embora, depois de algumas horas, o garoto que ele estava ficando ficou encantado ao me ver, e em nossas conversas eu disse-lhe que já teclamos via MSN...
Em suma, eu que não queria pegar "baba" dos outros, acabei ficando com o garoto que horas antes havia ficado com o garotão...
Neste ano de 2011 tornei a ver o garotão nas baladas, mas como sempre, fingi que não via, nunca tivemos contatos, e para minha surpresa, quando meu [grande amigo Le*], viu o garotão, ficou sem rumo, desmotivado, triste, e foi aí que ele me contou que ano passado eles  ficaram juntos por algumas semanas, e espontaneamente se apaixonou, além de ter surpreendido com as transas que tiveram, mas o garotão sumiu sem dar-lhe satisfações, e foi aí que com o passar do tempo, meu amigo foi descobrindo coisas do garotão, inclusive fiquei pasmado ao saber que o tal "garotão" tem 41 anos de idade, aparentemente parece ter 35 anos...
E assim, toda vez que meu amigo encontra o "tal garotão" nas baladas ele fica meio abatido, onde eu tento de todas as formas fazer com que ele esqueça o passado, e se divirta, cujo ele está ciente de que já fiquei com o garotão e já sabe o conceito que tenho dele...
Portanto ontem eu fui na balada, sem a presença de meu amigo Le*, fui juntamente com a [galerinha da semana retrasada], e encontro o garotão dançando, como sempre fingi que não vi, e depois de algumas horas dançando, o garotão se aproxima e começa dançar perto de mim, eu fingindo que não notei, continuei na minha, senti duas vezes o corpo dele atrás de mim.
Eu só pensava no meu amigo, em me "vingar" pelo o que ele havia passado, e percebendo o interesse do garotão, eu me mantive no mesmo lugar na esperança de que ele chegasse em mim, para eu  ter o gosto de dizer "NÂO" para ele.
Depois de alguns minutos, seus dedos entrelaçam nos meus, eu sem reação perguntei se ele queria conhecer meu amigo, e sua resposta foi que ele queria ficar comigo.
Questionei sobre nosso "lance" na chácara, cujo ele não lembrou, talvez por estar chapado na época, e assim deixei claro que eu não ficaria com ele pelo fato dele ser ex-ficante do meu amigo blá blá blá... e assim nos afastamos...
Tudo bem que eu fiquei meio tenso, espontaneamente aquele corpo me despertou tesão, embora ele seja malhado, conservado, ele nem é tudo aquilo que eu desejo, mas atualmente minha situação de "carência" anda foda, nem sempre é fácil manter o controle da situação, mas tesão é algo passageiro, amizades é algo bem mais forte e prazeroso, embora não haja mais nada entre ele e meu amigo, eu não gostaria de que meu amigo ficasse com alguém que eu gosto, portanto nada mais justo de eu agir da mesma maneira.
Só me resta encontrar meu amigo pra contar todo o ocorrido...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Interação social na balada

Eu precisava me espairecer no fim de semana, precisava de uma balada pra me divertir, mas na sexta feira fiquei "sem rumo" quando meu grande amigo inseparável de balada não iria sair comigo, pois ele iria passar a noite de sábado transando com um coroa que ele conheceu semana passada.
Sei que ele gosta muito de balada, e de sexo também, mas balada é somente sábado, sexo dá pra conciliar com outros dias e horários, mas... paciência, não posso obrigá-lo a ser fiel a minha companhia...
Chamei meu amigo [Dan] mas ele iria para a sauna gay fazer sexo...
Que cacete, o que há com o pessoal que deu para fazer sexo justamente no sábado em que eu precisava da cia deles....
Tentei o [Fe*], mas ele não estava na cidade... Desisti de buscar companhia, mas não desisti de ir na balada...
Mesmo sem companhia, a minha vontade de sair no sábado continuava, estava ciente de que eu iria sozinho, relembrei da primeira e única vez em que fui sozinho numa balada, e fiz amizade com um garoto que também estava sozinho na fila de entrada da boate e nos divertimos a noite toda...
Como é complicado ser dependente dos outros para sair, já deixei de sair várias vezes por falta de companhia... Admiro essas pessoas que saem sozinhas, se enturmam fácil, mas pra mim a presença de um amigo ou colega na balada é fundamental para rir, trocar informações, opiniões sobre algum garoto, além de ajudar e ser ajudado a ficar com alguém... E sozinho tudo se tornaria sem graça, sem nexo.
Eu fiquei a tarde toda pensando e planejando numa maneira para chegar em alguém ou em um grupo na balada para fazer amizades, apesar de que isso pode ocorrer naturalmente, vai de ambas as partes.
Eu tinha em mente que para isso eu precisava ser menos exigente ao analisar o estilo da pessoa ou do grupo, teria que avaliar superficialmente se as atitudes, comportamentos eram parecidos com os meus, se havia alguma afinidade comigo, embora eu não teria muita escolha, afinal qualquer pessoa já me serviria de companhia...
Caprichei no meu visual, eu não queria necessariamente beijar na balada, mas eu queria ser paquerado, queria atrair a atenção das pessoas, queria ser visto, ser notado, já que durante a semana não há nenhuma situação propícia para isso, sou apenas mais um no meio da sociedade, e quem é que não gosta de ser desejado?
Saí de casa, percorri os 30 km de rotina para cidade vizinha, e fui pra fila no terminal.
Na minha frente havia um garoto que eu sempre vejo na balada, já trocamos olhares em baladas anteriores, mas analisei que ele não faz meu tipo, porém em casa até pensei na possibilidade de vê-lo e fazer amizades.
Entrei na fila e perguntei o óbvio, se eles estavam na fila, gentilmente o outro garoto disse que eu poderia ir na frente deles, mas eu preferi ficar ali mesmo.
Questionei para qual balada eles iriam e o ouvir a minha resposta de que eu também iria para e mesma boate, me chamaram de "corajoso" pelo fato de eu estar indo sozinho, e assim o Da* me convidou para fazer parte do grupo deles...
Ufa! Tarefa cumprida, consegui realizar o meu principal desejo da noite, arrumei uma galerinha para me fazer companhia a noite toda...
Depois chegou um garoto magrinho, até estiloso, que também fazia parte do grupo. Eram 4 garotos entre 20 e 23 anos, todos assumidos e com comportamentos diferentes do meu jeito reservado de ser...
De fato o grupo é muito bizarro, alegre, extrovertido, e o resultado disso foi muita diversão, risadas com o lances bizarros que eu presenciava neles .

Dicesar (Dimmy Kiier)
Devido ao show do Dicesar do BBB a boate lotou,  realmente ele interpreta e dubla muito bem, mas esse não foi o motivo que me fez sair de casa, independente de ele ter ido ou não, eu já iria naquela boate.
Fazia meses que eu não  divertia tanto,  mais do que se eu estivesse ido com algum amigo que eu chamei, não que meus amigos sejam chatos, mas sair a dois é mais sossegado, tranquilo, diferente de um grupo, que tem mais animação, sem contar que quando meu amigo fica com um garoto, eu tenho que ficar sozinho, e em grupo não falta companhia...
Não beijei ninguém, mas isso pouco importa... Quem eu queria estava acompanhado, ou ambos não tiveram coragem de chegar um no outro, dois garotos até tentaram me beijar a força , estavam sem noção.. Além de outros garotos que trocaram olhares, se aproximaram de mim, mas evitei olhar para eles não criarem esperanças, pois eu acho meio constrangedor "dar um fora" nos outros... 
Depois de sair da boate, fui intimado pelos garotos a ir comer pastel na feira... Fazia uns 12 anos que eu não pisava numa feira, mas fui para ter a oportunidade de conhecê-los melhor.
Trocamos contatos, e antes mesmo de eu ir embora, eles me convidaram para a balada no próximo fim de semana, ou seja, agora tenho mais opções de amizades para sair...
Na segunda feira de manhã ocorreu o inesperado, ao acordar para ir trabalhar me deparo com a seguinte mensagem no meu celular de um dos garotos do grupo: 
"Boa noite meu lindo, ontem queria tanto ter ti beijado mais o Al* não saia do seu pé aff. Mas espero que não falte oportunidades... Beijos. Ass. Da*"
Eu até notei ele me pegando, apalpando na pista de dança, mas achei natural, faz parte do clima de balada, rolar algumas brincadeiras, mas nem desconfiei de sua intenção.
Respondi a mensagem dizendo que foi um prazer conhecer o pessoal...
Nem vem que não tem, busco apenas amizades, eles são bacanas, simpáticos, porém não me senti atraído por nenhum deles
Acho que o garoto se precipitou, além de ter sido muito direto... Essas pessoas diretas e sinceras me assustam...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O garoto de piercing na língua

Sábado eu  aproveitei que eu e meu amigo Le* fizemos aniversário no mês de setembro e para não passar batido, fomos nos divertir em uma boate que fazia 5 meses que não íamos..
Eu pedi a ele para que preparasse em sua casa uma boa bebida alcoólica, pois mesmo que eu não tenho hábito de beber, eu queria ficar "mamado", chapado para esquecer da vida, esquecer quem sou eu, esquecer de que eu iria ficar mais velho.
E assim, ele fez 2 litros de uma "mistureba" de vodca, red label e suco de morango, que na realidade nem era tão gostoso, é que sou uma negação pra beber, e já que eu queria perder a noção, eu fiz a minha parte, engolindo aquilo como se fosse remédio...
Nem pra chapar eu sirvo, ninguém merece, dizem que sempre tem a primeira vez, portanto ainda continuo "virgem" de ficar bêbado, o que eu senti, ou melhor eu não sentia, as minhas pernas, parecia que eu estava flutuando, além de meus movimentos corporais, inclusive dos olhos terem ficado mais lentos, porém eu ainda permanecia consciente, mas valeu o esforço, dá próxima vez eu nem perco tempo em tentar, isso não é pra mim....
Na fila da entrada na boate conhecemos uma galerinha, e entre eles estavam uma loirinha que durante a balada chapou de tal jeito que perdeu a noção, ficou meio louca, quase no final da balada, eu aproveitei da situação e ao encontrá-la na pista sozinha, jogada sem rumo, fui dançar com ela agarradinho, rolou apenas um beijinho, enquanto eu mordia seu pescoço ela correspondia mordendo meus mamilos
Porém bem antes disso acontecer quando eu fui ao WC passei por um garoto que não era perfeito, não era meu sonho de consumo, mas me chamou atenção, por usar boné com a aba do lado com aparência de garoto Hip Hop, alargador de 3 mm na orelha. Ao perceber que eu "paguei pau", que eu o admirei, o garoto veio até a mim e nos beijamos....
A abordagem foi normal de baladas, sem questionar ao menos o nome da vítima, fazia anos que eu não beijava alguém na balada sem perguntar pelo menos o nome, apesar de que para um simples beijo, o nome da pessoa não faz nenhuma diferença.
Nossos beijos foram envolventes e quentes, mas eu fiquei com medo de arrancar o piercing da língua do garoto, tive que beijá-lo com cautela...
Óbvio que ele não foi o primeiro garoto que eu beijei com piercing na lingua, já beijei vários, já fui chupado por alguns, porém a percepção é relativa, pois alguns fazem questão ousar com a língua, mostrando propositalmente que usam piercing na língua, enquanto outros agem normalmente e nem dá pra sentir o piercing.
Adoro piercings, tenho apenas 5, se pudesse eu colocaria outros, porém não colocaria na língua, nada contra, mas é uma parte que em não vejo coerência...
E assim beijei o garoto por alguns minutos e depois quando nos encontramos novamente na pista, rolou outro beijo.

A predileta de Night: I Wanna Go (embora nem dancei por estar beijando)

Logo depois ele já estava beijando outros, o que é natural em baladas...
Fazia quase 5 meses que eu [não beijava alguém na balada], afinal raramente rola uma química em baladas, pois é raro eu corresponder ou ser correspondido com alguém que vale a pena beijar...
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