sexta-feira, 25 de março de 2011

Pernas... Que perdição!

Como me impressiono na faculdade, como pode haver tanta gente bonita reunida no campus da universidade...
Garotos e garotas em que a beleza chegou ali e parou... Chamam atenção de tal forma que é impossivel eu não dar uma "olhadinha" discreta...
Independente de cursarem educação física, há corpos de todas as formas, para todos os gostos, embora há muitos malhadinhos, definidos que mexem com a minha libido sexual....
"Pago pau", me impressiono com barrigas, embora é uma parte do corpo muito escondida, afinal ninguém anda por ai sem camisa, ao menos que seja numa tarde de calor, portanto as pernas além de serem impressionantes, são partes em evidência, cujo ao usarem uma bermuda, shorts deixam a mostra essa "tentação" instigante...
Óbvio que para mim o núcleo seria as coxas, portanto uma parte corporal também escondida, a não quer o garoto use um short  curto, o que é raro de se ver, portanto as pantorrilhas (batata da perna) é mais comum de ver por ai, me impressiono com as que vejo, algumas naturalmente grossas e apetitosas, enquanto outras são torneadas na malhação.
Apesar de que com esse calor, os corpos estão expostos em todos os lugares. Um rolezinho a tarde é contemplar a paisagem física de seres atraentes, cujo fico a desejar, curtindo minha carência...
Futebol na TV é loucura total, 22 homens expondo um corpo espetacular, cujo as pernas impressionam, fico atento as faltas cometidas, principalmente no replay, cujo a câmera lenta me faz admirar cada detalhe físico..
O que me chama atenção nas penas são os "pêlos", portanto por mais boa pinta que o garoto for, se eu noto que ele raspa, depila completamente os pêlos da perna, automaticamente todo o meu tesão se apaga perante aquele corpo.
Pior que noto tantos garotos gostosos depilados, embora estou ciente de que estamos numa época em que vaidade e metrossexualismo faz parte da grande maioria dos garotos, principalmente dos que vivem em academias, cujo estão exterminando todos os pêlos do corpo.
Se cuidar, ser vaidoso é extremamente importante, embora é natural raspar, depilar o corpo da maneira que ache melhor por questões de estética, higiene, mas pra mim há limites, pernas másculas tem que ter pêlos, sejam aparados ou naturais, mas completamente lisas por serem raspadas ou depiladas eu já acho brochante.
Apesar de que cada um vive como quer, como achar melhor...

terça-feira, 22 de março de 2011

Risadas na faculdade...

Terça feira passada foi um dia tenso na faculdade, de fato fez uma semana do ocorrido que revoltou a galera do fundão e deixou alegre a galera que senta na frente...
Semana passada, por eu estar saindo do trabalho e indo direto para faculdade, de alguma maneira todos de minha sala me olhavam, pois de fato não estavam acostumados a me ver sem os meus 5 piercings, além de nunca terem me visto de social, ou até mesmo esport chic, portanto, mesmo que eu chegava meia hora atrasado, eu sempre buscava entrar timidamente na sala de aula pela porta do fundo, sem chamar atenção, e ao sentar-me só saia de lá na hora de ir embora, evitando circular, para evitar piadinhas, mas de fato as piadas foram todas normais e aceitáveis, apesar de alguns questionamentos querendo saber de minha vida profissional...
São tantas aulas toscas, professores que não sabem passar o conteúdo, que percebo que estudar 4 anos é algo desnecessário, apenas para faturar mais na custa dos alunos, portanto nas duas ultimas aulas, como era explicação de algo que eu ja tinha visto ano passado, a minha turminha do "fundão" estava de papos, eu iniciei um papo cômico com a Am*, nos quais a maneira dela contar o fato em que um professor havia babado em seu braço, eu extrapolei na risada....
Putz! Minhas risadas... sempre polêmicas e cômicas, seja nos empregos anteriores, ou até mesmo na faculdade, desde o inicio das aulas há 3 anos atrás eu sempre tive problemas em dar risadas, pois não consigo rir baixo, e minhas gargalhadas extrapolam fazendo os outros rirem da minha risada, e sempre há alguns que imitam, nos quais nem ligo mais com isso...
Gritar, falar alto são coisas que tenho um pouco de dificuldades devido minhas cordas vocais serem fracas, nos quais perco a voz com facilidade, mas dar risadas, gargalhadas altas é algo espontâneo...
Portanto o professor se irritou com as conversas paralelas, juntamente com minhas gargalhadas e veio até a gente no fundo da sala de aula, e expressando nervosismo, apontou um a um para sair da sala de aula, nos quais eu e grande parte de minha galera foi obrigado a se retirar sem ao menos nos defender, nos quais ele repetiu 3 vezes que minhas risadas eram muito altas, que era para eu ir pra fora, me retirar...
Todos espantados, inclusive eu, tivemos que sair da sala de aula 10 minutos antes de dar o sinal para irmos embora, eu apenas fui irônico com o ele, dizendo que eu iria ensaiar uma risada mais baixa em casa, e ao sair no corredor, óbvio que tive que dar risadas altas propositalmente, já que não estava mais dentro da sala de aula...
Foram no total 8 pessoas expulsas da sala da aula...
Todos nós ficamos revoltados, e ao mesmo tempo não acreditando na situação riamos sem parar, afinal em toda a minha vida de estudante, eu nunca fui colocado pra fora da sala de aula, e ocorrer isso depois de adulto, no último ano de faculdade é um fato vergonhoso, hilário, cômico...
Embora, sempre fui avisado que minhas gargalhadas poderiam me trazer problemas, nos quais alguns acharam até bom o acontecido, de fato isso nao vai me empedir de ser feliz, de sorrir, de me mostrar alegre com tal situação, evitar dar risadas já seria pedir de mais...
Hoje todos ansiosos pela aula novamente, as piadinhas foram constantes, ja que hoje iriamos estar frente a frente com o professor novamente. Alguns até chamaram o professor de "tsunami" porque ele fez um limpa na sala, expulsando a gente da sala semana passada...
De fato ele agiu normalmente, até questionei algo do trabalho com ele, conversei normalmente para demonstrar que não me abati com a situação.

sábado, 19 de março de 2011

As aparências enganam...

Ela trabalha na limpeza da empresa, aparenta ter uns 42 anos de idade, tem um casal de filhos com idade entre 20 anos à 25 anos. Além de ser avó, ela é muito simpática, atenciosa, boa de papos, simples, sorridente em que seu aparelho nos dentes se destacam...
Pelo pouco que conversamos em 8 dias de amizade, ela sempre falava que saia muito aos fim de semana e que de fato estava curtindo a vida, devido seu casamento sofrível de 20 anos com um alcoolatra, nos quais não havia dado certo, portanto ela aproveitava a companhia de uma amiga "meio louca", e curtiam muitas festas...
Para ir embora do trabalho, visualmente ela se transformava, usava e abusava no perfurme, soltava seus cabelos ruivos, ousava em suas roupas curtas e decotadas, embora quando ela ia embora, eu sempre ocupado, apenas lhe dava um tchau de longe....
Na sexta-feira, cheguei meia hora antes no trabalho, e ao cumprimentá-la, iniciamos um papo sobre o fim de semana, em que aos poucos ela foi se abrindo naturalmente, dizendo que saia muito nos fim de semanas, para curtir a vida de todas as formas, afirmando que trabalha muito, tem uma vida digna, nos quais ninguém tem nada a ver com sua vida....
Em nossas conversas, ela admitiu que já foi em casas de swings com amigos, cujo aproveitou bem a troca de casais... Além de ter curtido a seção de pegas, pegando o pau dos homens que estavam socados no buraco de uma espécie de paredão, onde não se viam o rosto deles, além de assistir e fazer muito sexo....
Frequentemente ela participa de churrascos, em que ela e amiga são convidadas, onde se rola de tudo, cujo há poucas mulheres e muito homens, nos quais ela se refere como "orgias"...
Essas orgias em chácaras são frequentes, cujo alguns amigos que exercem "cargos de segurança", são vistos pela sociedade como machões, bravos, carrascos por serem autoridades, nos quais 3 deles, além de casados com mulheres, são bissexuais, se pegam em surubas, praticam o ato sexual entre eles, depois as mulheres da festinha são convidadas a participarem, cujo ela acha tudo isso absolutamente normal, ou seja, surubas, trocas de casais, casais liberais, bissexualidades já não são mais novidades se comparados com sua época, nos quais ela não possui a mente fechada e quadrada, além de adépta dessa "modernidade sexual", cujo eu não tenho nada contra, porém não é do meu feitio essa modernidade sexual...
Ela é ousada e admite que gosta de chamar atenção, usa meias arrastão, cujo um dia, ao ir trabalhar às 5 da madrugada, ao passar por 2 travestis quase apanhou, pois os travestis acharam que ela queria roubar o ponto delas, iniciando uma discussão, nos quais ela ficou envergonhada, diante dos clientes dos travecos....
Depois de nosso papo íntimo de meia hora, me diriji as minhas tarefas, cujo ela percebendo que havia se empolgado em aprofundar no assunto, me pediu segredo, dizendo que ninguém na empresa sabia dessas histórias...
Óbvio que ela não é a 1ª pessoa que espontaneamente confia em mim para compartilhar fatos, momentos, segredos vividos, nos quais o sigilo sobre a vida das pessoas é fundamental, jamais comentaria algo para alguém na empresa....
Mesmo surpreso com todas as histórias que ouvi, eu me senti honrado pela confiança, afinal em 8 dias de amizade nos quais nem tinhamos tempo para conversar, ela confiou em mim ao ponto de contar sua intimidade...
Realmente, quando se ve ela trabalhando, não da para imaginar do que ela é capaz, entretanto me surpreendi com os contos, nem tive pensamentos maus em relação as suas histórias, embora jamais esperava ouvir esses fatos, mas.... ela é digna de trabalho, tem caráter, e cada um vive e se diverte como quer, como achar melhor, embora comigo esses lances não rola, apesar de que não tenho nada contra...
Quantas mulheres e homens pensam e desejam sacanagens e orgias de todos os tipos e a falta de coragem e medo da sociedade lhe deixam recatados ao ponto de criticar a vida dos outros por revolta e infelicidade por não serem capazes de fazer o que desejam...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Rotina...

Hoje encerrou-se a minha nova rotina de trabalho e treinamento na cidade vizinha, em que eu percorria de moto todos os dias com minhas idas e vindas 110 km por dia...
Por ter sido um período de apenas 8  dias, a rotina foi bacana... Devido ao horário de pico, as minhas chegadas e saídas da cidade vizinha eram tensas devido ao trânsito, era tudo muito tumultuado, porém não tive medo, apenas a minha atenção era redobrada na rodovia, devido ao grande número de caminhões, além de ser certeiro na chegada ao trabalho, porém me perdia na hora de ir embora, apesar de que nos 3 últimos dias eu ja havia traçado um caminho certo....
Sentirei saudades do pessoal, nos quais a partir de agora o contato profissional diário será apenas por telefone, e-mails...
Sentirei falta das vezes em que eu ficava meio tenso em comunicar com os candidatos por telefone, devido estar em meio de outros funcionários, inclusive minha chefe na mesa ao lado, mas aos poucos me adaptei, agia de maneira mais tranquila e natural ... Eram tantas ligações que todos funcionários realizavam que de alguma forma a maneira de comunicação, o tom de voz exagerado de algumas pessoas e a voz de cada um deles ficaram gravados em minha mente...
A única coisa em que tive dúvidas durante esse período, foi a sexualidade dos únicos 3 funcionários masculinos da empresa... As vozes delicadas, calmas, e alguns termos e girias utilizadas me deixaram na dúvida, apesar de que nunca fui de acertar no julgamento da sexualidade dos outros, sempre fui meio "tapado" embora, sempre ouvia dos 3, assuntos, comentários sobre mulheres, namoradas, apesar de que isso nao significa nada, pode ser um disfarce, mas me confundia... Apesar de que independentes disso, são caras bacanas, cujo hoje fui convidado por um deles para almoçar em um restaurante no centro da cidade, nos quais mesmo ele tendo "um jeito suspeito de gay", ele falava muito de mulheres,olhava-as...
Mas eu gostava mesmo quando o garoto do CPD ia na unidade prestar serviços, pois mesmo ele sendo hétero, o corpo, e seu jeito másculo, de poucas palavras eram fascinantes....
Todos momentos ficarão gravados em minha mente.... As conversas no horário de almoço, os fatos cômicos que eu ouvia no dia a dia, os momentos em que eu me perdia nos corredores....
A pior parte era sair correndo do trabalho, chegar em casa às 19 horas, comer algo sair correndo para faculdade, chegando meia hora atrasado...
Agora só me resta iniciar sozinho na nova unidade em minha cidade, apesar de ter a companhia de um deles na 1ª semana, mas toda rotina será alterada, em fase de adpatações...

domingo, 13 de março de 2011

Coisas de adolescente...

Estava hoje relembrando meu passado... Com o passar dos anos, ando mais prudente, cauteloso, rejeitando pessoas e propostas toscas, cujo nem acredito ter feito tais coisas em minha adolescência, mas essa fase é cheia de insanidades, atos sem pensar, agimos por impulso, sem noção dos riscos...
Quando eu tinha 16 anos de idade, na mesma rua que eu morava, a 4 quadras acima de minha casa, ao lado do cemitério, morava o Hi*, um garoto de 21 anos, corpo formado, bonito, um tesão de pernas, ele era meu desejo impossível...
Toda vez que estava em frente de minha casa, quando ele passava de moto ou a pé, eu admirava-o, e além disso, toda vez que eu ia ao mercado, ao passar em frente de sua casa , lá estava ele sentado na calçada com um short curto de pernas abertas, diante tudo aquilo, eu disfarçadamente, admirava-o...
Nunca tivemos papos, pela diferença de idade, além de não termos amigos em comuns, pois os amigos dele eram os playboys do bairro...
Estudávamos no mesmo colégio, cujo eu era do período da tarde, e ele noturno. Até que ele fez parte do mesmo grêmio estudantil em que eu participava, o grêmio estava em candidatura, portanto ele raramente participava das reuniões, sendo assim eu pedi para dar-lhe o recado de que ele não faria mais parte do grêmio, em reposta, ele disse que não queria mesmo participar do gremio, pois tinha muito criança... Em suma o grêmio não foi eleito...
Sempre nos viamos no bairro, e se antes a gente não conversava, depois dessa divergência em que ele disse indiretamente que eu era muito infantil, eu evitava olhar-lhe, apesar de que a minha instiga e desejos por ele continuavam...
Passou-se meses, até que em um sábado a tarde, eu estava vindo da casa de um amigo a tardezinha, e ao passar por ele sentado em sua calçada, dei uma observada de cima em baixo, nos quais ele notou a minha atitude, e ao seguir meu caminho, ouço assobios, gritos do tipo chamando alguém, ao olhar para trás, era ele, eu olhei para todos os lados, para ver quem ele tanto chamava, e não havia ninguém na rua, continuei meu caminho, e os assobios e gritos continuavam, eu parei, olhei para trás, ele fez sinal para eu esperar... Eu meio sem entender aquilo, fiz sinal se era comigo, e quando ele afirmou que sim, eu o aguardei tenso a sua aproximação, afinal eu estava sem imaginar o que ele queria...
Quando ele se aproxima, pergunta se eu curtia homens....
Eu tremendo, tenso, deslocado, perdido, não sabia o que responder, pois ele morava próximo de casa, eu não queria me expor, tive medo de que ele poderia estar "testando" minha sexualidade, e de futuramente espalhar para as pessoas, nem acreditei, pois ele era bonito, estava sempre com os amigos que as garotas desejavam... Na minha concepção, jamais ele curtiria outros caras...
Mas por outro lado eu estava diante de um "sonho de consumo", diante um corpo nos quais eu sempre desejei, e deveria superar o medo, a desconfiança e tentar me realizar, já que eu tinha consciência do que eu queria, apesar de que eu havia saído com garotos apenas 2 vezes, portanto não tinha noção e experiência...
Eu mesmo sem jeito e tremendo diante daquele corpão, menti, afirmando que tinha vontades, nos quais eu nunca havia saído com homens, sendo assim fomos para uma casa abandonada para praticar o tal ato... Coisa de muleque, tudo muito rápido, e básico, porém satisfatório...
Depois desse dia, ambos evitavam se ver, e meses depois ao passar novamente por ele sentado em sua calçada, ele me aborda novamente, sendo mais direto.
Adolescentes agem de forma insana, cujo nesse dia era quase 18 hrs, nos quais fui convidado por ele a pular o muro do cemitério para praticarmos o ato sexual...
Óbvio que desde aquela época eu sempre tive medo de espíritos, jamais iria cometer essa locura diante os mortos, mas suas insistências e argumentos, assimilados com o meu tesão, me fizeram mudar de idéia, apesar do medo...
Pulamos o muro, adentramos ao cemitério e observamos bem se havia alguém, e sendo assim, ele escolheu um túmulo para o tal ato... Mesmo que não era a noite, juntou-se o medo, a insegurança, a consciência pesada com o tesão, pois mesmo que na época eu era mulecão, esse ato julgado por mim como pecador mexia com a minha consciência... Saí de lá satisfeito, embora jurando para mim mesmo evitar o garoto, pois por ser próximo de casa alguém poderia descobrir... Eu  até saia com garotas para evitar cair em tentação novamente...
Depois disso, raramente o via, continuava desejando- o sempre, pois para mim era tudo novidade, apesar de ser viciante, às vezes até passava em frente à casa dele para ver se ele estava sentando na calçada, mas era em vão....
E passado alguns meses, toda a cena repetiu-se, totalizando umas 5 vezes de encontros sexuais com ele, com a mesma abordagem, no mesmo local, ou seja, dentro do cemitério, embora em túmulos diferentes (prefiro nem imaginar quem eram os moradores daqueles túmulos, até porque relembrar de tudo isso, me causa medo das consequências desse pecado)...
Depois disso mudei de cidade, e nunca mais nos vimos...
Mas naquela época eu era muleque, sem noção, pois óbvio que hoje em dia, jamais faria isso novamente, pelo o medo de espíritos ter aumentado, além da maturidade que tenho.

Moral da história: Sempre há alguém ao nosso redor que de alguma maneira nos desejam, nos paqueram, portanto, a falta de coragem, de iniciatiava ou de oportunidades, impedem uma aproximação. É sempre bom estar atento.

sábado, 12 de março de 2011

Desafios do novo emprego....

Já não vou me deitar ás 3 da madrugada como de costume, e muto menos acordo as 11 da manhã... Achei que seria dificil ter que acordar às 5:40 da manhã, percorrer 55 km para entrar às 8 no trabalho, sair correndo às 18 hrs para chegar em minha cidade e entrar na faculdade ás 19 horas, embora nem estou indo para faculdade, devido ao ritmo de carnaval, e apesar da correria, estou me adaptando à nova rotina, afinal nada melhor do que sentir-se útil...
Tempo agora não faz mais parte de minha vida, menos mau! Não aguentava mais olhar para o relógio o dia todo....
Ando em fase de adaptações, nos quais nem está sendo dificil como imaginei...
Abandonei meus 5 piercings, deixei de lado meu jeito muleque na maneira de se vestir, nas gírias que utilizo no dia a dia... Já não uso mais o cabelo arrepiado, meu moicado destacável não me pertence mais. Estou perdendo toda minha identidade exterior, embora poderei usar esse naipe nos fim de seman. Agora devo ser o mais formal possível no estilo e na maneira de agir...
Apesar de fazer apenas 3 dias de trabalho, notei que a equipe de trabalho é bacana, foram bem receptivos, prestativos para comigo, embora desconfie da sexualidade do M*, suspeito de algumas atitudes que presencio devido nosso contato, cujo ele que está me ensinando todo o processo, embora ele curti skate, video game, mas isso não influi em nada... De início achei ele normal, mas ando tendo uma caídinha por ele, e quando ficamos próximos, eu viajo em pensamentos inúteis...
Pena que a minha permanência naquela unidade será de apenas 1 semana para treinamento, procuro aproveitar bem as amizades, embora sentirei saudades do pessoal.
Novo emprego é tudo novidade, toda atenção é pouco, busco anotar tudo o que julgo importante, prestar muita atenção na execução das tarefas que futuramente executarei, embora meu contato seja diretamente com vários candidatos que estão desempregados, busco ser o mais simpático e natural possível, pois já passei pelo o que eles estão passando, e além de estar desempegado, aturar pessoas mal educadas, que agem com má vontade é ridiculo...
Devido algumas dificuldades que tive na busca do emprego, eu sei muito bem o que é buscar um emprego. Ao fazer o processo seletivo dos canditados estou ciente de que devo agir com a razão e não com o coração, portanto é penoso, lamentável ter que reprovar um canditato, pois percebo sua ansiedade, nervosismo, tensão, que de fato ás vezes isso atrapalha na executação dos testes exigidos pela empresa.
Além de acompar diariamente o processo seletivo de algumas turmas, nos quais presenciei algumas reprovas, eu tive que executar os testes em alguns candidatos e reprová-los no teste de informática...
Concordo que esse teste é fácil, sendo exigido apenas informática de nível usuário, nos quais é óbvio que com  a tecnologia, ter noções básicas de informática é essencial nos dias de hoje, mas que infelizmente alguns canditados, por algum motivo não dão conta de realizar o teste, se tornando "inaptos" à vaga...
Foda de tudo  isso é informar, argumentar que não foi aprovado no teste, isso me deixa triste, pois estou ciente da necessidade que têm de um emprego, mas faz parte, pois preciso executar corretamente a minha função, superando as expectativas da empresa...

quinta-feira, 10 de março de 2011

7º Selo

Recebi mais um selo do Diogo Didier...

Conforme as regras expostas no selo:

1 - O livro que eu leria muitas e muitas vezes sem me cansar
Amar pode dar Certo - Roberto Shinyashiki

2 - O livro que eu escolheria para ler o resto de minha vida
Atitude - Luiz Gasparetto

3 - O livro que eu indico para as pessoas lerem
Violetas na janela - Vera Lúcia Marinzeck

4 - Os 10 blogs que indico a responder este Meme (informação cultural)

1 - http://wanderleyelian.blogspot.com/
2 - http://paulobraccini-filosofo.blogspot.com/
3 - http://ecleticidades2.blogspot.com/
4 - http://reconfessions.blogspot.com/
5 - http://tresegos.blogspot.com/
6 - http://semcortesesemedicao.blogspot.com/
7 - http://umpotedeouro.blogspot.com/
8 - http://inconstanteblog.wordpress.com/
9- http://sougay.wordpress.com/
10 - http://foreveryoung25.blogspot.com/

5 - Grato pela indicação do blog http://serfelizeserlivre.blogspot.com/

terça-feira, 8 de março de 2011

Pessoas vazias...

Às vezes me cobro por ser tão iludido ao esperar uma boa conquista dos paqueras, um xaveco simples e verdadeiro, um bom papo, ou até mesmo um programinha bacana para ambos se conhecerem melhor, mas me engano com as pessoas e me surpreendo com a rapídez do envolvimento, pois não existe mais a "conquista", ninguém quer perder tempo com isso, eles querem algo para já, se eu não quero, já partem pra outros...
Embora até acho bacana quando o garoto insisti e corre atrás, que me liga, que me procura, desde que haja conteúdo, simplicidade e sinceridade,  mas às vezes, alguns perdem o bom senso, e se tornam insistentes e inconvenientes...
Nunca fui de acreditar fácilmente nas idéias das pessoas, talvez esse meu lado cético cria uma barreira, cujo evito tentar algo, onde eu penso, analiso, investigo os mínimos detalhes para não quebrar a cara, e muitas vezes noto tantas mentiras, informações irreais que as pessoas dão de suas vidas que me decepcionam.
Apesar de que um contato virtual as pessoas assumem características e personalidades diferentes do real, pois é tão fácil mentir, não há um contato visual, em que percebemos tal mentira, portanto falam o que querem, mentem, omitem buscando vantagens...
Confesso que em minhas fases sexuais, tais informações não tinham importância, o importante era rolar a quimica física, eu me simpatizar com a embalagem, praticar o ato sexual, o restante naquele momento para mim não tinha importância nenhuma...
De fato os anos passaram, amadureci, meus objetivos são outros, embora não busco sexo por um simples prazer, busco um momento mais complexo, mais intenso, nem sei se busco namoro, mas de fato passei a ser mais exigente com o interior da pessoa, dispensando belas embalagens por não ter conteúdo...
Fatos constantes
O que me impressiona, é que alguns paqueras nos quais tenho contato real, insistem em omitir sua vida sexual, é tão simples admitir que transou hoje, ontem, semana passada, mas preferem mentir dizendo que faz meses que não praticam o tal ato, preferem se passar por carentes, por puros e corretos, achando que sexo recente é pecado, ou sentem vergonha em admitir...
Ninguém precisa ser tão sincero ao ponto de divulgar sua vida pra todo mundo, mas quando se há uma pequena confiança ou interesse, informações simples não precisam ser omitidas, e quem é capaz de mentir coisas toscas, vivem mentindo outras coisas, e nunca se sabe quando há sinceridade...
Além disso ser decepcionante, bens materiais são tão insignificantes quando estamos afim de verdade de alguém, portanto não vejo necessidade em saber o que o garoto tem, e mesmo sem perguntar, para impressionar, eles insistem em assuntos que descrevem que tem um carro, e/ ou que o carro é próprio mais os pais usam muito e por isso ficam sempre sem o carro, e/ ou até mesmo que não tem mais carro porque se acidentou, e por coincidências descubro rapidinho que nem carro tem....
Expõe acontecimentos de lazer, baladas em que gastaram um valor excessivo, esbanjando e demonstrando que tem poder aquisitivo, nos quais é perceptível que são contos imaginários, irreais...
Cada papo tosco, em que percebo que o garoto quer me conquistar demonstrando coisas fúteis, algo sem conteúdo, cujo nem devo perder tempo, e a medida que vou amadurecendo e praticando meu ceticismo, vou deixando de lado essas pessoas que para mim não tem o valor que me impressiona...
É tão simples impressionar e ser impressionado, basta agir naturalmente, ser simples e sincero, o resto é consequência...
Já passei da fase de acreditar em coelhinho da páscoa, em papai noel... Embora existem muitos que se deixam enganar facilmente, se iludem e depois se passam por vítimas, mas cada um tem o direito de falar e acreditar no que quer... Cada um com suas mentiras, com a sua consciência, nos quais acredita quem quer, ciente das consequências....

sábado, 5 de março de 2011

Cadê os amigos?

Á vezes me cobro por ser tão chato na escolha das amizades, nos quais quem procura amigos sem defeitos, termina sem amigos...
Apesar de que sempre fui de poucos amigos, ainda mais depois de algumas decepções.... Além disso pelo pouco que observo em alguns colegas gays é que a maioria só falam sobre sexo, esquemas, machos.. Puxa! Tem que ter um mix, variar no conteúdo, nos assuntos, há tantos assuntos bons e diferentes para se falar, e ouvir isso constantemente cansa, enjoa, irrita...
Eu estava animado para pegar uma baladinha hoje, apesar do dia chuvoso, eu estava afim de ver pessoas diferentes, dançar eletrônica, psy, até não sentir mais os pés, buscar esquecer que é carnaval... Dei até um trato no cabelo, mas só fiquei na vontade, não arrumei companhia para ir... Às vezes me sinto sózinho e hoje tive a conclusão disso...
Preciso buscar novos colegas de baladas urgente...,O Dan raramente vai pra boate, o Fa* namora e está doente, o Li* está viajando para casa da familia, o Le*, Ale*, Ri* da cidade vizinha não estavam afim, enfim, notei que se eu ficar na dependência apenas dessas pessoas, sempre ocorrerá o que ocorreu hoje, ficarei sem sair, apenas na vontade...
Sair sozinho nem pensar.... Me dá impressão que todos ficam me olhando, me observando, e além disso, gosto de conversar com amigos, rir, zuar... A 1ª e última boate que eu fui sozinho, eu até arrisquei, fiz algo que não tenho hábito, pois notei  na fila de entrada que um garoto também estava sozinho, puxei papos e nos tornamos colegas inseparáveis dentro da boate, foi até bacana, se não fosse o fato de eu ver uma garota da faculdade que estuda na mesma sala que eu, embora sei que ela é hetero, e havia ido matar a curiosidade com seus amigos gays, cujo até pedi segredo a ela, mas quem garanti que ela não contou a ninguém? Que se foda!
Apesar de que colegas de baladas não é algo completo, é uma amizade bacana, cujo a interação e o contato é apenas pra balada, fora isso, cada um tem sua vida, são pessoas legais, mas que não se cria um laço íntimo, por não passar uma confiança para compartilhar segredos, pedir conselhos, e confiança não se cobra, se conquista... e amizades verdadeiras não é realizada de uma hora para outra...
Não ser assumido tem seu preço, suas restrições, pois não posso sair por aí me expondo, andando com pessoas que se expõe sem se preocupar com os outros... De fato admiro essa coragem, pois vivem independente das opiniões dos outros, fazem o que tem vontade, age como gostam, como querem, tem a liberdade de serem elas mesmas, sem máscaras ou comportamentos e posturas artificiais...
Portanto comigo é diferente, embora sei que ninguém tem nada a ver com a minha vida, mas tenho medo de que descobrem algo em relação à minha sexualidade, e se por ventura um dia minha família descobrir, gostaria que fosse pela minha boca, e não através de fofócas dos outros....
Além disso eu preciso arriscar, fazer novas amizades, ter mais amigos verdadeiros que me entendam para que eu possa compartilhar meus momentos, minhas dúvidas, pois só tenho o Dan que está quase namorando, e automaticamente isso nos afastou, além do [ Ge* ] nos quais raramente vou à casa dele... Esses eu confio e estou ciente de que são megas verdadeiros...
E assim vou vivendo... restritamente, escondidinho, solitariamente, porém ainda feliz e satisfeito com a vida, sem a necessidade de me assumir perante minha familia e/ ou a sociedade...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Presentão de Carnaval...

Depois de um [ ano complicado ], que vivi em 2010, e de viver [ 12 meses batalhando ], eu estava perdendo todas as forças, esperanças, embora as buscas por uma ocupação eram constantes, e as decepções eram lamentáveis... Ontem a tarde recebi uma telefonema da mesma [ empresa ] nos quais não havia dado certo semana passada, devido a distância, porém fui convidado a comparecer na empresa hoje de manhã para analisar uma proposta....
Fui confiante, embora não estava ciente da possível proposta, e a frase que eu batizei esse fato por não ter dado certo semana passada teve tudo a ver : " Tem mal que vem para o bem", ou seja, o mal é que não havia dado certo, pela distância, e o bem, é que foi bom não ter dado certo, devido aos riscos diários que eu estaria sujeito de moto na estrada, portanto a frase foi mais que perfeita, pois a proposta que recebi hoje pela empresa foi brilhante, de trabalhar sozinho na nova unidade que irão abrir em minha cidade, cujo não será estágio, e sim uma vaga efetiva, com um salário melhor, embora as responsabilidades e o comprometimento serão maiores, nos quais o desafio será enorme, pois é uma área de atuação ótima, nos quais nunca imaginava exercer tal cargo...
Ufa! Agradeço a Deus pela oportunidade...
Depois de ter feito uma integração na filial em que fui contrado, fui aprensentado a todos, e estou constatando que o psicólogo recém formado, juntamente com um auxiliar admistrativos sejam gays, óbvio que nosso contato será mega profissional.
A parte complicada é que me virei de todas as formas na cidade para chegar à clínica, cujo fiz exame admissional, e logo após me perdi novamente para chegar à matriz da empresa, para assinar o contrato, cujo me surpreendi com o tamanho e o carisma da equipe.
Agora é esperar passar o carnaval, chegar a quarta- feira e fazer o treinamento na cidade vizinha por 1 semana, além de sair de lá correndo para chegar a tempo de ir para faculdade...
Embora sou tapado para andar de bus, ainda mais naquela cidade em que não conheço nada, eu escolhi fazer esse trajeto de moto, mesmo sabendo dos riscos, além disso, de bus eu teria que sair muito cedo de casa, e chegar muito tarde na faculdade...
Finalmente Deus atendeu minhas preces, agora me sentirei útil novamente, terei motivos para sorrir, cujo quando as coisas vão indo bem, automaticamente a auto estima e o astral são bem melhores...
De fato eu não curto carnaval, mas agora tenho motivos para comemorar, pegar uma baladinha eletrônica, embora me falta a cia de um amigo, além de escolher um lugar para ir....
Mas minha teoria é:
"Neste CARNAVAL não vou beber, não vou fumar, nem vou transar, só vou falar mentira. ..." (mas na prática é bem diferente)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Perdendo o medo...

Com o passar dos anos, ao invéz de eu estar amadurecendo, me encorajando com o cotidiano, me deparo com o medo e a insegurança de praticar situações simples como evitar veículos motorizados para ir aos devidos lugares a pé, caminhando.
Depois da última [ balada ] com o [ Li* ], nos quais percorremos metade do trajeto de bus para reduzir custos de pedágio, combustível, no retorno da balada, às 05:45 hrs da madruga caminhando pela avenida, ele percebendo a minha insegurança e medo, cujo eu olhava constantemente para atrás, e quando via alguém dizia que estava com medo de ser roubado, o Li* me chamou atenção dizendo que eu tinha comportamento de criança e caipira...
Além disso, são raros as vezes em que ando de ônibus, e a falta de prática me deixa tenso, ao ponto de me confundir na leitura de destino no painel do bus em movimento, além de sentir-me inseguro, com medo de ficar parado no ponto à espera do bus, e o Li* percebendo a minha tensão, disse que eu não saberia me virar sozinho, que sou muito dependente. Apesar de que estávamos em outra cidade, eu me senti um pouco deslocado.
De fato, bus não faz parte do meu cotidiano, cujo ao entrar no bus, eu me sinto fragilizado, ando nos corredores desequilibrado me segurando de todas as formas para não cair com o movimento do bus, enquanto outras pessoas circulam normalmente dentro do bus demonstrando equilibrio e habilidades...
O que me espanta, é que ele com seus 20 anos de idade parece ser mais vivido do que eu, me senti envergonhado diante dessas situações...
Depois desse dia, andei pensando, analisando e notei que eu deveria perder todo esse medo e insegurança em andar a pé, deixando a moto, carro de lado para ir em alguns lugares na caminhada, pois eu deveria aproveitar que moro próximo ao centro e a faculdade.
Porém confesso que andar a pé, independente de ser durante o dia, ou noite eu "ainda" tenho medo.  Medo de um carro desgovernado me atropelar na calçada, medo de ser confundido na rua e apanhar, de ser roubado, de que alguém passe de carro atirando com arma de fogo, além de vergonha de atravessar um semáfaro bem na hora que se torna verde, fazendo eu correr na avenida...
É praticando que se aprende, e antes que meu medo se transforme em pânico, estou aproveitando esse momento à toa e estou indo à faculdade á pé, já que moro pertinho...
Por enquanto está sendo prazeroso sair de casa às 18:55 hrs, caminhando meio que atrasado, mas observando as pessoas que cruzam por mim diariamente devido suas rotinas...
Ao sair às 22:30 hrs venho tranquilo curtindo uma musica, com apenas 1 fone no ouvido, deixando o outro livre para que eu possa ouvir qualquer barulho suspeito, ou seja, busco estar atento ao meu redor, cujo sempre tive o hábito de olhar pra trás constantemente por medo ou impressão de estar sendo seguido...
Ontem me empolguei na saída da facu, aumentei meu trajeto fazendo companhia para duas amigas, sob uma fina garoa, mas papeando todo trajeto se torna curto... Voltei sozinho, e tranquilo, mesmo que as ruas estavam desertas por ser quase 23 horas, isso não foi motivo para me causar aquele medo, e sim espanto, pois estou notando que aos poucos estou deixando de lado essa insegurança, além disso caminhar propicia beneficios físicos e mentais, tranquiliza a mente....

Cadê a paciência?

Á vezes ajo de maneira tão àspera, ignorante, com grosserias que depois de ter agido de tal forma observo o quanto que fui estúpido...
Não é de hoje que ajo assim, cujo a minha familia já me poupa de certos assuntos, sabendo de minha reação estúpida...
Reconheço meu lado bipolar, além dos problemas que vivo, mas busco amenizar as coisas, mas tem horas que não dá, não penso duas vezes para demonstrar minha irritabilidade espontânea...
Com as minhas sobrinhas, as minhas atitudes são lamentáveis, eu me declaro impotente, covarde ao ponto de não ter paciência com crianças, embora me esforce, mas há tantas coisas que me irritam, como fazer manha e pirraça, quando não aceita um "não" como resposta, ou até mesmo quando estou ocupado e ficam me chamando desesperadamente como se o mundo fosse acabar, diante desses fatos eu me irrito de tal forma que a minha resposta é direta e objetiva, nos quais se fosse com um adulto, seria uma discussão imediata.... O bom de uma criança é que não há maldades e nem rancor em seus corações, pois não guardam mágoas, tudo é coisa de momento...
São crianças, são inocentes, não sabem esperar, querem tudo na hora, não tem noção do que é estar ocupado, o que é não ter disposição, não entendem que adultos cansam, e tem problemas para resolver...
Independente de ser gay, nunca me vi sendo pai, apesar de que amo de verdade minhas sobrinhas, sou capaz de tudo por elas, trato-lhes, e me dedico-as como se fosse minhas filhas, mas jamais teria vontade de conviver 24 horas com crianças, sinceramente sou muito explosivo para atura-las....
Como se não bastasse o perído estressante que vivo, a minha [ gatinha ] insisti em tirar o curativo que faço nela, isso porque ela já havia se acostumado, e por mais que eu brigo, mostro que não pode, ela tenta tirar... Ao ver que ela mais uma vez havia arrancado, eu tive que dar-lhe uns tapas, chacoalhar-lhe deixando claro que o que ela fez foi errado...
Agora estou aqui, aos prantos de arrependimento ao ver que ela quietou-se de vez eu foi dormir...
Como pude ser mais animal do que ela? Afinal ela não entende, e eu deveria ter sido mais compreensivo...
É sempre assim, me arrependo das atitudes estúpidas que tenho, busco não cometê-las novamente, prometo mudanças, mas após alguns dias, continuo o mesmo bronco de sempre...
Queria aprender a respirar fundo, contar até 10 antes de ter alguma atitude... Embora isso é de família, como se não bastasse minha mãe, meu pai que sempre foi tranquilo, agora se estressa por pouca coisa, vive discutindo no transito, em supermercados, enfim....
Se tudo isso é nervosismos, estresse, impaciência, eu não sei, só sei que se continuarmos desse jeito, não sei o que será da gente....

terça-feira, 1 de março de 2011

Palavras cruzadas...

Ao me deparar com palavras cruzadas, automaticamente, relembro de 13 anos atrás, cujo eu ainda era um muleque infantil, inocente, sem noção, que aproveitava os jornais que recebia em casa apenas para ler "desgraças alheias" e fazer palavras cruzadas, que na época eu falava "cruzadinhas"...
Recordo-me dos minutos, das horas em que eu me dedicava, quebrando a cabeça, me auto desafiando, e quando conseguia preencher 50% das questões era uma alegria, eu me realizava, vibrava por ter aprendido uma palavra, ou um termo desconhecido, cujo fui ouvindo dos professores e descobrindo os beneficios mentais que esse passatempo propicia, aumetando assim minha aptidão pelo jogo, embora eu não tive incentivo ou ensinamento de alguém...
Saudades da época em que eu as recortava dos jornais, e levava 4 passatempo desses para distribuir entre os amigos no colégio, disputando quem conseguia responder mais, faziamos competições, cujo passávamos dias trocando os jogos, interagindo um com o outro....
Anos passaram, deixei de praticar esse passatempo por muitos anos, apesar de que na faculdade pratiquei algumas vezes com a galera, mas foram raros esses momento, até porque estava ficando desatento as aulas...
Agora voltei com essa mania, cujo toda lembrança e saudades insisti em permanecer em minha mente, mas os tempos são outros, a minha idade, conhecimento, visão são bem mais amplas.
Atualmente os recursos são completamente diferentes, pois a tecnologia não me deixa restrito à apenas um papel e caneta, pois jogando on line eu observo se errei, sou mais exato, vejo minha pontuação e ainda posso jogar on line com até 4 pessoas disputando o mesmo jogo, ou seja, é um desafio, nos quais vence o melhor...

http://www.coquetel.com.br/jogar.php?id=9640  (jogo com participantes)

A sensação é a mesma, de conhecimento aplicado ou adquirido em cada resposta.
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