domingo, 26 de abril de 2015

Praia de Nudismo

Há 07 dias atrás, no feriado prolongado que passou, eu e meu boyfriend, juntamente com um amigo fomos curtir um fim de semana prolongado em [Florianópolis- SC].
As 10 horas de viagem foram compensadas pelas paisagens, e Florianópolis é um lugar deslumbrante, a natureza é linda, apesar das águas geladas.
Fica a dica, tudo em Floripa é encantador, inclusive a história do lugar.
Ilustração
Apesar de que, achei as pessoas mais reservadas, diferente de outros lugares que já visitei como Salvador e Porto Seguro, mas cada lugar tem sua cultura e estilo de vida.
Dentre os vários passeios realizados, ficamos sabendo no dia seguinte que estávamos ao lado de uma [praia de nudismo], que por sinal meu amigo se instigou pra ir, mas ja era a data de irmos embora, nem deu tempo dele conhecer este lugar... 
Em anos anteriores eu já me imaginei em praia de nudismo, ja tive vontades e curiosidades de ir nestes lugares, mas de fato atualmente eu namoro, a concepção é outra, aliás não seria nada legal para ambos admirar o corpo alheio e/ ou ser admirado pelos frequentadores, afinal qual o sentido de um casal estar pelados se expondo para os outros?
Porém para quem está solteiro, é um paraíso pra ver e/ ou aprontar todas, pois já ouvi amigos dizer que em lugares mais afastados desta praia rola de tudo sem pudor, isto porque a praia de nudismo não é considerada gay...
Mas estar em um ambiente que todos estão pelados, é um convite para algo, pois nem sempre é fácil manter o controle e o tesão, pelo menos pra mim, seria um desafio.
Você já foi em praia de nusdimo? Como foi a experiência?
E você que nunca foi, tem vontade de ir? Caso esteja namorando, iriam mesmo assim?
Compartilhe conosco sua opinião....

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Amigos de estudo

Logo no primeiro dia de aula de meu boyfriend em fevereiro, ao nos encontramos no horário de entrada para lhe desejar sorte, vimos meu ex namorado adentrando a instituição. Até brinquei de forma irônica com meu boyfriend que eles seriam da mesma turma.
Dito e feito! Só não imaginava que em poucos dias de aula, meu boyfriend teria um vínculo de amizade ao ponto serem do mesmo grupo de estudo.
Apesar de que, meu boyfriend sabe muito bem que eu não tenho nada contra esta amizade, muito pelo contrário, até dou apoio, visto que o garoto foi meu segundo e último namorado, e o término da relação de 09 meses, foi super tranquilo, pelo fato dele trabalhar todos fins de semana, e na época eu estava iniciando a faculdade, desta forma, não tínhamos tempo pra namorar e a relação foi se transformando em amizade.
Lembro-me que, quando o conheci numa festa, ao vê-lo passando por mim, com uma certa dificuldade no andar, eu jurava que ele estava "chapado", porém no decorrer do namoro, percebi que ele tinha uma pequena dificuldade para andar, no qual nem dei importância, nunca questionei e nunca me importei com isto.
Anos depois, uma amiga disse que ele tinha um problema, no qual ela usou o termo deficiência, e dias atrás meu boyfriend disse que meu ex falou abertamente na aula sobre o problema que tem que é [atrofia muscular]. Fiquei com pena e sentido por ele.
Entretanto, este detalhe é tão pequeno diante da índole e caráter do mesmo, no qual tenho mera certeza de que, da mesma forma que na época ele me conquistou, ele conquistará muitas pessoas... Só me resta torcer por ele...
Voltando ao assunto da amizade dos dois, caso fosse um ex namorado ou ex ficante que tenha marcado minha vida de forma negativa, assim como [meu primeiro namorado]. com certeza eu seria contra uma amizade, e meu boyfriend até tomaria as dores do passado, evitando contato.
Só espero que meu ex namorado não descubra que seu "amigo de estudos" é meu atual namorado, embora não tenha que dar satisfações para ninguém, mas vai saber como meu ex encararia a situação. 
Sei que ele não falaria mal de mim, pois nem tem motivos, mas vai que falaria para turma sobre a sexualidade de meu boyfriend, e o que fazemos entre 4 paredes é problema nosso, ninguém precisa saber de porra nenhuma!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Tatuagem na pantorrilha

Caraca! Quantos homens tatuando a perna, e a moda do momento é cobrir a pantorrilha com tattos [maori], idem aos exemplos na ilustração abaixo.
Com certeza, a perna fica em evidência, e  não tem como não admirar este complemento numa parte do corpo que mexe com os nossos instintos.
Até mesmo as pessoas de pernas finas não resistiram a moda e que de certa forma combinou.
Acho este tipo de tatuagem um charme, embora eu jamais faria alguma tatto, infelizmente não combina comigo, porém sou um admirador de algumas artes, aliás, tem que ter bom senso quanto ao desenho e local ao tatuar, pois já vi várias tattos do tipo "sem noção".
Tatto Maori (clique na imagem)



quinta-feira, 9 de abril de 2015

20 informações sobre o Orgasmo

A pesquisadora Carmita Abdo descreveu algumas descobertas que a ciência já fez sobre o orgasmo.

1- Pode (tentar) contar: um orgasmo dura, em média, de 5 a 15 segundos. "A sensação de prazer e conforto é sucedida por relaxamento, bem-estar e necessidade de repouso", diz Carmita. E não adianta tentar estender: o tempo é esse mesmo. "É isso que faz com que as pessoas procurem repetir a sensação", diz a psiquiatra.
2- O número máximo de orgasmos num mesmo dia varia de pessoa para pessoa. Segundo Carmita, alguns se contentam com 1. Já outros conseguem ter até 4 sucessivos. "O segundo caso é mais comum entre jovens", destaca ela.
3- Ficar parcial ou totalmente sem oxigênio na hora do orgasmo pode aumentar a intensidade da sensação física do momento. "Mas é algo muito perigoso", destaca Carmita. Segundo a psicóloga, um ato sexual mais demorado não resulta necessariamente em um orgasmo maior. "Ele tem hora para acontecer", afirma ela.
4- Você já ouviu falar de... orgasmos múltiplos? A sensação, comum em mulheres, é alvo de discussão. Para alguns, trata-se de um único orgasmo dividido em várias partes. Isso porque, num determinado momento, ele termina. Já Carmita e outros pesquisadores entendem que se trata de uma série de orgasmos sucessivos com intensidade crescente.
5- Evitar um orgasmo faz mal? Se isso for feito voluntariamente, não. Porém, Carmita explica que tentar e não conseguir atingir a sensação por várias vezes pode gerar ansiedade e acúmulo de tensão.
6- Para a ciência, não existe diferença entre o orgasmo com parceiros e orgasmo alcançado por meio de masturbação. Segundo Carmita, existe até quem considere o segundo método mais prático. Porém, na opinião da especialista, ter um orgasmo acompanhado tende a ser mais gratificante. "A pessoa se sente mais desejada", ela diz.
7- Carmita explica que orgasmo e ejaculação são coisas diferentes. Embora normalmente sejam simultâneos, um pode acontecer sem que o outro esteja ocorrendo. "Homens sem próstata, por exemplo, são capazes de ter orgasmo sem ejacular", ela diz.
8- Quem sofre de ejaculação precoce pode alcançar o orgasmo. “A diferença é que eles não conseguem controlar a ejaculação”, explica Carmita. Segundo ela, essa é a condição de cerca de um quarto dos homens do mundo.
9- Uma luz diferente e aquela musiquinha especial podem sim favorecer a ocorrência do orgasmo. "Tudo que favorece a sensibilidade favorece o orgasmo", diz Carmita. Nas palavras da psiquiatra, "pessoas que gostam de viver perigosamente" tendem a se sentir mais estimuladas em situações mais arriscadas, por exemplo.
10- De acordo com Carmita, problemas de ordem emocional são os principais obstáculos para se alcançar o orgasmo. Nervosismo e falta de atração entre os parceiros são alguns exemplos. "Orgasmo é algo muito espontâneo e a preocupação excessiva dificulta", ela explica.
11- Não existe uma doença específica que impeça alguém de ter um orgasmo. Segundo Carmita, isso pode ser causado por má formação dos órgãos reprodutores ou doenças como diabetes (que dificulta a ereção e a lubrificação e, consequentemente, o orgasmo) ou depressão (que diminui o interesse sexual).
12- Na guerra pelo orgasmo, o cérebro é o grande comandante. É ele que processa os estímulos que geram a excitação. Por isso, situações como uma conversa mais picante pelo telefone podem levar ao orgasmo. "O cérebro fica excitado e manda uma mensagem para os órgãos genitais", explica Carmita.
13- Além do cérebro, outras partes do corpo são capazes de gerar a chamada excitação, sensação decisiva para alcançar o orgasmo. "Por excelência, a área de excitação é a genital", afirma Carmita. Porém, ela explica que o estímulo a partes com grande número de receptores nervosos também podem gerar essa sensação - como a boca e o ânus.
14- O aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo são alguns sinais que antecedem o orgasmo durante a relação sexual. Segundo Carmita, a aceleração de batimentos cardíacos e do ritmo respiratório também são verificáveis nessa situação.
15- O envelhecimento em si não é um obstáculo para se alcançar o orgasmo, mas as doenças que ele pode trazer são. De acordo com Carmita, quem leva uma vida saudável tem condições de ter um desempenho sexual de boa qualidade mesmo em idade avançada.
16- Identificar um falso orgasmo na hora em que ele é simulado é praticamente impossível. Isso porque os envolvidos na situação geralmente estão bem excitados. Segundo Carmita, se a parceira não estiver tranquila e relaxada depois do ato sexual, é por que não alcançou o orgasmo. "É uma situação difícil porque envolve um certo constrangimento", explica ela. 

Mulheres
17- Ejaculação feminina não é mito. De acordo com Carmita, cerca de 10% mulheres de fato produzem uma lubrificação extrema em algumas ocasiões. Na opinião da psiquiatra, isso acontece quando a mulher está muito excitada. Porém, há cientistas que enxergam o fenômeno como um resquício da diferenciação genital entre homem e mulher, que ocorre durante a gestação. Uma coisa é certa: não é xixi.
18- Sim, há mulheres que atingem o orgasmo durante a prática de exercícios físicos. Segundo Carmita, o estímulo de determinadas áreas do corpo justifica o fenômeno. "Se a gente pode ter orgasmos se masturbando, por que o mesmo não poderia acontecer durante outras situações de contato com o corpo?", explica ela.
19- Um terço das mulheres do Brasil nunca teve um orgasmo. O dado é fruto de um levantamento de Carmita com cerca de 10 mil brasileiros de todo o país realizado nos últimos 15 anos. Entre os homens, o índice é menor: varia entre 3% e 4%. Esse indicador muda em função de fatores como região, educação e idade. "Quem não sabe se teve ou não teve é porque não teve", informa a psicóloga.
20- O orgasmo da mulher pode ser gerado pelo estímulo ao clitóris, à vagina ou aos dois pontos. Segundo Carmita, quem alcança o orgasmo via vagina geralmente também o alcança pelo clitóris. Porém, nem todas que se excitam via clitóris se sentem estimuladas pela penetração da vagina. Isso gera um descompasso entre homem e mulher, que é um dos fatores para muitas nunca terem alcançado o orgasmo.


Eu achei ótimas estas informações, afinal melhor do que falar de sexo, é fazer... Vamos gozar a vida!!!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Postura em balada

Não me resta dúvidas que balada é para pessoas solteiras, mas os casais também têm o direito de extrapolar, dançar, curtir uma boa música e matar a saudade dos velhos tempos de solteirice.
Fazia 09 meses que não passava perto de uma balada, e às vezes me pego com saudades dos tempos em que eu vivia enfurnado nestes lugares.
Tudo bem que acompanhado numa balada a coisa muda completamente, mas eu não abro mão da liberdade de dançar o tempo todo, e este lance de ficar grudadinho com o namorado, comigo não rola, não curto muito isto.
O lance é cada um na sua, dançando no seu espaço, afinal há tantos momentos para ficar juntinhos, agarradinhos, e na batida eletrônica não combina, pelo menos é esta a minha postura.
Meu boyfriend até afirma que nestes lugares eu não o trato como namorado, que fico distante, mas pô, a gente fica o tempo todo juntos, quero curtir o meu momento.
Óbvio que há beijinhos de vez em quando, há um convívio e carinho de namorados.
Neste sábado ao estarmos curtindo uma baladinha, eu fiquei surpreso ao ver um sujeito paralisado, quase que de frente com meu boyfriend, "pagando pau" babando por ele... 
Caso eu não notasse o lance, com certeza o tal sujeito iria "chegar chegando" no meu boyfriend. Só tive uma alternativa, marcar o território, e desta forma, eu grudei no meu boyfriend, dei aquele beijo de novela, e o sujeito ficou tão sem graça, com cara de cachorro em porta de restaurante.
Tudo bem o sujeito não tem bola de cristal para adivinhar que meu boyfriend estava comigo, mas se eu estivesse mais presente, evitaria de alguém chegar nele ou em mim.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Reflexão para Abril

Ser Gay...

À medida que vamos crescendo, no entanto, por conta do nosso contexto familiar e social, por tudo o que vão nos ensinando ou pelo que vamos percebendo do mundo à nossa volta, muitas vezes a nossa homossexualidade vai sendo ‘enterrada’ para o mais fundo do nosso ser – na maioria das vezes inconscientemente.
Outras vezes, percebemos desde pequenos que somos diferentes do restante, mas percebemos também que nunca devemos deixar que alguém perceba isso. 
E o que acontece é que chegamos à adolescência com um ‘estranhamento social’: nos sentimos diferentes da maioria das pessoas; muitas vezes nos sentimos ‘sem canto no mundo’, como se não nos encaixássemos em lugar algum, como se fôssemos um “ET” em nosso próprio planeta. 
E às vezes muito tempo se passa sem que saibamos por que nos sentimos assim.
E seja na pré-adolescência, seja na adolescência, seja no começo da juventude ou nos anos mais maduros, às vezes devagarzinho, ou às vezes como uma iluminação, descobrimos que somos, na verdade, homossexuais.
Essa descoberta, na maioria dos casos, assusta. Diversas vezes passamos a negar isso em nós porque sabemos que é algo não aceito, que é algo rejeitado pela família, sociedade e religião. Um conflito interno começa – e esse caminho é muitas vezes percorrido sozinha(o).

De acordo com a escritora e pesquisadora Edith Modesto em seu livro Mãe sempre sabe?: A orientação sexual é um dos componentes da sexualidade humana. Essa orientação do desejo não é uma escolha e não é aprendida. A pessoa se percebe heterossexual, homossexual ou bissexual


Toda esta descrição acima (em que deixo claro que não fui o autor deste texto), bateu perfeitamente com o que viví, ou até mesmo com o que vivo. Acredito que estes fatos e conflitos seja algo comum na vida de todos os gays. 
Saber lidar com isto é um desafio, exige preparação, atitude, sabedoria, firmeza, maturidade, coragem e principalmente aceitação. 
Pode parecer simples, mas cada um tem sua história de vida, suas dificuldades, barreiras internas e externas, etc, etc, etc....
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