sábado, 29 de abril de 2017

Carência (repost 06/02/2011)

Sabe aquele momento à toa em que você aleatoriamente relê um post e relembra de tal fase que viveu? 
Me deparei com um post de mais de 06 anos atrás, em que eu vivi um momento de carência, tesão e até mesmo solidão... aliás, quem nunca passou por isso?
A melhor parte disso é poder comparar com o momento presente e notar que as coisas se encaixarem da melhor forma possível, pois nem imaginava que depois de 01 ano e 5 meses tudo mudaria!!! 

06/02/2011
Há momentos em que ando tão sossegado, tão zen que pode aparecer boas oportunidades sexuais, nos quais eu não faria nada. Não por falta de tesão, mas sim por estar ciente que um simples momento a 2 não me acrescentaria nada a não ser uma simples gozada de momento, e às vezes isso é pouco pra mim, então evito...
Mas às vezes me vejo carente... Sinto falta de um aperto de mão, de uma carícia, de um elogio, de um sorriso agradável, de uma massagem, de um papo legal, onde ambos descobrem as afinidades, as diferenças... Mas meu jeito seletivo, exigente em busca de uma perfeição cria uma barreira, que me impede de tentar, de buscar arriscar algo, pois logo noto defeitos, características psicológicas e até mesmo físicas que não me agradam, que me faz poupar algo...
Sinto falta de um corpo a corpo, algo mais intimo, profundo, não necessariamente sexo, até porque "ainda" vivo no período da promessa que fiz... Mas há varias formas de prazer a 2 sem que seja sexo, preliminares bem feitas, muitas vezes substitui o ato sexual de uma maneira satisfatória... 
Pior que fiquei com um garoto há 15 dias atrás e já estou me sentindo carente... Quando não fico com ninguém, me acostumo com a situação, e dependendo, quando fico com alguém, vicio na parada, não necessariamente com a mesma pessoa....
Úlitmamente estou num período foda, onde a carência insiste, persiste, se atreve a me instigar, isso me excita com mais facilidade, nos quais me torno um "ser fácil", tenho até medo de minhas atitudes, já não consigo ter o mesmo controle dos desejos sexuais, fico mais tolerante com os defeitos das pessoas, sou menos seletivo, fico mais propicio à aventuras, pratico atos sem a mesma noção e precaução...
O resultado disso é o prazer momentâneo, volúvel, a troca de tesão carnal, o apse por alguns instantes... E depois que usei e fui usado, já era, depois de saciados cada um na sua, a vida continua... Quem será o próximo amanhã eu não sei, mas tudo é possível...
Já passei dessa fase de curiosidades, de quantidades, de explorar corpos por um simples tesão... Pior que a carne é fraca, e não falta oportunidades, há alguns "pretendentes" para arriscar algo, mas analiso sem pressa para um possível encontro amigável ou até mesmo para uma aventura, apesar de que alguns eu nem arrisco, mesmo sendo tesudos, eu dispenso, pois são do tipo de apenas abaixar as calças e realizar o ato, algo mecânico, pois não têm assunto, idéias, apenas um corpo bonito e sem conteúdo, volúvel...
Não busco namoro, apesar de que isso acontece mesmo sem estarmos buscando, mas nem eu mesmo me entendo, não sei o que quero. Não é frescuras, não é falta de psicólogo, ou até mesmo "pintosicólogo", são complicações de um ser humano confuso...
Sinto falta de um paquera coerente, ter alguém que me procurasse constantemente, que me ligasse sempre, que me desejasse, me elogiasse, isso aumentaria meu ego, além de estar aberto a novas possibilidades... Mas hoje em dia nem rola mais uma paquera, uma conquista, se eu não quero, ou estou sendo dificil com tal garoto, ele já parte pra outro...
Embora, mesmo estando nessa "fase de carência" ainda insisto em ter o controle de meus atos, não estou me guardando para ninguém, apenas estou agindo com mais maturidade, me valorizando, nos quais prezo muito minhas atitudes, embora cada um vive da maneira que quer, cada um age da maneia que acha melhor, mas não quero me tornar promíscuo, volúvel e ser vítima de falações, pois é natural do ser humano desabafar, compartilhar certas coisas com os amigos, portanto da mesma maneira que um hétero "come" uma garota, e fala para seus amigos, nos quais isso gera um círculo de fofócas onde muitos ficam sabendo e denigrem a tal garota como puta, galinha, os gays também acabam comentando o ato ocorrido á seus amigos, onde seus amigos comentam com outros amigos, gerando um círculo de fofócas e difamações, e meu orgulho me faz fugir desse tipo de comentários...
Portando só me resta dar prazer a mim mesmo, saciar-me sozinho, até porque se isso é possível, e "ainda" me satisfaz, por enquanto dá para eu me privar de algo com qualquer um....

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Balada pelado

Estar pelado é uma liberdade do cacete.. Quem me dera poder dormir todos os dias pelado, mas... morando com os pais, é melhor não arriscar, e assim me reprimo de tal liberdade.
Estar nu diante de um grupo de pessoas do tipo praia de nudismo, eu nunca fiquei, e caso eu estivesse solteiro, até arriscaria por curiosidade, embora em minha conta matemática sexual, (natureza + pelado x homens= prazer).
Esta semana li sobre uma festa que ocorre aqui em São Paulo no qual as pessoas ficam pelados... Não é uma obrigatoriedade ficar peladão, mas acredito que se a pessoa vai neste tipo de festa, algum objetivo tem.
ilustração

Tudo bem que dançar pelado deve ser sim gostoso, mas naquele clima meio escuro, um cenário tipo darkroon, com um jogo de luz que auxilia na sedução, consequentemente a vibe esquenta, favorecendo pegações intensas e profundas.
Já fui em baladas em que o Gogo-boy ficou nu, ou até mesmo transou no palco, mas sinceramente, eu desconhecia este tipo de baladas, e na realidade quando solteiro, nunca aprontei nada em darkroon, nunca fui em sauna gay, mas em uma balada deste tipo, até arriscaria ir, pois deve ser hilário todos nós dançando com o "danado" balançando...
E fala sério, balada com musica boa é sempre bem vinda!
Pensado bem... Acho que inevitavelmente seria uma putaria do caralho, do tipo sexo explicito grupal na pista de dança...


Fonte: http://varelanoticias.com.br/festa-so-com-homens-pelados-faz-sucesso-em-sao-paulo/

sábado, 15 de abril de 2017

Namoro & Beijos

Esta semana, no dia [13 de Abril foi o dia mundial do beijo] e coincidentemente nestes últimos dias eu estou sendo cobrado constantemente pelo meu boyfriend sobre a minha falta de interesse em beijá-lo, no qual ele ainda frisa para eu aproveitar sua cobrança, pois o dia que não existir mais este tipo cobrança é porque o sentimento dele por mim não anda bem.
Você deve estar pensando... " Que coisa chata, chegou ao ponto de ser cobrado e blá blá blá..."  
ilustração

Relacionamento é isto, é falar algo que não está legal, cobrar certas atitudes ou a falta delas, enfim, tem coisas que passam despercebidas é às vezes é necessário discutir a relação para chegarem em um consenso.
Na realidade, já comentei [aqui no blog] que não sou muito fã de beijos, inclusive ele sabe deste meu ponto de vista, além disso, nem sempre estamos em locais propícios para esta troca de carinhos, mas eu preciso aproveitar as oportunidades quando estamos a sós, o pior é que eu acabo esquecendo, e passa despercebido...
Ele até questiona como eu fazia nas baladas, pois se eu não gosto muito de beijar, por qual motivo beijava os garotos? 
Em meu ponto de vista, balada é algo diferente, é um encontro único, apenas de algumas horas, a vibe é outra, momentânea, às vezes era [beijar por beijar].
Hoje vivo em outra vibe, há um grande sentimento envolvido, além disso o beijo dele é gostoso, o problema está em mim e não nele.
Óbvio que, com o tempo de relacionamento estas atitudes vão mudando, mas se podemos manter o clima, é válido o esforço.
Tanta gente reclamando a falta de beijos e eu ignorando as oportunidades que tenho!
Acho que sou estranho! Será? Apesar de que estranho é ser estranho diante de atitudes estranhas...
O importante é mudar enquanto há tempo para que o relacionamento não caia em uma rotina frigida.

sábado, 8 de abril de 2017

"Viado" do caralho

Dias atrás li um relato em um blog no qual o autor afirma que fica extremamente excitado quando durante o sexo, seus ficantes (na maioria bissexuais) lhe chamam de "viadinho, viado do caralho, gayzinho", etc...
E assim por diante, no qual ele diz já ter ouvido vários nomes de baixo calão, em que os homens ao lhe dominar se empolgam nas palavras, e quando não falam algo deste tipo, ele faz o pedido para tornar ao ato mais instigante...
Confesso que a principio quando me deparei com este relato achei meio fora do comum, enquanto alguns comentaram que isto era ofensivo e que ele não se valorizava e blá blá blá...
ilustração

De qualquer forma, faz parte, afinal o ato sexual envolve particularidades em que cada um têm seus desejos, preferências, manias, etc...
Sexo vale tudo, desde que ambos estejam de acordo e se satisfaçam prazerosamente, independente de estar em cima ou embaixo!

sábado, 1 de abril de 2017

Enquete de Abril- Como sua família lida com sua sexualidade?

Em meio há tanto preconceito expelido pela sociedade, nem sempre família é um alicerce que traz fortalecimento, nem sempre há compreensão e respeito. 
Embora há casos em que o apoio familiar é tão acolhedor que consequentemente o resto é resto.
Segue a enquete:

Sua família sabe ou desconfia de sua sexualidade? E como lidam com esta situação?

Respondendo esta enquete, moro com meus pais, e cresci ouvindo meu pai e irmãos criticando casos que envolvessem gays (homens são mais preconceituosos). Não me assumi para minha família e já passei da fase para provar o contrário. 
Deixo a vida me levar, e óbvio que eles desconfiam de minha sexualidade, visto que nestes quase 5 anos de namoro, mudei a personalidade, me tornei um pouco mais calmo, sereno, afinal o amor faz bem. 
Além disso, todos os dias a noite meu boyfriend está em casa e a relação de meus pais com ele é bem melhor do que com as minhas CUnhadas.
Em suma, eles até brincam que eu fiz certo de não me casar, afinal eles baseando pelas  minhas 2 cunhadas, mulher é pura dor de cabeça, consequências do relacionamento de meus irmãos.
Não vejo necessidade de falar abertamente pra eles, a desconfiança já é quase uma certeza e vivemos harmoniosamente bem assim, há um grande respeito, e óbvio que eles já devem ter se questionado onde erraram, mas atualmente eles devem assimilar que ter um filho gay não é o fim do mundo, e sim o recomeço de uma forma diferente. 
O restante de minha família (tios, primos, etc...) moram em outra cidade, nem mantenho contato, na realidade me fechei como uma ostra, que de fato nem rede social tenho, justamente para evitar informações de minha vida para as pessoas em geral. 
Prefiro assim, cada um no seu quadrado!

E você? Compartilhe sua situação... 
Mete o dedo no teclado!!!!
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