Estarmos juntos é algo que nos completa, ainda mais nesse tempo frio, chuvoso em que nos trancamos dentro do carro na pracinha deserta, e aproveitamos esses momentos a sós para namorarmos, sentir o cheiro, o corpo, o sabor, além de colocarmos os papos em dia, as opiniões, conceitos, críticas, um auto conhecimento para ambos.
Estranho é falar sobre algo tosco, como por exemplo eu detestar usar guarda-chuva e perceber o meu boyfriend dando aquela pegada em seu "membro", se apertando, e ao verificar a situação, noto que estava mais duro do que "pau de tarado".
Seria estranho ele me ouvir falando sobre guarda chuva e ter se excitado, nem tem lógica ele sentir tesão por guarda chuva.
Nota-se o foco do meu boyfriend nas coisas que eu falo, pelo jeito nem presta atenção em mim, a sua teoria é do tipo "cala boca e me beija".
Na ausência de uma amizade "confiável" para desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna de comunicar, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.
terça-feira, 28 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Presente se torna passado
Às vezes, certas situações do presente nos desgasta, detona, estressa, entristece, mas com o passar do tempo, esse "presente, se torna passado", mas na maioria das vezes, convém lembrar do passado e colher experiências.
Lembro-me de quando terminei o meu primeiro namoro, há 07 anos atrás, fiquei muito mal, tinha quase certeza de que a minha vida não teria graça, mas com o passar dos meses, as coisas foram se encaixando, fui me adaptando, e quando me recordo do que vivi, noto o quão tosco fui na maneira de agir...
São várias situações vividas que me tiraram o sono, como por exemplo, há 09 meses atrás, ao conseguir o [trabalho] que eu tanto almejava naquela empresa, no início sofri com a rotina de trabalho, tinha mera certeza de que eu não daria conta de tal situação, além de ter uma colega de trabalho que não não tinha paciência para ensinar, que me fez chorar de raiva...
Sofri, errei, desmotivei, mas com o tempo fui pegando o jeito da rotina, atualmente me dou super bem com a colega de trabalho, nos tornamos grandes amigos, e neste mês até cobri sozinho suas férias, ou seja, provei para mim mesmo que sou capaz.
E assim caminha a vida, tantas situações atuais, do momento presente nos consomem, mas muitas vezes é algo simples, em que a gente dificulta, e quando essa situação se torna passado só resta lembrar e rir das situações...
Óbvio que cada caso é um caso, mas por mais negativo, difícil e complicado que tenha sido "aquele momento", um dia ele se tornará passado, e servirá de mais uma bagagem vivida.
sábado, 18 de maio de 2013
Segredo revelado.
"Na atual situação que estou com 23 anos, eu jamais namoraria alguém com 30 anos ou mais de 30, pois são velhos e não me atraem..."
Foi essa a resposta de meu boyfriend quando questionei sobre como seria caso ele se relacionasse com pessoas com essa idade. Apesar de que sempre eu tocava nessa assunto, para ver seu conceito, e ria por dentro ao ouvir seu ponto de vista, afinal eu não tenho 28 anos como eu havia lhe dito, não temos 5 anos de diferença entre nossa idade, e sim 8 anos de diferença.
Eu sabia que a minha idade não mudaria nada em nosso relacionamento, mas já guardei esse [segredo] por 10 meses, apesar de que eu julgo desnecessário falar salário, senha de banco e idade, mas com o passar dos meses, ele teve todas essas informações, só faltava saber a minha idade.
Apesar de eu menti para ter a oportunidade de conhecê-lo, e continuei omitindo porque não sabia até onde íamos, mas o relacionamento foi se fortalecendo, e seria mais que necessário ele saber disso.
Planejei contar a verdade no meu aniversário (setembro), ou no niver dele (Julho), mas ele poderia descobrir a qualquer momento, por estar infiltrado na minha família, afinal eles inocentemente poderia comentar algo, e antes ele saber por mim, do que pelos outros.
Após jantarmos no fim de semana passado (11/05/13), eu mostrei a minha CNH que eu tanto escondia, ele olhou a foto de 11 anos atrás e afirmou que nada mudou, até que pedi para ele olhar a minha data de nascimento onde prova que tenho 31 anos de idade.
A princípio ele questionou que tipo de brincadeira era aquela, pedindo para eu falar sério e afirmar que aquilo era brincadeira, e de repente seus olhos encheram de lágrimas, a sua reação só não foi pior por estarmos em um Fast Food.
O que mais me surpreendeu foi sua atitude diante daquela situação, pois parecia que eu estava dando a noticia de uma doença contagiosa, mas a verdade que fere é pior do que a mentira que consola.
Após ele respirar e digerir a notícia, sua resposta foi de que em seu conceito, ele nunca se via atraído por pessoas acima de 30 anos, por imaginar pessoas, carecas, descuidadas e com barriga, (apesar de que muitas vezes eu também tenho esse conceito, ou até mesmo preconceito).
Ele afirmou várias vezes que sente orgulho de mim, por me considerar jovial, conservado, com aparência de 22 anos (idade que ele sempre afirmou que eu parecia ter), até me lembrei quando sua mãe me viu pela 1ª vez e achou que eu tinha 18 anos, ou seja, isso dá uma auto estima do cacete.
No dia seguinte de manhã, chorei ao relembrar daquela cena, de seus olhos cheio de lágrimas ao receber a notícia, e logo em seguida recebo seu torpedo afirmando que estava com saudades e que havia chorado ao acordar...
Saudades ele sempre teve, mas não ao ponto de chorar, até porque suas lágrimas não foram de saudades, acho que foi de decepção, desgosto, surpresa, enfim, até entendo sua reação, pois eu em seu lugar ficaria magoado e faria um drama maior, consequência de uma personalidade difícil que tenho.
O importante é que entre nós não há mais segredos, nada mudou, estamos a cada dia melhores, vivendo intensamente nosso namoro.
Idade é um detalhe insignificante diante de um relacionamento verdadeiro, prazeroso, repleto de confiança e satisfação.
“A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros”.
Anais Nin
Foi essa a resposta de meu boyfriend quando questionei sobre como seria caso ele se relacionasse com pessoas com essa idade. Apesar de que sempre eu tocava nessa assunto, para ver seu conceito, e ria por dentro ao ouvir seu ponto de vista, afinal eu não tenho 28 anos como eu havia lhe dito, não temos 5 anos de diferença entre nossa idade, e sim 8 anos de diferença.
Eu sabia que a minha idade não mudaria nada em nosso relacionamento, mas já guardei esse [segredo] por 10 meses, apesar de que eu julgo desnecessário falar salário, senha de banco e idade, mas com o passar dos meses, ele teve todas essas informações, só faltava saber a minha idade.
Apesar de eu menti para ter a oportunidade de conhecê-lo, e continuei omitindo porque não sabia até onde íamos, mas o relacionamento foi se fortalecendo, e seria mais que necessário ele saber disso.
Planejei contar a verdade no meu aniversário (setembro), ou no niver dele (Julho), mas ele poderia descobrir a qualquer momento, por estar infiltrado na minha família, afinal eles inocentemente poderia comentar algo, e antes ele saber por mim, do que pelos outros.
Após jantarmos no fim de semana passado (11/05/13), eu mostrei a minha CNH que eu tanto escondia, ele olhou a foto de 11 anos atrás e afirmou que nada mudou, até que pedi para ele olhar a minha data de nascimento onde prova que tenho 31 anos de idade.
A princípio ele questionou que tipo de brincadeira era aquela, pedindo para eu falar sério e afirmar que aquilo era brincadeira, e de repente seus olhos encheram de lágrimas, a sua reação só não foi pior por estarmos em um Fast Food.
O que mais me surpreendeu foi sua atitude diante daquela situação, pois parecia que eu estava dando a noticia de uma doença contagiosa, mas a verdade que fere é pior do que a mentira que consola.
Após ele respirar e digerir a notícia, sua resposta foi de que em seu conceito, ele nunca se via atraído por pessoas acima de 30 anos, por imaginar pessoas, carecas, descuidadas e com barriga, (apesar de que muitas vezes eu também tenho esse conceito, ou até mesmo preconceito).
Ele afirmou várias vezes que sente orgulho de mim, por me considerar jovial, conservado, com aparência de 22 anos (idade que ele sempre afirmou que eu parecia ter), até me lembrei quando sua mãe me viu pela 1ª vez e achou que eu tinha 18 anos, ou seja, isso dá uma auto estima do cacete.
No dia seguinte de manhã, chorei ao relembrar daquela cena, de seus olhos cheio de lágrimas ao receber a notícia, e logo em seguida recebo seu torpedo afirmando que estava com saudades e que havia chorado ao acordar...
Saudades ele sempre teve, mas não ao ponto de chorar, até porque suas lágrimas não foram de saudades, acho que foi de decepção, desgosto, surpresa, enfim, até entendo sua reação, pois eu em seu lugar ficaria magoado e faria um drama maior, consequência de uma personalidade difícil que tenho.
O importante é que entre nós não há mais segredos, nada mudou, estamos a cada dia melhores, vivendo intensamente nosso namoro.
Idade é um detalhe insignificante diante de um relacionamento verdadeiro, prazeroso, repleto de confiança e satisfação.
“A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros”.
Anais Nin
sábado, 11 de maio de 2013
Paixão por motos
Eu que, na adolescência nem planejava tirar habilitação para motos devido ao pavor que eu tinha deste meio de transporte, rompi meu medo e me habilitei.
Nesses 11 anos pilotando moto diariamente eu:
1- Aprendi a ter mais reflexo nas situações de trânsito;
2- Gastei valores simbólicos com combustível;
3- Conheci vários lugares, várias pessoas;
4- Transei em cima da moto, do lado, na frente, atrás, apoiando na mesma;
5- No total fiquei com 5 motoqueiros (pegações ao lado das motos. A moto era minha cia para aventuras sexuais);
6- Paquerei muitos motoqueiros na rua, até hoje "pago pau", admiro as coxas dos mesmos que sempre ficam em evidência em cima de uma moto;
7- Discuti várias vezes no trânsito;
8- Sofri apenas um acidente, que por sinal não foi nada grave;
9- Nunca cai de moto;
10- Esbarrei em apenas um retrovisor, que por sinal não houve danos;
11- Levei apenas 3 multas (ultrapassagem em local proibido, viseira do capacete aberta e pilotar de chinelo);
12- Tomei vários banhos de chuvas, peguei muito frio;
13- Só aprendi a encher o pneu, do resto nada sei sobre manutenções;
14- Não andei na garupa de quase ninguém por medo/ insegurança;
15- Sempre saía em cima da hora, e não me atrasava, devido a agilidade proporcionada por este veículo;
Agora só me resta ficar nas lembranças, visto que preferi não optar mais por este veículo que não traz nenhuma segurança.
Quem sabe futuramente eu realize meu "sonho de consumo" de ter uma moto de grande porte, nos quais só em ouvir o ronco do motor desse tipo de moto, eu me arrepio de tesão.
Nesses 11 anos pilotando moto diariamente eu:
1- Aprendi a ter mais reflexo nas situações de trânsito;
2- Gastei valores simbólicos com combustível;
3- Conheci vários lugares, várias pessoas;
4- Transei em cima da moto, do lado, na frente, atrás, apoiando na mesma;5- No total fiquei com 5 motoqueiros (pegações ao lado das motos. A moto era minha cia para aventuras sexuais);
6- Paquerei muitos motoqueiros na rua, até hoje "pago pau", admiro as coxas dos mesmos que sempre ficam em evidência em cima de uma moto;
7- Discuti várias vezes no trânsito;
8- Sofri apenas um acidente, que por sinal não foi nada grave;
9- Nunca cai de moto;
10- Esbarrei em apenas um retrovisor, que por sinal não houve danos;
11- Levei apenas 3 multas (ultrapassagem em local proibido, viseira do capacete aberta e pilotar de chinelo);
12- Tomei vários banhos de chuvas, peguei muito frio;
13- Só aprendi a encher o pneu, do resto nada sei sobre manutenções;
14- Não andei na garupa de quase ninguém por medo/ insegurança;
15- Sempre saía em cima da hora, e não me atrasava, devido a agilidade proporcionada por este veículo;
Agora só me resta ficar nas lembranças, visto que preferi não optar mais por este veículo que não traz nenhuma segurança.Quem sabe futuramente eu realize meu "sonho de consumo" de ter uma moto de grande porte, nos quais só em ouvir o ronco do motor desse tipo de moto, eu me arrepio de tesão.
sábado, 4 de maio de 2013
Falta de privacidade
Vivemos na era da tecnologia, em que em todos lugares há câmeras de segurança, e o preço disso é a fata de privacidade, onde temos que se manter atentos ao ser vigiado, apesar de que, em algumas situações é algo benéfico, visto que essas câmeras são essenciais e eficientes para desvendar muitos crimes.
Como se não bastassem esse monitoramento, ainda há as câmeras dos celulares, que nas mãos de pessoas toscas, se tornam uma ferramenta para filmar tudo o que acham interessante, e a ignorância é tão grande que não respeitam nem um acidente de trânsito e/ou sofrimento de uma pessoa, seja ela vindo a óbito ou não, pois se contentam em filmar a "desgraça alheia" para divulgar na internet.
Não sei o motivo pelo qual essas pessoas fazem isso, e qual o prazer em assistir tal cena, apesar de que a curiosidade é o mal do ser humano, que de fato eu passo longe dessas tosquices, pois de certa forma não acrescenta nada em minha vida.
Como se não bastassem esse monitoramento, ainda há as câmeras dos celulares, que nas mãos de pessoas toscas, se tornam uma ferramenta para filmar tudo o que acham interessante, e a ignorância é tão grande que não respeitam nem um acidente de trânsito e/ou sofrimento de uma pessoa, seja ela vindo a óbito ou não, pois se contentam em filmar a "desgraça alheia" para divulgar na internet.Não sei o motivo pelo qual essas pessoas fazem isso, e qual o prazer em assistir tal cena, apesar de que a curiosidade é o mal do ser humano, que de fato eu passo longe dessas tosquices, pois de certa forma não acrescenta nada em minha vida.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)



