Ao surgir mais um problema familiar em meio há tantos outros deste ano, eu notei que, por mais que tenha sido um ano difícil pra caralho, eu sempre dei um jeito de sorrir, a tensão foi menor, houve menos mal humor de minha parte, além disso, não demonstrei problemas para as pessoas, ou seja, a minha forma de agir mudou completamente se comparado com os anos que eu era solteiro.
A razão de tudo isto foi o meu namoro, ou seja, o AMOR, no qual eu não tinha noção do quão benéfico este sentimento é...
Não há aquela solidão inexplicável em que você não tem parâmetros para tentar solucionar algo, ou seja, os problemas se tornaram pequenos diante da atual situação emocional que vivo (+ de 03 anos de namoro).
Se eu não tivesse ninguém, já tinha pirado!
Ter alguém ao nosso lado faz diferença sim, nos fortalece, e nos ajuda a enfrentar as dificuldades do dia à dia...
Quem namora sabe do que estou falando e quem não encontrou seu grande amor, ao encontrar lembrarás de que tenho razão.
Na ausência de uma amizade "confiável" para desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna de comunicar, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.
sábado, 26 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Brilho Natalino
Sempre me sensibilizo com esta música, principalmente depois de um ano super difícil, mas enquanto houver saúde e vida, o brilho do Natal reinará.
Foco... Fé... Força... Felicidades à todos nós!!
Boas Festas!!!
Foco... Fé... Força... Felicidades à todos nós!!
Boas Festas!!!
sábado, 19 de dezembro de 2015
Papo "estranho" em WC
Todos os dias ao chegar na empresa, a primeira coisa que faço ao descer da van é ir ao wc para dar uma visualizada no cabelo, e conferir a aparência.
Ás vezes, um garoto de 23 anos que também utiliza a van, faz a mesma coisa....
Ao lhe dirigir a palavra, ás vezes, nem o chamo pelo nome, e sim uso o termo "cabeção ou cabeçudo" e logo em seguida ele me responde indagando como que eu sei que ele tem um cabeção...
Simplesmente ignoro e mudo de assunto..
Em outro dia eu reclamo que durmi de mal jeito e meu cabelo tinha ficado amassado, com alguns fios em pé, e que eu não havia conseguido abaixar o cabelo.
O garoto responde que ao dormir ele acorda com outra coisa de pé e não consegue abaixar...
Me faço de desentendido, ignoro e mudo de assunto...
Cachorro que late não morde, e muitas vezes, quem agita não faz porra nenhuma, além disso, não to podendo... To fora destas tentações....
Ás vezes, um garoto de 23 anos que também utiliza a van, faz a mesma coisa....
Ao lhe dirigir a palavra, ás vezes, nem o chamo pelo nome, e sim uso o termo "cabeção ou cabeçudo" e logo em seguida ele me responde indagando como que eu sei que ele tem um cabeção...
Simplesmente ignoro e mudo de assunto..
Em outro dia eu reclamo que durmi de mal jeito e meu cabelo tinha ficado amassado, com alguns fios em pé, e que eu não havia conseguido abaixar o cabelo.
O garoto responde que ao dormir ele acorda com outra coisa de pé e não consegue abaixar...
Me faço de desentendido, ignoro e mudo de assunto...
Cachorro que late não morde, e muitas vezes, quem agita não faz porra nenhuma, além disso, não to podendo... To fora destas tentações....
domingo, 13 de dezembro de 2015
Relato "Um tapa na cara da gente"
Achei super bacana o relato abaixo do Padre Fábio de Melo no qual ele admite o erro de uma forma realista, sincera e emocionante ao ser solicitado para tirar uma foto com uma travesti (Foto abaixo). Uma lição pra refletir.
“Semana passada eu vivi uma situação. A Alcione me convidou para estar no aniversário dela, lá na quadra da Mangueira... Fiquei lá por uma hora mais ou menos... Mas o que me chamou a atenção foi um travesti que estava lá. Posso confessar uma coisa para vocês? Quando eu vi, ele estava olhando para mim (pausa). E olha que eu não sei ficar sem graça... Mas sabe o que me ocorreu? Vou confessar publicamente a minha hipocrisia: ‘Meu Deus do céu, se esse rapaz pedir para tirar uma foto comigo? Como que eu vou reagir?’(pausa). Independente de qualquer julgamento, estou confessando a hipocrisia do meu coração naquela hora. Muitas pessoas começaram a se encorajar para tirar foto comigo. E ele (o travesti) lá do fundo olhando. Quando, de repente, eu só vi a sombra dele na minha direção, e o meu preconceito, o medo de me expor, tudo vindo à tona. Que coisa horrorosa isso em nós... Como se eu fosse melhor. Isso é mesquinho, é vergonhoso o que eu estou dizendo pra vocês”.
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| Padre Fábio Melo posa em foto com Travesti |
“Aí ele veio, com um vestido longo e falou pra mim: 'O senhor costuma tirar fotos com pecadoras?'. E eu percebi que tinha uma ironia ali. E eu respondi: mas é claro! E abracei ele e tiramos a foto. Antes de sair, ele disse: ‘eu não acredito que o senhor permitiu’. E os olhos dele estavam emocionados. Assim que ele saiu, Maria Helena, a irmã da Alcione, me contou a história. Ela disse que ele mora na Lapa e criou um grupo que alimenta e recolhe todos os miseráveis daquela região. Ele dá banho, alimenta, não tem nojo de ninguém. E faz de tudo para aquela pessoa retornar à vida. E não é só isso. Ele torna-se uma espécie de vigilante, protegendo os moradores..."
"Quando ela me contou aquela história, eu comecei a unir as coisas dentro de mim. Eu não entro no mérito da questão da vida que ele leva, vamos deixar que Deus faça isso. Não sou síndico da Eternidade. Agora, que é um tapa na cara da gente, é!
"Aquele que você enxerga e que, naturalmente, provoca um desconforto por ser tão diferente de nós, não sabemos quantas coroas da dignidade foram recolocados na vida daquela pessoa quando ele alimenta o próximo. Você é cristão e nem sempre está disposto a cuidar de quem está doente, colocar dentro da sua casa e dar de comer”.
"Não cabe nenhum julgamento do lado de lá, cabe aqui. Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro. Como se o nosso cristianismo tivesse pronto.
Como se nós já tivéssemos chegado ao último estágio dessa santidade que Deus nos convida. Não, eu ainda me envergonho dos que são diferentes de mim. Eu ainda tenho medo de ir ao encontro daqueles que precisam de mim. E a palavra de Paulo é dura: a missão de vocês é junto daqueles que estão necessitado".
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Contato com homens
Até o momento eu não consegui entender e descobrir o motivo pelo qual, seja no dia à dia, ou no trabalho, quando há eventos em que há necessidade de ficar de mãos dadas (exemplo em círculo) com amigos do trabalho, ou até mesmo com homens estranhos, e/ ou que seja necessário trocar abraços eu não me sinto bem diante destas circunstâncias, ou seja, o meu agir não é de forma espontânea, embora eu não fique tenso e muito menos com tesão, fico normal, apenas não curto estes lances.
Pior que isto ocorre somente com homens...
Da mesma forma que durante o meu percurso ao trabalho, ao sentar-me ao lado de um um garoto (que por sinal é bonito), mas independente disto, quando noto que nossos braços se encostam, tipo "roçando", no apoio de braço da van, eu tiro meu braço, evitando este contato.
As poucas vezes que me recordo de ter feito questão de encostar em alguém foi na 5ª série em que ao fazer trabalhos em dupla eu encostava minhas pernas no meu coleguinha.
O fato de estarmos de bermuda era propício, mas era algo discreto, ele nem notava minhas intenções... Eu "viajava" nos desejos em sentir suas pernas...
Enfim... Acho que esta minha "encanação" seja uma defensiva... Sei lá a porra que motiva e/ ou influencia este meu jeito tosco de agir...
Quem sabe isto seja algo "quase normal", ou seja, algumas pessoas também agem assim....
Pior que isto ocorre somente com homens...Da mesma forma que durante o meu percurso ao trabalho, ao sentar-me ao lado de um um garoto (que por sinal é bonito), mas independente disto, quando noto que nossos braços se encostam, tipo "roçando", no apoio de braço da van, eu tiro meu braço, evitando este contato.
As poucas vezes que me recordo de ter feito questão de encostar em alguém foi na 5ª série em que ao fazer trabalhos em dupla eu encostava minhas pernas no meu coleguinha.
O fato de estarmos de bermuda era propício, mas era algo discreto, ele nem notava minhas intenções... Eu "viajava" nos desejos em sentir suas pernas...
Enfim... Acho que esta minha "encanação" seja uma defensiva... Sei lá a porra que motiva e/ ou influencia este meu jeito tosco de agir...
Quem sabe isto seja algo "quase normal", ou seja, algumas pessoas também agem assim....
domingo, 6 de dezembro de 2015
Traição, herança hereditária
Não é de hoje que leio e ouço pessoas comentando de pesquisas que concluem que trair pode ser hereditário. (no caso dos homens).
Francamente, em meu ponto de vista, o trair está relacionado com o comportamento e atitude de cada um, à caráter, feitio, enfim, não convém generalizar algo.
Para alguns, traição é algo comum, faz parte de um relacionamento, e para outros, (assim como eu) acham isto uma verdadeira sacanagem e falta de respeito.
Além disso, meu pai já foi sacana, já deve ter aprontado algumas, hoje ele é mais sussa, e nem por isso, eu agi da forma que ele agia, entretanto, confesso que meus 2 irmãos são "cachorrões", metem chifres em suas esposas, são bem putos, enfim...
O pai de meu boyfriend já aprontou várias. Hoje com 65 anos de idade, a última vez que descobriram sua infidelidade foi há 2 anos atrás, no qual meu boyfriend tem trauma e ódio de traição, devido ter passado por vários momentos de transtorno familiar.
Se fossemos basearmos e concluirmos algo através destas pesquisas, o meu relacionamento estaria repleto de traição de ambas as partes.
Nós homens, pensamos sim com a cabeça de baixo, o sexo está presente diariamente em nossos pensamentos.
A carne é fraca, e todos nós temos o poder de decisão em fazer ou não fazer algo, é um risco inevitável, no qual cada um escolhe aquilo que lhe convém.
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141125_fidelidade_fd
Francamente, em meu ponto de vista, o trair está relacionado com o comportamento e atitude de cada um, à caráter, feitio, enfim, não convém generalizar algo.
Para alguns, traição é algo comum, faz parte de um relacionamento, e para outros, (assim como eu) acham isto uma verdadeira sacanagem e falta de respeito.
Além disso, meu pai já foi sacana, já deve ter aprontado algumas, hoje ele é mais sussa, e nem por isso, eu agi da forma que ele agia, entretanto, confesso que meus 2 irmãos são "cachorrões", metem chifres em suas esposas, são bem putos, enfim...
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| Ilustração |
Se fossemos basearmos e concluirmos algo através destas pesquisas, o meu relacionamento estaria repleto de traição de ambas as partes.
Nós homens, pensamos sim com a cabeça de baixo, o sexo está presente diariamente em nossos pensamentos.
A carne é fraca, e todos nós temos o poder de decisão em fazer ou não fazer algo, é um risco inevitável, no qual cada um escolhe aquilo que lhe convém.
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141125_fidelidade_fd
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Reflexão para Dezembro
Relato de um Soropositivo
Diego Tinha 18 anos quando recebeu o diagnóstico de HIV. Na
época, seu parceiro descobriu a infecção em um estágio avançado, quando a carga
viral já estava muito alta. Ele precisou ser internado e Diego foi convidado a
fazer o teste: o resultado deu positivo.
“A gente não espera. O sentimento deixa as pessoas muito
vulneráveis, a gente quer agradar, fazer concessões e satisfazer o
companheiro.” Ele conta que "a ficha só caiu" sobre seu diagnóstico
quando levou para casa primeiro frasco de remédios, 12 dias depois de receber o
resultado do teste.
“Para mim, o que foi muito ruim no início foi ver meu
parceiro internado e outras pessoas em situações parecidas.”
Muito debilitado,
seu companheiro morreu depois de três meses de internação. Diego conta que
preferiu esperar algum tempo antes de contar para a família e para os amigos
sobre a infecção.
“Fui primeiro estruturando o conceito de viver com HIV na
cabeça, me adaptei à medicação, fiz reeducação alimentar”, conta. A princípio,
a família ficou em choque. “Mas a gente resolveu tudo com diálogo, o tempo
contribui muito para as pessoas assimilarem a nova realidade.”
Aos 26 anos de idade, o jovem, que vive em Juiz de Fora (MG) e é assessor do Fórum
Consultivo de Juventude da Unaids, opina que, para as campanhas atingirem os
jovens, devem usar uma linguagem diferente, recorrendo a redes sociais e
aplicativos que dialoguem melhor com a juventude. “As campanhas não estão
atingindo os jovens, que banalizam a questão do HIV. Acham que está distante.
Não acham que está na pessoa ao seu lado, na pessoa com quem está flertando, na
pessoa que conheceu na balada."
** Parece ser um assunto tão óbvio, mas na hora do tesão, muitas vezes nem nos preocupamos com as consequências.
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