Detesto funk, mas sem querer e sem medir esforços essa música com esse assovio gritante, fica o tempo todo martelando e perturbando a minha mente, que por sinal acabei me simpatizando, pois depois que eu a ouvi pela primeira vez, dias atrás no litoral paulista, notei que o sucesso já está dominando a região aqui.
Ao ver esse clip, eu me arrepio e vibro por essas motos de grande porte, nos quais sou fascinado, além das garotas esbanjarem muita sensualidade nessas máquinas.
Inexplicavelmente nem sei como eu curti esse som...
Na ausência de uma amizade "confiável" para desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna de comunicar, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Cueca velha
Dias atrás, no meu trabalho, ao ver um colega de trabalho abaixado na posição de cócoras, eu fiquei surpreso ao ver parte de sua cueca à mostra em que demonstrava que a tal peça íntima estava velhinha sem elástico. Por mais bonito e atraente que ele seja, achei brochante a cena.
Óbvio que ele não foi o primeiro e nem será o último garoto que vi nesta situação, pois há muitas pessoas por aí usando meias e cuecas velhas, rasgadas, sem se preocuparem por ser uma peça escondida em que ninguém vê.
Se é desleixo, relaxo eu não sei, só sei que não me sujeito a esta situação, afinal eu pego o trânsito todos os dias de moto, e independente disso todos estão sujeitos a se acidentarem, portanto não seria nada legal eu me acidentar, afinal em muitos acidentes, os bombeiros ao prestar os primeiros socorros, tiram o calçado e rasgam a calça da vítima, deixando-a somente de cueca, e independente de estar inconsciente seria vergonhoso tal situação ao redor de um monte de curiosos.
Acho que andar com roupas em bom estado de uso, se faz necessário, afinal poderá haver outras situações que podem trazer constrangimentos.
Óbvio que ele não foi o primeiro e nem será o último garoto que vi nesta situação, pois há muitas pessoas por aí usando meias e cuecas velhas, rasgadas, sem se preocuparem por ser uma peça escondida em que ninguém vê.
Se é desleixo, relaxo eu não sei, só sei que não me sujeito a esta situação, afinal eu pego o trânsito todos os dias de moto, e independente disso todos estão sujeitos a se acidentarem, portanto não seria nada legal eu me acidentar, afinal em muitos acidentes, os bombeiros ao prestar os primeiros socorros, tiram o calçado e rasgam a calça da vítima, deixando-a somente de cueca, e independente de estar inconsciente seria vergonhoso tal situação ao redor de um monte de curiosos.
Acho que andar com roupas em bom estado de uso, se faz necessário, afinal poderá haver outras situações que podem trazer constrangimentos.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Excesso de carinho
No início, há quase 8 meses atrás, fui ignorante ao ponto de achar brochante as primeiras vezes que ouvia ele me dizendo "Eu te amo", e com o tempo fui assimilando sinceridade de sua parte, que não eram palavras da boca pra fora, e se ambos estavam se amando, eu não teria motivos para me fechar, para me retrair, e aos poucos fui perdendo o medo e a insegurança, fui me soltando e sendo recíproco com suas atitudes e gestos carinhosos.
Estou vivendo praticamente um conto de fadas, em que me vejo sendo tratado como rei, pois as atitudes e o carinho diário de meu boy são surpreendentes, além daquela preocupação excessiva em saber se estou bem.
Suas palavras são doces, profundas, vários torpedos românticos por dia, além de todos os dias ele olha no fundo dos meus olhos e me diz "eu te amo". Todo doce e bolo que ele faz em sua casa, me traz um pedaço, insiste em pagar a conta (embora eu não deixo), além de demonstrar ser capaz de tudo por mim, que de certa forma é bacana, pois além de fortalecer o namoro, traz segurança, óbvio que há reciprocidade de minha parte.
Ás vezes certos mimos podem parecer desnecessários, mas de certa forma, carinho e romantismo é fundamental, pois a falta disso, pode esfriar um relacionamento.
Esses 4 dias de carnaval em que passamos juntos na praia, mesmo com a minha família presente sua maneira de agir foi surpreendente, fez toda diferença, embora tivemos que nos controlar, mas de forma discreta não faltaram carinhos no apartamento, seja lavando uma louça, ou na hora de dormir e até mesmo dentro do mar, sem contar as horas que fugíamos para o apartamento, enquanto todos estavam na praia.
Até imaginei que esse romantismo dele seria algo de início de relacionamento, mas noto que faz parte de sua personalidade, só me resta curtir e aproveitar cada momento sempre sendo recíproco, afinal o excesso de carinho não faz mal a ninguém.
Estou vivendo praticamente um conto de fadas, em que me vejo sendo tratado como rei, pois as atitudes e o carinho diário de meu boy são surpreendentes, além daquela preocupação excessiva em saber se estou bem.
Suas palavras são doces, profundas, vários torpedos românticos por dia, além de todos os dias ele olha no fundo dos meus olhos e me diz "eu te amo". Todo doce e bolo que ele faz em sua casa, me traz um pedaço, insiste em pagar a conta (embora eu não deixo), além de demonstrar ser capaz de tudo por mim, que de certa forma é bacana, pois além de fortalecer o namoro, traz segurança, óbvio que há reciprocidade de minha parte.
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| Ilustração |
Esses 4 dias de carnaval em que passamos juntos na praia, mesmo com a minha família presente sua maneira de agir foi surpreendente, fez toda diferença, embora tivemos que nos controlar, mas de forma discreta não faltaram carinhos no apartamento, seja lavando uma louça, ou na hora de dormir e até mesmo dentro do mar, sem contar as horas que fugíamos para o apartamento, enquanto todos estavam na praia.
Até imaginei que esse romantismo dele seria algo de início de relacionamento, mas noto que faz parte de sua personalidade, só me resta curtir e aproveitar cada momento sempre sendo recíproco, afinal o excesso de carinho não faz mal a ninguém.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Masturbação
No momento de tesão, não há nada mais satisfatório do que masturba-se. É um prazer momentâneo que de certa forma satisfaz, a imaginação vai a mil, apesar de ser ilusão, mas a imaginação não tem limites, e nem receios e restrições.
A masturbação faz parte de minha vida desde o tempo de adolescente e a minha fase de [abstinência sexual] me deixou mais apegado neste ato, se faz bem ou faz mal, não há certezas, além disso pouco me importa, afinal o que vale é o meu prazer.
Só não consigo entender como existem pessoas que não sentem prazer na masturbação, que não tocam o próprio corpo e deixam de se conhecerem intimamente, afinal nem todo ato sexual pode ser melhor do que uma masturbação, embora na maioria das vezes sexo é melhor do que masturbação.
Lembro me que uma vez uma sexóloga afirmou que masturbação não faz mal, apenas as pessoas tem que ter o controle e bom senso, pois há casos que a pessoa se torna dependente disso e se realiza melhor na masturbação do que no ato sexual, pelo fato de imaginar tudo aquilo que não fazia na hora H.
De fato notei que ela tinha razão, pois anos atrás percebi que eu não estava me satisfazendo com atos reais, pois depois de um ato sexual ou de pegação com meus ficantes, mesmo me sentindo satisfeito, eu tinha essa necessidade de masturbar-me ao chegar em casa, pois a masturbação me completava ao ponto de sossegar o fogo, por não ter limites na imaginação.
Atualmente já melhorei muito neste aspecto, pois não tenho motivos para masturbar-me, afinal faço tudo o que quero, do jeito que tenho vontade com meu boyfriend, portanto às vezes sentia aquela necessidade e quando me dava conta, já havia praticado o ato dos "5 contra 1", como por exemplo uma vez que após o nosso ato sexual, depois de tomarmos banho juntos, eu permaneci no banho e ele me pegou no flagra masturbando .
Como toda relação deve haver cumplicidade, mesmo sabendo que meu boyfriend é totalmente contra de eu masturbar-me sozinho, quando ele questionava se eu havia praticado esse ato em tal dia, eu contava a verdade, e de tanto ouvir suas críticas de que não preciso disso, de que isso é coisa de pessoas carentes, e que tenho ele para me dar prazer, aos poucos eu fui me distanciando dessa prática, fui assimilando que realmente eu não deveria praticar esse ato, afinal tenho ele que me realiza de todas as formas.
Apesar de que a princípio achei meio ilógico seu ponto de vista, mas me colocando em seu lugar, noto que ele tem toda razão, afinal não gostaria de saber que meu boyfriend vive se masturbando, pois daria impressão de que não estou sendo homem suficiente para satisfazê-lo.
Porém estamos juntos todas as noites, na maioria das vezes gozamos o momento seja nos "pegas" ou sexo, portanto quando os dias estão foda, cabe a mim, ter o controle, segurar o tesão e não ser egoísta para descarregar meu tesão sozinho.
A masturbação faz parte de minha vida desde o tempo de adolescente e a minha fase de [abstinência sexual] me deixou mais apegado neste ato, se faz bem ou faz mal, não há certezas, além disso pouco me importa, afinal o que vale é o meu prazer.
Só não consigo entender como existem pessoas que não sentem prazer na masturbação, que não tocam o próprio corpo e deixam de se conhecerem intimamente, afinal nem todo ato sexual pode ser melhor do que uma masturbação, embora na maioria das vezes sexo é melhor do que masturbação.
Lembro me que uma vez uma sexóloga afirmou que masturbação não faz mal, apenas as pessoas tem que ter o controle e bom senso, pois há casos que a pessoa se torna dependente disso e se realiza melhor na masturbação do que no ato sexual, pelo fato de imaginar tudo aquilo que não fazia na hora H.
De fato notei que ela tinha razão, pois anos atrás percebi que eu não estava me satisfazendo com atos reais, pois depois de um ato sexual ou de pegação com meus ficantes, mesmo me sentindo satisfeito, eu tinha essa necessidade de masturbar-me ao chegar em casa, pois a masturbação me completava ao ponto de sossegar o fogo, por não ter limites na imaginação.
Atualmente já melhorei muito neste aspecto, pois não tenho motivos para masturbar-me, afinal faço tudo o que quero, do jeito que tenho vontade com meu boyfriend, portanto às vezes sentia aquela necessidade e quando me dava conta, já havia praticado o ato dos "5 contra 1", como por exemplo uma vez que após o nosso ato sexual, depois de tomarmos banho juntos, eu permaneci no banho e ele me pegou no flagra masturbando .
Como toda relação deve haver cumplicidade, mesmo sabendo que meu boyfriend é totalmente contra de eu masturbar-me sozinho, quando ele questionava se eu havia praticado esse ato em tal dia, eu contava a verdade, e de tanto ouvir suas críticas de que não preciso disso, de que isso é coisa de pessoas carentes, e que tenho ele para me dar prazer, aos poucos eu fui me distanciando dessa prática, fui assimilando que realmente eu não deveria praticar esse ato, afinal tenho ele que me realiza de todas as formas.
Apesar de que a princípio achei meio ilógico seu ponto de vista, mas me colocando em seu lugar, noto que ele tem toda razão, afinal não gostaria de saber que meu boyfriend vive se masturbando, pois daria impressão de que não estou sendo homem suficiente para satisfazê-lo.
Porém estamos juntos todas as noites, na maioria das vezes gozamos o momento seja nos "pegas" ou sexo, portanto quando os dias estão foda, cabe a mim, ter o controle, segurar o tesão e não ser egoísta para descarregar meu tesão sozinho.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Aos poucos...
Quando eu o conheci eu nem arrisquei em falar onde moro, e para que pudéssemos nos encontrarmos, ele me pegava na esquina de cima de minha casa. Dias depois na esquina de casa, e antes mesmo de concretizarmos [o namoro], já havia confiança, e eu havia lhe falado onde moro, e assim ele passou a me pegar em casa...
Com o tempo ele começou a entrar na garagem de casa, dias depois conheceu meus pais, e consequentemente, irmãos, cunhadas e sobrinhos.
Logo depois ele começou a adentrar em casa, e a convivência com a família fez com que todos simpatizassem. As crianças adoram brincar com ele, noto que meus pais têm um carinho e atenção admirável, afinal seu jeito cativante conquistou a família de forma rápida, apesar de que eu já o considero da família, pois ele é meu namorado e pela lógica tem quase os mesmos direitos de minhas cunhadas, portanto de maneira oculta e enrustido ele não deixa de ser o genro que meus pais nunca teve e que nem podem pensar em ter, mas que de alguma forma, independente de tudo, ele é uma pessoa que meus pais admiram e tratam muito bem, pois ouço elogios constantes...
Além dessa conquista com o seu caráter, os doces que ele faz e traz para minha família demonstra que o garoto tem talento.
As poucas vezes que almoçamos e jantamos todos juntos em família, tornou o momento mais saboroso, e os passeios em família em que ele estava junto fez o momento se tornar mega prazeroso, e quando surgem passeios em família, antes mesmo de eu propor a convidá-lo, meus pais já dão a dica para chamá-lo.
Quando ele vem me visitar e estou sozinho em casa, é o grande momento propício para descarregar o tesão, e matar a saudade de forma íntima, intensa, profunda e carinhosa. No início a aventura era na garagem, dias depois ao ar livre no quintal, e consequentemente no meu quarto, na sala...
Essa tensão, misturado com tesão e adrenalina deixa a situação mais picante.
Todos esses momentos com ele ocorreram aos poucos, o tempo ficou encarregado de fazer as coisas acontecerem de forma natural, na hora e no momento certo, na mais perfeita sincronia.
Dou risada só em imaginar a situação caso meus pais descubram algo, pois ao mesmo tempo que ele é adorado, se tornará odiado por todos.
Com o tempo ele começou a entrar na garagem de casa, dias depois conheceu meus pais, e consequentemente, irmãos, cunhadas e sobrinhos.
Logo depois ele começou a adentrar em casa, e a convivência com a família fez com que todos simpatizassem. As crianças adoram brincar com ele, noto que meus pais têm um carinho e atenção admirável, afinal seu jeito cativante conquistou a família de forma rápida, apesar de que eu já o considero da família, pois ele é meu namorado e pela lógica tem quase os mesmos direitos de minhas cunhadas, portanto de maneira oculta e enrustido ele não deixa de ser o genro que meus pais nunca teve e que nem podem pensar em ter, mas que de alguma forma, independente de tudo, ele é uma pessoa que meus pais admiram e tratam muito bem, pois ouço elogios constantes...
Além dessa conquista com o seu caráter, os doces que ele faz e traz para minha família demonstra que o garoto tem talento.
As poucas vezes que almoçamos e jantamos todos juntos em família, tornou o momento mais saboroso, e os passeios em família em que ele estava junto fez o momento se tornar mega prazeroso, e quando surgem passeios em família, antes mesmo de eu propor a convidá-lo, meus pais já dão a dica para chamá-lo.
Quando ele vem me visitar e estou sozinho em casa, é o grande momento propício para descarregar o tesão, e matar a saudade de forma íntima, intensa, profunda e carinhosa. No início a aventura era na garagem, dias depois ao ar livre no quintal, e consequentemente no meu quarto, na sala...
Essa tensão, misturado com tesão e adrenalina deixa a situação mais picante.
Todos esses momentos com ele ocorreram aos poucos, o tempo ficou encarregado de fazer as coisas acontecerem de forma natural, na hora e no momento certo, na mais perfeita sincronia.
Dou risada só em imaginar a situação caso meus pais descubram algo, pois ao mesmo tempo que ele é adorado, se tornará odiado por todos.
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