Me senti mal quando sábado eu vi o meu [ex ficante NA*] na mesma pizzaria em que eu estava com meus pais, irmãos, CU-nhadas e sobrinhos...
Tudo bem que ele tem o direito de ir onde ele quiser, mas caralho, em meio há tantos lugares, precisávamos estar no mesmo ambiente, respirando o mesmo ar?
Compreendo que ninguém é obrigado a gostar de ninguém, entendo que nem tudo dá certo como eu queria, nem tudo é do jeito que desejo, mas só não compreendo o motivo pelo qual ainda sinto "um pouquinho de mágoa", um sentimento espontâneo, talvez eu não sei lidar com a rejeição, ou então o fato de terminarmos com um diálogo imaturo de ambas as partes, fez sentir-me inferior por não ter sido correspondido, mas toda derrota serve de lição, ele já é página virada de minha vida.
Hoje eu posso dizer que não sinto absolutamente nada por ele, era óbvio que não iriamos dar certo por questões sexuais e sentimentais, mas não sei o que me fez insistir.
Porém na pizzaria, busquei fazer com que sua presença não estragasse minha noite, embora eu tenha me sentido um pouco desconfortável, pelo fato de que estávamos quase de frente um com outro, mas busquei interagir com minha família, e ao mesmo tempo fiquei interagindo com o celular, enviando torpedos para os amigos como forma de "escape".
Depois de um tempo, ao me ver de costas, ele deve ter me achado covarde, deveria ter pensado que mudei de lugar por sentir alguma mágoa ou raiva.
Não quero que ele pense isso, pois seria uma prova de que eu "estou por baixo", inferiorizado, e não é bem assim, pois eu só troquei de lugar com minha sobrinha, porque ela queria ficar ao lado de sua priminha, caso contrário, não haveria problemas eu ficar ali, pois eu nem fazia questão de olha-lo.
Depois de quase 3 horas no mesmo ambiente, tive o prazer de vê-lo indo embora com sua galera, se eram apenas amigos, ou se tinha algum ficante, namorado, pouco me importa em saber, afinal já fez 4 meses que não temos mais contato, e o tempo está se encarregando de neutralizá-lo em minha vida.
Na ausência de uma amizade "confiável" para desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna de comunicar, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Mijando sentado...
Uma das maiores vantagens, e comodidade de ser homem é o fato de mijar, urinar de pé, algo bem prático, dependendo da situação não há necessidade extrema de um WC, pode ser ali atrás do poste, da árvore, de qualquer obstáculo que sirva de amparo.
Além disso, independente da roupa, basta tirar o "danado" para fora e fazer o ato, diferente das mulheres, que tem todo trabalho de abaixar a roupa, além de sentar em vasos sanitários, que muitas vezes são imundos...
Errar a pontaria é fato "quase comum" no mundo masculino, acertar o vaso sanitário é uma arte, e dependendo da pressão do jato, acaba espirrando no chão ou no vaso sanitário, embora muitas vezes isso ocorre por preguiça ou falta de força de vontade, porém todo cuidado é pouco.
Devido a esses motivos, alguns homens preferem mijar sentado, buscando evitar transtornos com a limpeza do WC.
Eu acho isso uma falta de higiene pelo fato do "pau" estar encostando no vaso sanitário, estando sujeito a todo tipo de germes e bactérias.
Confesso que fiquei sem reação no momento que pedi para urinar no WC do [Machão Carente], e fui intimado para mijar sentado, eu achei aquilo desnecessário, e afirmei que sei fazer bem o serviço, que tenho domínio da situação, e que se caso eu sujasse seu WC eu limparia, e assim fiz do meu jeito, de pé.
Achei estranho e nojento quando me deparei com ele peladão no WC, sentado daquela forma para urinar, com o pau tendo "contato direto" com o vaso sanitário.
Espero que essas pessoas tenham esse hábito somente dentro de casa, pois fazer dessa forma em qualquer WC complica a situação.
Independente dos "ignorantes" preconceituosos afirmarem que homem que é homem não mija sentado, isso não faz nenhum sentido, por mais estranho que seja, cada um faz da maneira que lhe convém.
Além disso, independente da roupa, basta tirar o "danado" para fora e fazer o ato, diferente das mulheres, que tem todo trabalho de abaixar a roupa, além de sentar em vasos sanitários, que muitas vezes são imundos...
Errar a pontaria é fato "quase comum" no mundo masculino, acertar o vaso sanitário é uma arte, e dependendo da pressão do jato, acaba espirrando no chão ou no vaso sanitário, embora muitas vezes isso ocorre por preguiça ou falta de força de vontade, porém todo cuidado é pouco.
Devido a esses motivos, alguns homens preferem mijar sentado, buscando evitar transtornos com a limpeza do WC.
Eu acho isso uma falta de higiene pelo fato do "pau" estar encostando no vaso sanitário, estando sujeito a todo tipo de germes e bactérias.
Confesso que fiquei sem reação no momento que pedi para urinar no WC do [Machão Carente], e fui intimado para mijar sentado, eu achei aquilo desnecessário, e afirmei que sei fazer bem o serviço, que tenho domínio da situação, e que se caso eu sujasse seu WC eu limparia, e assim fiz do meu jeito, de pé.
Achei estranho e nojento quando me deparei com ele peladão no WC, sentado daquela forma para urinar, com o pau tendo "contato direto" com o vaso sanitário.
Espero que essas pessoas tenham esse hábito somente dentro de casa, pois fazer dessa forma em qualquer WC complica a situação.
Independente dos "ignorantes" preconceituosos afirmarem que homem que é homem não mija sentado, isso não faz nenhum sentido, por mais estranho que seja, cada um faz da maneira que lhe convém.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O machão Carente
O nosso primeiro contato foi na sexta feira retrasada, quando já passava da meia noite, e para me distrair, resolvi entrar no chat da cidade vizinha em que meus amigos moram, 30 km de casa. Mas eu não buscava um encontro de imediato, afinal eu estava me sentindo um puto, pois depois de 2 meses sossegado, há 10 dias atrás eu havia [ficado com um garoto].
Sua primeira e única palavra no chat foi pedir meu telefone, de fato arrisquei e passei, já que voz é um dos quesitos que eu prezo muito.
De imediato ele não poupou palavras, demonstrou surpreso com minha voz, e trocamos elogios, pois eu me senti atraído com seu vozeirão, com seu jeito másculo de falar, usando algumas gírias.
Seu objetivo era somente um, sacanagens pelo telefone, curtir o momento, embora isso não tem mais graça, há tantas ferramentas melhores, mais prazerosas, porém quando me dei conta, eu já havia entrado no seu ritmo sacana e pervertido e assim ambos gozaram pelo telefone.
Depois de alguns minutos, com mais calma, ele retorna a ligação para um papo mais sério, afirmando que havia me curtido muito.
Ele tem 29 anos de idade, 1,73 de altura, nas horas vagas da aulas de inglês, gosta de jogar futebol, é bissexual, já foi casado com mulher, está há 2 anos solteiro, cujo na época da separação, ele ficou na fossa, viveu uma fase triste.
Afirmou não ter nenhuma experiência com homens, foi chupado há 6 meses atrás por um colega do futebol, dentro do vestiário, e depois desse fato, ele quer ir além, tem vontades de beijar garotos, quer experimentar tudo o que tem direito, está em busca de relacionamento sério com garotos machos, discretos, quer busca algo sério.
Eu até questionei-o, por não entendê-lo, afinal como um homem que nunca teve nada com outro homem, poderia querer algo sério, sem ao menos saber se vai gostar da primeira vez, afinal as minhas primeiras vezes foram decepcionantes...
Sua primeira e única palavra no chat foi pedir meu telefone, de fato arrisquei e passei, já que voz é um dos quesitos que eu prezo muito.
De imediato ele não poupou palavras, demonstrou surpreso com minha voz, e trocamos elogios, pois eu me senti atraído com seu vozeirão, com seu jeito másculo de falar, usando algumas gírias.
Seu objetivo era somente um, sacanagens pelo telefone, curtir o momento, embora isso não tem mais graça, há tantas ferramentas melhores, mais prazerosas, porém quando me dei conta, eu já havia entrado no seu ritmo sacana e pervertido e assim ambos gozaram pelo telefone.
Depois de alguns minutos, com mais calma, ele retorna a ligação para um papo mais sério, afirmando que havia me curtido muito.
Ele tem 29 anos de idade, 1,73 de altura, nas horas vagas da aulas de inglês, gosta de jogar futebol, é bissexual, já foi casado com mulher, está há 2 anos solteiro, cujo na época da separação, ele ficou na fossa, viveu uma fase triste.
Afirmou não ter nenhuma experiência com homens, foi chupado há 6 meses atrás por um colega do futebol, dentro do vestiário, e depois desse fato, ele quer ir além, tem vontades de beijar garotos, quer experimentar tudo o que tem direito, está em busca de relacionamento sério com garotos machos, discretos, quer busca algo sério.
Eu até questionei-o, por não entendê-lo, afinal como um homem que nunca teve nada com outro homem, poderia querer algo sério, sem ao menos saber se vai gostar da primeira vez, afinal as minhas primeiras vezes foram decepcionantes...
Trocávamos várias mensagens no dia, falávamos horas no telefone, eu não acreditava que aquelas palavras dóceis, carinhosas, românticas, envolventes, e às vezes sacanas poderiam vir de um cara que aparentemente era muito macho, pois independente de ser hétero ou não, homens pensam e calculam antes demonstrar sentimentos, por se sentirem inseguros ou por medo, vergonha, eu mesmo ajo assim, embora muitas vezes só tenho a perder agindo assim, mas é espontâneo.
Devido a essas demonstrações diárias de afeto, foi inevitável, sem querer eu já estava gostando dele, o meu coração de gelo já estava derretido. Passei a pensar e desejá-lo constantemente, embora não busco namoro, mas eu queria deixar as coisas acontecerem naturalmente, e aceitei sua proposta de nos conhecermos sem ao menos ver fotos, apesar de que eu havia mostrado as fotos dos meus piercings pelo fato de que ele é fissurado por isso, ele apenas expôs a foto de seu peitoral com uma tatto de um tribal no ombro, embora eu sabia que ele não era tão sincero, nem tudo era perfeito, pois sem saber que era eu, no meu MSN fake, ele buscava algo real de imediato.
Ambos estavam inseguros, ele sempre falava que eu me apego muito em aparência física, que eu não iria curti-lo, afirmando que ele não faria o meu tipo.
Óbvio que não sou perfeito, passo longe disso, mas as minhas exigências são espontâneas, além disso o jeito dele, naturalmente me encantou de tal forma, que não pensava muito na possibilidade de não dar certo, já não me importava tanto com aparência, afinal as coisas poderiam se encaixar e com o tempo ambos poderiam notar uma beleza no outro que havia passado despercebida no primeiro encontro.
Fui ao seu encontro às 18 horas no shopping da cidade.
A primeira impressão é a que fica... Ele era um pouco menor do que eu, um jeito másculo de ser e agir, estava com uma calça cinza agarrada, onde suas coxas e bunda definidas se destacaram. Branco, loiro, com olhos esverdeados. O fato dele ser branco, e ter 29 anos de idade, haviam algumas marcas de expressão. Tinha uma espécie de "barbixa", logo abaixo dos lábios, não chega a ser cavanhaque, pois era entre o queixo e os lábios.
Demonstrou ciúmes quando elogiei as garotas do shopping, ou seja, já poderia ser uma pista de eu havia passado no teste, além disso ele era meio calado.
E logo em seguida ele questionou o que achei dele, disse que eu era bonito como ele já imaginava e assim fomos para sua casa, embora ele afirmava que eu queria ir para a balada, e não queria me atrapalhar.
Logo que adentramos sua casa, ele foi me beijando, achei hiper estranho sentir aquela barbixa na minha boca, meio que repulsa, e assim fomos para sua cama, cujo nem na hora H ele tirava seu boné.
Seu corpo era gostoso ,tinha coxas grossas, peludas, sua pegada era forte, envolvente, falava palavras de baixo calão, era algo excitante, do jeito que gosto, embora às vezes seu beijo era repugnante por ser muito molhado, meio babão, ele não hesitou, fez o que teve vontade, suas lambidas foram fenomenais.
Não rolou sexo conforme combinamos, mas dei e recebi muito prazer, as pegadas ficaram mais intensas, com direito a tapas, puxão de cabelo, aquilo foi suficiente para proporcionar muito prazer sem a necessidade de sexo.
Fazia mais de 3 anos que eu não passava a noite toda com um garoto na cama, afinal depois que terminei meu segundo e último namoro, os "pegas" que tive com garotos foram em locais inusitados.
De manhã, como de costume, acordei mal humorado, calado, meio frio, e independente disso, ele queria algo novamente, e depois de nos realizarmos intimamente, eu estava muito afim de ir embora.
Não cumpri o combinado de tomarmos café juntinhos, inventei que minha mãe havia me ligado, que eu precisa ir embora, porém nem busquei beijá-lo pelo fato de não estar afim, além disso ambos nem tinham escovado os dentes, e ao sair, ele teve a iniciativa de me dar um selinho na boca de despedida.
Atualmente trocamos poucas mensagens, talvez a maneira que agi quando acordei, fez ele desconfiar de que não curti o suficiente.
Nos poucos torpedos que trocamos, ele afirma que eu não curti fisicamente, embora se ele tivesse me curtido, ele viria atrás, pois os torpedos partem de mim, pode ser que ele não tenha me curtido e ficou sem jeito de falar.
Independente disso, estou de boa, ainda bem que eu não fiquei fissurado por ele, pois é tenso gostar de alguém e não ser correspondido, ainda bem que não sofro desse mal.
Embora o seu interior, seu jeito de ser e agir seja algo admirável, infelizmente não é somente isso que alimenta um relacionamento, tem todo um contexto que levo em consideração.
Logo que adentramos sua casa, ele foi me beijando, achei hiper estranho sentir aquela barbixa na minha boca, meio que repulsa, e assim fomos para sua cama, cujo nem na hora H ele tirava seu boné.
Seu corpo era gostoso ,tinha coxas grossas, peludas, sua pegada era forte, envolvente, falava palavras de baixo calão, era algo excitante, do jeito que gosto, embora às vezes seu beijo era repugnante por ser muito molhado, meio babão, ele não hesitou, fez o que teve vontade, suas lambidas foram fenomenais.
Não rolou sexo conforme combinamos, mas dei e recebi muito prazer, as pegadas ficaram mais intensas, com direito a tapas, puxão de cabelo, aquilo foi suficiente para proporcionar muito prazer sem a necessidade de sexo.
Fazia mais de 3 anos que eu não passava a noite toda com um garoto na cama, afinal depois que terminei meu segundo e último namoro, os "pegas" que tive com garotos foram em locais inusitados.
De manhã, como de costume, acordei mal humorado, calado, meio frio, e independente disso, ele queria algo novamente, e depois de nos realizarmos intimamente, eu estava muito afim de ir embora.
Não cumpri o combinado de tomarmos café juntinhos, inventei que minha mãe havia me ligado, que eu precisa ir embora, porém nem busquei beijá-lo pelo fato de não estar afim, além disso ambos nem tinham escovado os dentes, e ao sair, ele teve a iniciativa de me dar um selinho na boca de despedida.
Atualmente trocamos poucas mensagens, talvez a maneira que agi quando acordei, fez ele desconfiar de que não curti o suficiente.
Nos poucos torpedos que trocamos, ele afirma que eu não curti fisicamente, embora se ele tivesse me curtido, ele viria atrás, pois os torpedos partem de mim, pode ser que ele não tenha me curtido e ficou sem jeito de falar.
Independente disso, estou de boa, ainda bem que eu não fiquei fissurado por ele, pois é tenso gostar de alguém e não ser correspondido, ainda bem que não sofro desse mal.
Embora o seu interior, seu jeito de ser e agir seja algo admirável, infelizmente não é somente isso que alimenta um relacionamento, tem todo um contexto que levo em consideração.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Bad Boys
Toda vez que assisto esse vídeo da Madonna, eu fico admirado com a performance, coreografia, sincronia dos dançarinos.
Eu vibro com essa música, sem contar o dom, o talento, a voz e a originalidade da Madonna, que por mais que tentem imitá-la, ela sempre será única.
Tudo bem que esse vídeo já deve ter mais de 5 anos, mas é impossível eu não ficar tenso, fico todo arrepiado com o comportamento dos garotões, com um olhar que expressa concentração, seriedade, além de uma pitada de bad boy.
Os corpos são de tirar o fôlego, algo bonito de se admirar.
Quanto a música, um amor proibido é mais gostoso, tem sabor de aventura, sensação de adrenalina, a tentação é maior, mesmo lutando contra, nem sempre a mente e o corpo resistem.
Parece que o proibido tem tendência de dar certo no final, e mesmo que dê errado, o importante é tentar, arriscar.
Embora essa teoria seja boa, infelizmente na prática, não há tanta perseverança de minha parte, pois o medo e a insegurança me faz desistir de lutar por algo, por isso que eu não me considero um perdedor, e sim um covarde por não ter arriscado.
Eu vibro com essa música, sem contar o dom, o talento, a voz e a originalidade da Madonna, que por mais que tentem imitá-la, ela sempre será única.
Tudo bem que esse vídeo já deve ter mais de 5 anos, mas é impossível eu não ficar tenso, fico todo arrepiado com o comportamento dos garotões, com um olhar que expressa concentração, seriedade, além de uma pitada de bad boy.
Os corpos são de tirar o fôlego, algo bonito de se admirar.
Quanto a música, um amor proibido é mais gostoso, tem sabor de aventura, sensação de adrenalina, a tentação é maior, mesmo lutando contra, nem sempre a mente e o corpo resistem.
Parece que o proibido tem tendência de dar certo no final, e mesmo que dê errado, o importante é tentar, arriscar.
Embora essa teoria seja boa, infelizmente na prática, não há tanta perseverança de minha parte, pois o medo e a insegurança me faz desistir de lutar por algo, por isso que eu não me considero um perdedor, e sim um covarde por não ter arriscado.
sábado, 19 de novembro de 2011
Lidando com elogios
Quando elogiam uma roupa que estou usando, eu concordo, afinal roupa é um objeto onde a escolha indica bom gosto, diferente de partes físicas do corpo ,onde não tenho escolha, pois é genético.
Quando me elogiam profissionalmente, eu concordo pelo fato de que realmente eu meço esforços, me empenho ao máximo, e reconheço quando tenho esse mérito.
Quando elogiam minha boca, eu discordo, pois nem gosto do seu formato feio, pelo fato de eu ter chupado chupeta até os meus 6 anos de idade. Dependendo do dia, da situação, busco morder os lábios, na tentativa de "esconder", amenizar o seu formato.
Quando elogiam meus dentes, meu sorriso, eu discordo, pois meus dentes são grandes, motivo de sarro na infância, além disso, eu passei uma infância com vergonha de meus dentes que na época eram tortos, "encavalados".
Quando elogiam minha voz ao telefone, eu discordo, pois não há nada de especial ou diferente.
Quando elogiam meu cabelo, eu discordo, pois eu tento de todas as formas deixa-lo bonito, mas raramente me satisfaço. Mesmo que os garotos héteros de minha sala na faculdade constantemente elogiam e questionam o que faço para deixar meu "corte moicano" de tal forma, eu não consigo entender, pois o cabelo deles são mais bonitos do que o meu, e mal sabem o "trabalho" que tenho para "tentar" deixa-lo bonito.
Quando me perguntam qual a parte do meu corpo que eu mais gosto, eu disfarço ou respondo por responder, pois até hoje não achei uma parte que realmente me chama atenção, pois todas tem um "defeitinho de fábrica".
Aparência é uma variável, o que pode ser bonito pra ti, pode não ser pra mim.
Enfim, elogios faz bem ao ego, eleva o astral, mas não me acho digno de tais elogios, nem sempre reconheço algum mérito, e diante desses elogios só me resta mudar de assunto, por me sentir despreparado e sem graça com a situação.
Até que um dia, me falaram que eu não sei lidar com elogios, que devo ter algum trauma de infância, que eu devo ter crescido sem elogios, principalmente de minha família...
Nem levei isso em consideração, embora isso ficou fixado em minha mente, pois cresci ouvindo críticas de meus pais, embora sejam criticas que envolvem características psicológicas e não físicas, porém "acho" que a pessoa que fez essa "observação" equivocou-se.
Portanto quanto a minha aparência física, eu até meço esforços para melhora-la, tenho uma vaidade "um pouco acima do normal" na tentativa de me sentir bem, porém me falta segurança, talvez me falte auto estima, embora isso é uma constante variável, impossível viver sempre com auto estima.
Não me acho atraente, não me acho feio, e muito menos bonito. Não tenho complexo de feiura, não tenho neuroses e nem paranóias, talvez essa insegurança me faz ser realista, pelo fato de meu espelho indicar constantemente a necessidade de algumas plásticas, que por enquanto esses desejos ficarão a longo prazo, quem sabe quando eu tiver boas condições financeiras.
Quando me elogiam profissionalmente, eu concordo pelo fato de que realmente eu meço esforços, me empenho ao máximo, e reconheço quando tenho esse mérito.
Quando elogiam minha boca, eu discordo, pois nem gosto do seu formato feio, pelo fato de eu ter chupado chupeta até os meus 6 anos de idade. Dependendo do dia, da situação, busco morder os lábios, na tentativa de "esconder", amenizar o seu formato.
Quando elogiam meus dentes, meu sorriso, eu discordo, pois meus dentes são grandes, motivo de sarro na infância, além disso, eu passei uma infância com vergonha de meus dentes que na época eram tortos, "encavalados".
Quando elogiam minha voz ao telefone, eu discordo, pois não há nada de especial ou diferente.
Quando elogiam meu cabelo, eu discordo, pois eu tento de todas as formas deixa-lo bonito, mas raramente me satisfaço. Mesmo que os garotos héteros de minha sala na faculdade constantemente elogiam e questionam o que faço para deixar meu "corte moicano" de tal forma, eu não consigo entender, pois o cabelo deles são mais bonitos do que o meu, e mal sabem o "trabalho" que tenho para "tentar" deixa-lo bonito.
Quando me perguntam qual a parte do meu corpo que eu mais gosto, eu disfarço ou respondo por responder, pois até hoje não achei uma parte que realmente me chama atenção, pois todas tem um "defeitinho de fábrica".
Aparência é uma variável, o que pode ser bonito pra ti, pode não ser pra mim.
Enfim, elogios faz bem ao ego, eleva o astral, mas não me acho digno de tais elogios, nem sempre reconheço algum mérito, e diante desses elogios só me resta mudar de assunto, por me sentir despreparado e sem graça com a situação.Até que um dia, me falaram que eu não sei lidar com elogios, que devo ter algum trauma de infância, que eu devo ter crescido sem elogios, principalmente de minha família...
Nem levei isso em consideração, embora isso ficou fixado em minha mente, pois cresci ouvindo críticas de meus pais, embora sejam criticas que envolvem características psicológicas e não físicas, porém "acho" que a pessoa que fez essa "observação" equivocou-se.
Portanto quanto a minha aparência física, eu até meço esforços para melhora-la, tenho uma vaidade "um pouco acima do normal" na tentativa de me sentir bem, porém me falta segurança, talvez me falte auto estima, embora isso é uma constante variável, impossível viver sempre com auto estima.
Não me acho atraente, não me acho feio, e muito menos bonito. Não tenho complexo de feiura, não tenho neuroses e nem paranóias, talvez essa insegurança me faz ser realista, pelo fato de meu espelho indicar constantemente a necessidade de algumas plásticas, que por enquanto esses desejos ficarão a longo prazo, quem sabe quando eu tiver boas condições financeiras.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Finalmente o encontro
Mantemos contato virtual por 6 meses, passávamos horas teclando besteiras, trocando informações e desejos sexuais, porém mesmo morando próximos, o fato de não sermos "assumidos", ambos tinham medo, insegurança de nos conhecer.
Eu só queria agitar, mesmo que as situações virtuais eram excitantes pelo seu jeito safado e abusado de agir, eu evitava um contato real, buscando ter um controle da situação, e evitando cair em "tentação".
Conquistei sua confiança, sua credibilidade, às vezes ele insistia em me ver, embora ele tinha medo de estragar nossa amizade virtual, caso acontecesse algo entre nós.
Ontem ele queria sair, conversar, e por estar sem companhia insistiu para nos conhecermos, eu à toa, com preguiça de visitar amigos na cidade vizinha, resolvi aceitar seu convite, mesmo cientes da " possibilidade" de colocarmos em prática alguns desejos sexuais, eu deixei claro sobre as incertezas, cujo a única certeza que eu tinha é que não rolaria sexo.
Fechado o acordo, na dúvida de usar calça jeans sem cueca como de costume, eu preferi ir com cueca para não me tornar "presa fácil", ou seja, para evitar me instigar, visto que o garoto sempre demonstrou no MSN ser "talentoso" na hora H.
Fui na curiosidade, com poucas esperanças, afinal o fato dele ter 1,70m de altura não fazia meu biotipo pela diferença de 6 cm, que pra mim é uma diferença grande. Realmente eu acertei no conceito que eu tive dele, achei o mulato bem baixinho, além disso tinha um sotaque carregado...
Depois de 4 horas papeando, resolvemos ir embora, e durante aquelas horas juntos, eu já estava vendo ele com um pouco mais de otimismo, afinal durante a madruga eu fico mais "fogoso", e todos "os gatos são pardos", a minha distinção se torna um pouco mais positiva e os meus critérios de escolha são menos rígidos.
De repente, no trajeto eu notei que ele não estava me levando pra minha casa, e ao questionar para onde iriamos, ele pergunta se há problemas de irmos à sua casa.
Sem problemas, afinal eu já estava há quase 3 meses sem ter algo com garotos, e assim que chegamos em sua casa, ele colocou um filme pornô para assistirmos .
Ufa! Pelo menos eu poderia ter mais ânimo, mais incentivo, pois estava chapado de sono e cansado, e assim iniciamos o "rala e rola", cujo ficou provado de que ele realmente é bem safado, embora eu não tenha gostado dos beijos.
Óbvio que instinto de homem é mais forte, durante o tesão, alguns não conseguem ter o controle, mas se eu consigo, porque os outros não podem tentar, afinal trato é trato, eu sempre deixei claro que sexo não aconteceria, entretanto suas tentativas foram em vão, afinal há várias formas de satisfazer-se sem a necessidade de sexo.
Ao chegar em casa sinto falta de minha pulseira predileta de aço cirúrgico, e assim lhe enviei mensagem para pega-la em breve...
Quando queremos ver a pessoa novamente, isso seria um ótimo pretexto, porém nesse caso eu não senti necessidade ou vontade de vê-lo em breve, portanto o esquecimento dessa pulseira foi o cúmulo, eu só pensava numa maneira em que não desse tempo ou chances dele tentar algo novamente, e a minha sorte é que hoje eu tive que fazer um trabalho da faculdade, aproveitei e passei rapidinho em sua casa e devido ao meu atraso e eu estar ao lado de uma amiga, ao pegar a pulseira nem deu tempo de conversarmos...
Acho que ele deve ter ficado frustado, decepcionado pelo fato de não ter ocorrido sexo, mas foda-se, porém eu só preciso saber agir se caso no MSN ele falar que quer algo novamente, afinal o que ocorreu foi algo de momento, eu não sinto necessidade constante de realizar desejos, independente de quem seja, além disso, pode se tornar um vício.
Eu só queria agitar, mesmo que as situações virtuais eram excitantes pelo seu jeito safado e abusado de agir, eu evitava um contato real, buscando ter um controle da situação, e evitando cair em "tentação".
Conquistei sua confiança, sua credibilidade, às vezes ele insistia em me ver, embora ele tinha medo de estragar nossa amizade virtual, caso acontecesse algo entre nós.
Ontem ele queria sair, conversar, e por estar sem companhia insistiu para nos conhecermos, eu à toa, com preguiça de visitar amigos na cidade vizinha, resolvi aceitar seu convite, mesmo cientes da " possibilidade" de colocarmos em prática alguns desejos sexuais, eu deixei claro sobre as incertezas, cujo a única certeza que eu tinha é que não rolaria sexo.
Fechado o acordo, na dúvida de usar calça jeans sem cueca como de costume, eu preferi ir com cueca para não me tornar "presa fácil", ou seja, para evitar me instigar, visto que o garoto sempre demonstrou no MSN ser "talentoso" na hora H.
Fui na curiosidade, com poucas esperanças, afinal o fato dele ter 1,70m de altura não fazia meu biotipo pela diferença de 6 cm, que pra mim é uma diferença grande. Realmente eu acertei no conceito que eu tive dele, achei o mulato bem baixinho, além disso tinha um sotaque carregado...
Depois de 4 horas papeando, resolvemos ir embora, e durante aquelas horas juntos, eu já estava vendo ele com um pouco mais de otimismo, afinal durante a madruga eu fico mais "fogoso", e todos "os gatos são pardos", a minha distinção se torna um pouco mais positiva e os meus critérios de escolha são menos rígidos.
De repente, no trajeto eu notei que ele não estava me levando pra minha casa, e ao questionar para onde iriamos, ele pergunta se há problemas de irmos à sua casa.
Sem problemas, afinal eu já estava há quase 3 meses sem ter algo com garotos, e assim que chegamos em sua casa, ele colocou um filme pornô para assistirmos .
Ufa! Pelo menos eu poderia ter mais ânimo, mais incentivo, pois estava chapado de sono e cansado, e assim iniciamos o "rala e rola", cujo ficou provado de que ele realmente é bem safado, embora eu não tenha gostado dos beijos.
Óbvio que instinto de homem é mais forte, durante o tesão, alguns não conseguem ter o controle, mas se eu consigo, porque os outros não podem tentar, afinal trato é trato, eu sempre deixei claro que sexo não aconteceria, entretanto suas tentativas foram em vão, afinal há várias formas de satisfazer-se sem a necessidade de sexo.
Ao chegar em casa sinto falta de minha pulseira predileta de aço cirúrgico, e assim lhe enviei mensagem para pega-la em breve...
Quando queremos ver a pessoa novamente, isso seria um ótimo pretexto, porém nesse caso eu não senti necessidade ou vontade de vê-lo em breve, portanto o esquecimento dessa pulseira foi o cúmulo, eu só pensava numa maneira em que não desse tempo ou chances dele tentar algo novamente, e a minha sorte é que hoje eu tive que fazer um trabalho da faculdade, aproveitei e passei rapidinho em sua casa e devido ao meu atraso e eu estar ao lado de uma amiga, ao pegar a pulseira nem deu tempo de conversarmos...
Acho que ele deve ter ficado frustado, decepcionado pelo fato de não ter ocorrido sexo, mas foda-se, porém eu só preciso saber agir se caso no MSN ele falar que quer algo novamente, afinal o que ocorreu foi algo de momento, eu não sinto necessidade constante de realizar desejos, independente de quem seja, além disso, pode se tornar um vício.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Beijar por beijar...
Eu demorei muito tempo para provar um beijo masculino, aliás, a minha "inocência" fazia eu pensar que homens apenas "fodiam ou eram fodidos", algo mecanicista, sem "melação", sem carinhos, e assim foram as minhas primeiras experiencia sexuais, um ato meio selvagem, egoísta, frio, embora prazeroso.
Por mais que achava estranho dois "machos" se beijando, tendo aquele contato íntimo pele a pele, barba com barba, devido as insistências de alguns garotos, eu fui tendo curiosidades, e aos poucos eu fui me adaptando e saciando meus desejos. embora infelizmente é meio raro rolar aquela quimica no beijo, nem sempre eu me atrevo beijar...
Como admiro na balada pessoas "desesperadas" por beijos, que não hesitam para beijar, buscam quantidade transformando o ato "artificial", sentem prazer intenso nisso, e apelam pela insistência, coisa que eu não faço, pois penso muito para beijar alguém, pois o beijo é algo muito íntimo, profundo, envolve sentimentos, e não apenas desejos carnais, além disso beleza exterior não é sinônimo de beijos gostosos.
Nem sempre aquela troca de olhares na balada significa paquera, eu mesmo gosto de olhar, reparar bem para ter a certeza de que realmente a pessoa tenha os requisitos que busco, e se caso tenha, o meu olhar é de admiração, se transformando em paquera.
Ás vezes isso pode confundir as pessoas, alguns precipitam achando que estão sendo paquerados, e foi o que me ocorreu [no sábado passado na balada]
Enquanto eu avaliava a aparência física do garoto, sua roupa, seu comportamento, o garoto se iludiu achando que eu estava afim dele, e mesmo ele chegando em mim de maneira humilde, sincera, ele não tinha um biotipo que me atraia, e de tanto ele insistir e ficar o tempo todo me olhando, fiquei com pena e resolvi dar-lhe uma chance e arriscar a lhe beijar.
O resultado disso foi óbvio, mesmo sendo um beijo rápido, não houve graça, foi sem sabor, artificial, sem instigação pra prosseguir...
Isso que dá, eu me sentir "sem graça"l em falar "não", em dar um "fora" nas pessoas, embora gentilmente, eu sempre invento desculpas, e nem sempre as pessoas entendem...
O jeito é ser mais severo, afinal se as pessoas me dão "foras", eu também tenho o mesmo direito de não querer algo, de não estar afim, além disso, nem sempre conseguimos o que queremos e saber lidar com isso é essencial.
Por mais que achava estranho dois "machos" se beijando, tendo aquele contato íntimo pele a pele, barba com barba, devido as insistências de alguns garotos, eu fui tendo curiosidades, e aos poucos eu fui me adaptando e saciando meus desejos. embora infelizmente é meio raro rolar aquela quimica no beijo, nem sempre eu me atrevo beijar...
Como admiro na balada pessoas "desesperadas" por beijos, que não hesitam para beijar, buscam quantidade transformando o ato "artificial", sentem prazer intenso nisso, e apelam pela insistência, coisa que eu não faço, pois penso muito para beijar alguém, pois o beijo é algo muito íntimo, profundo, envolve sentimentos, e não apenas desejos carnais, além disso beleza exterior não é sinônimo de beijos gostosos.
Nem sempre aquela troca de olhares na balada significa paquera, eu mesmo gosto de olhar, reparar bem para ter a certeza de que realmente a pessoa tenha os requisitos que busco, e se caso tenha, o meu olhar é de admiração, se transformando em paquera.
Ás vezes isso pode confundir as pessoas, alguns precipitam achando que estão sendo paquerados, e foi o que me ocorreu [no sábado passado na balada]
Enquanto eu avaliava a aparência física do garoto, sua roupa, seu comportamento, o garoto se iludiu achando que eu estava afim dele, e mesmo ele chegando em mim de maneira humilde, sincera, ele não tinha um biotipo que me atraia, e de tanto ele insistir e ficar o tempo todo me olhando, fiquei com pena e resolvi dar-lhe uma chance e arriscar a lhe beijar.
O resultado disso foi óbvio, mesmo sendo um beijo rápido, não houve graça, foi sem sabor, artificial, sem instigação pra prosseguir...
Isso que dá, eu me sentir "sem graça"l em falar "não", em dar um "fora" nas pessoas, embora gentilmente, eu sempre invento desculpas, e nem sempre as pessoas entendem...
O jeito é ser mais severo, afinal se as pessoas me dão "foras", eu também tenho o mesmo direito de não querer algo, de não estar afim, além disso, nem sempre conseguimos o que queremos e saber lidar com isso é essencial.
domingo, 6 de novembro de 2011
Fiel ao amigo
A primeira vez que ficamos juntos foi em 2004, na época eu era inocente, estava em fase de descobertas, curiosidades, conhecendo novas baladas, me aventurando com restrições, e lutando contra os desejos e instintos sexuais, óbvio que foram lutas em vão....
A gente se encontrou, trocamos olhares, até que ele chegou em mim, e ficamos na balada... E de tanto insistir, ele me levou ao "Dark Room", afinal na época eu nem sabia da existência desse tipo de ambiente propício a sacanagens, inocentemente entrei.
Ele com muita "sede ao pote" empolgado com o momento, me chupou dentro do dark, mas foi tudo muito rápido, pois eu quis sair logo dali, fiquei perdido e assustado com as cenas alheias no escuro.
Depois disso, minha amiga me alertou do que era aquele ambiente, cujo foi a primeira e última vez que adentrei num Dark Room.
Meses depois, na mesma balada, fui alertado de que o tal garotão não tinha aquele nome que ele havia me dito, que não tinha aquela idade, que ele tinha em torno de 35 anos, além disso ele era o "pegador" das baladas....
Tudo bem, cada um vive como quer, dependendo da situação eu já ocultei informações de minha vida, ninguém é obrigado a ser sincero, cada um vive com suas mentiras, fantasias, um dia elas podem ser descobertas.
Depois disso, ele havia se tornado passado em minha vida, porém depois de 4 anos, em 2008, nos encontramos numa festa na chácara, aniversário de meu amigo, ao chegar, eu fui logo me olhar no espelho, quando fui surpreendido por ele dizendo que eu estava bonito, que não precisava de espelho.
A minha surpresa maior foi que ele estava ficando com um garoto e mesmo assim, não tirava os olhos de mim, até comentou comigo que se naquele momento ele não fosse embora, ele iria querer ficar comigo... "O coitado iria ficar na vontade, pois eu não pegaria "baba" dos outros..."
E assim, no meio da madruga, assim que ele foi embora, depois de algumas horas, o garoto que ele estava ficando ficou encantado ao me ver, e em nossas conversas eu disse-lhe que já teclamos via MSN...
Em suma, eu que não queria pegar "baba" dos outros, acabei ficando com o garoto que horas antes havia ficado com o garotão...
Neste ano de 2011 tornei a ver o garotão nas baladas, mas como sempre, fingi que não via, nunca tivemos contatos, e para minha surpresa, quando meu [grande amigo Le*], viu o garotão, ficou sem rumo, desmotivado, triste, e foi aí que ele me contou que ano passado eles ficaram juntos por algumas semanas, e espontaneamente se apaixonou, além de ter surpreendido com as transas que tiveram, mas o garotão sumiu sem dar-lhe satisfações, e foi aí que com o passar do tempo, meu amigo foi descobrindo coisas do garotão, inclusive fiquei pasmado ao saber que o tal "garotão" tem 41 anos de idade, aparentemente parece ter 35 anos...
E assim, toda vez que meu amigo encontra o "tal garotão" nas baladas ele fica meio abatido, onde eu tento de todas as formas fazer com que ele esqueça o passado, e se divirta, cujo ele está ciente de que já fiquei com o garotão e já sabe o conceito que tenho dele...
Portanto ontem eu fui na balada, sem a presença de meu amigo Le*, fui juntamente com a [galerinha da semana retrasada], e encontro o garotão dançando, como sempre fingi que não vi, e depois de algumas horas dançando, o garotão se aproxima e começa dançar perto de mim, eu fingindo que não notei, continuei na minha, senti duas vezes o corpo dele atrás de mim.
Eu só pensava no meu amigo, em me "vingar" pelo o que ele havia passado, e percebendo o interesse do garotão, eu me mantive no mesmo lugar na esperança de que ele chegasse em mim, para eu ter o gosto de dizer "NÂO" para ele.
Depois de alguns minutos, seus dedos entrelaçam nos meus, eu sem reação perguntei se ele queria conhecer meu amigo, e sua resposta foi que ele queria ficar comigo.
Questionei sobre nosso "lance" na chácara, cujo ele não lembrou, talvez por estar chapado na época, e assim deixei claro que eu não ficaria com ele pelo fato dele ser ex-ficante do meu amigo blá blá blá... e assim nos afastamos...
Tudo bem que eu fiquei meio tenso, espontaneamente aquele corpo me despertou tesão, embora ele seja malhado, conservado, ele nem é tudo aquilo que eu desejo, mas atualmente minha situação de "carência" anda foda, nem sempre é fácil manter o controle da situação, mas tesão é algo passageiro, amizades é algo bem mais forte e prazeroso, embora não haja mais nada entre ele e meu amigo, eu não gostaria de que meu amigo ficasse com alguém que eu gosto, portanto nada mais justo de eu agir da mesma maneira.
Só me resta encontrar meu amigo pra contar todo o ocorrido...
A gente se encontrou, trocamos olhares, até que ele chegou em mim, e ficamos na balada... E de tanto insistir, ele me levou ao "Dark Room", afinal na época eu nem sabia da existência desse tipo de ambiente propício a sacanagens, inocentemente entrei.
Ele com muita "sede ao pote" empolgado com o momento, me chupou dentro do dark, mas foi tudo muito rápido, pois eu quis sair logo dali, fiquei perdido e assustado com as cenas alheias no escuro.
Depois disso, minha amiga me alertou do que era aquele ambiente, cujo foi a primeira e última vez que adentrei num Dark Room.
Meses depois, na mesma balada, fui alertado de que o tal garotão não tinha aquele nome que ele havia me dito, que não tinha aquela idade, que ele tinha em torno de 35 anos, além disso ele era o "pegador" das baladas....
Tudo bem, cada um vive como quer, dependendo da situação eu já ocultei informações de minha vida, ninguém é obrigado a ser sincero, cada um vive com suas mentiras, fantasias, um dia elas podem ser descobertas.
Depois disso, ele havia se tornado passado em minha vida, porém depois de 4 anos, em 2008, nos encontramos numa festa na chácara, aniversário de meu amigo, ao chegar, eu fui logo me olhar no espelho, quando fui surpreendido por ele dizendo que eu estava bonito, que não precisava de espelho.
A minha surpresa maior foi que ele estava ficando com um garoto e mesmo assim, não tirava os olhos de mim, até comentou comigo que se naquele momento ele não fosse embora, ele iria querer ficar comigo... "O coitado iria ficar na vontade, pois eu não pegaria "baba" dos outros..."
E assim, no meio da madruga, assim que ele foi embora, depois de algumas horas, o garoto que ele estava ficando ficou encantado ao me ver, e em nossas conversas eu disse-lhe que já teclamos via MSN...
Em suma, eu que não queria pegar "baba" dos outros, acabei ficando com o garoto que horas antes havia ficado com o garotão...
Neste ano de 2011 tornei a ver o garotão nas baladas, mas como sempre, fingi que não via, nunca tivemos contatos, e para minha surpresa, quando meu [grande amigo Le*], viu o garotão, ficou sem rumo, desmotivado, triste, e foi aí que ele me contou que ano passado eles ficaram juntos por algumas semanas, e espontaneamente se apaixonou, além de ter surpreendido com as transas que tiveram, mas o garotão sumiu sem dar-lhe satisfações, e foi aí que com o passar do tempo, meu amigo foi descobrindo coisas do garotão, inclusive fiquei pasmado ao saber que o tal "garotão" tem 41 anos de idade, aparentemente parece ter 35 anos...
E assim, toda vez que meu amigo encontra o "tal garotão" nas baladas ele fica meio abatido, onde eu tento de todas as formas fazer com que ele esqueça o passado, e se divirta, cujo ele está ciente de que já fiquei com o garotão e já sabe o conceito que tenho dele...
Portanto ontem eu fui na balada, sem a presença de meu amigo Le*, fui juntamente com a [galerinha da semana retrasada], e encontro o garotão dançando, como sempre fingi que não vi, e depois de algumas horas dançando, o garotão se aproxima e começa dançar perto de mim, eu fingindo que não notei, continuei na minha, senti duas vezes o corpo dele atrás de mim.
Eu só pensava no meu amigo, em me "vingar" pelo o que ele havia passado, e percebendo o interesse do garotão, eu me mantive no mesmo lugar na esperança de que ele chegasse em mim, para eu ter o gosto de dizer "NÂO" para ele.
Depois de alguns minutos, seus dedos entrelaçam nos meus, eu sem reação perguntei se ele queria conhecer meu amigo, e sua resposta foi que ele queria ficar comigo.
Questionei sobre nosso "lance" na chácara, cujo ele não lembrou, talvez por estar chapado na época, e assim deixei claro que eu não ficaria com ele pelo fato dele ser ex-ficante do meu amigo blá blá blá... e assim nos afastamos...
Tudo bem que eu fiquei meio tenso, espontaneamente aquele corpo me despertou tesão, embora ele seja malhado, conservado, ele nem é tudo aquilo que eu desejo, mas atualmente minha situação de "carência" anda foda, nem sempre é fácil manter o controle da situação, mas tesão é algo passageiro, amizades é algo bem mais forte e prazeroso, embora não haja mais nada entre ele e meu amigo, eu não gostaria de que meu amigo ficasse com alguém que eu gosto, portanto nada mais justo de eu agir da mesma maneira.
Só me resta encontrar meu amigo pra contar todo o ocorrido...
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
1 ano desabafando
Hoje faz um ano de "DESABAFO" no blogspot, apesar de que eu já desabafava desde 14 de março de 2010 em outro provedor, com menos recurso, me mantive no anonimato por 9 meses, sempre fiel nas postagens, porém me encantei com os recursos do blogspot.
Nunca tive pretexto de audiência, de me aparecer, de ser notado, até porque sou reservado e nem gosto de me expor, sempre gostei do anonimato, portanto meu objetivo principal em ter um blog foi pelo fato de que passei por uma fase difícil em minha vida, em que me vi sem emprego, sem amigos, vivia uma monotonia, eu precisava sair da solidão, ocupar meu tempo, e na correria do dia a dia os poucos amigos que tenho não tinham muito tempo pra mim, portanto eu não tinha alguém para eu desabafar, para me ouvir, me conselhar, me criticar.
O blog foi uma forma de comunicar com o meu "Eu interior", foi um escape para não ficar pirado, para não me sentir sozinho.
Sentei diante do micro, e passei a usar meu computador como se ele fosse meu amigo, ou talvez meu "psicólogo", fiz uma espécie de psicoterapia, blogterapia, que de alguma forma me faz muito bem, uma terapia sem preço, algo que me proporcionou vários benefícios, adquiri uma paz interior, uma tranquilidade, além de eu ter conseguido melhorar minha escrita, sai do vício de abreviações, gírias da internet, consegui me ocupar na internet com algo mais produtivo blogando e lendo blogs alheios, e assim, aos poucos deixei de entrar em bate papos na constante busca por amizades, sacanagens, cujo raramente eu tinha êxito na busca.
Na época, quando o blog se "popularizou" eu fiquei perdido, meio que sem reação diante dos primeiros comentários, não sabia como agir, eu acompanhava poucos blogs, eu não tinha uma base, um exemplo de blog para me espelhar.
Se eu não respondesse aos comentários, poderia dar impressão de que eu pouco me importava com isso, e cheguei a conclusão de que se as pessoas usam "seu tempo" para ler, comentar, dividir experiências, conselhar, ou até mesmo criticar, nada mais justo eu ser recíproco, correspondendo aos comentários, interagindo evitando que se torne um monólogo...
Porém fiquei muito surpreso e feliz com os 98 seguidores, com os visitantes "anônimos" de várias partes do mundo, jamais imaginaria essa "identificação, afinidade com o blog", embora, às vezes, sento e escrevo coisas tão"banais" que a princípio podem demonstrar não ter sentido, embora pra mim de alguma forma faz sentido.
Agradeço ao Raphael Martins pela oportunidade concedida de eu ter sido o primeiro [entrevistado] em seu blog.
Agradeço ao Melo pela [indicação].
Agradeço à todos por dividir o tempo comigo, por ter me indicado, me linkado, pelos minutos "perdidos" aqui no blog e pelos comentários, dicas, opiniões, exemplos vividos, conselhos e criticas, pois de alguma maneira eu sempre colho coisas boas com o que leio.
Essa troca de experiências na blogosfera me surpreende, independente do lugar do mundo que reside, da cultura, de ser ou não ser assumido, de ser enrustido, bissexual, afeminado, enfim, por menor que seja as semelhanças, há uma identificação com os fatos e / ou características internas, pois de alguma forma há algo em comum, cujo todos são o que são naturalmente, uma condição sexual sem escolhas, onde cada um vive de sua maneira, age do seu jeito, seja reservado, acanhado, tímido ou desinibido, brincalhão, curioso, enfim, todos querem romper barreiras, obstáculos, preconceitos, com o único objetivo: Ser feliz!!!
Nunca tive pretexto de audiência, de me aparecer, de ser notado, até porque sou reservado e nem gosto de me expor, sempre gostei do anonimato, portanto meu objetivo principal em ter um blog foi pelo fato de que passei por uma fase difícil em minha vida, em que me vi sem emprego, sem amigos, vivia uma monotonia, eu precisava sair da solidão, ocupar meu tempo, e na correria do dia a dia os poucos amigos que tenho não tinham muito tempo pra mim, portanto eu não tinha alguém para eu desabafar, para me ouvir, me conselhar, me criticar.
O blog foi uma forma de comunicar com o meu "Eu interior", foi um escape para não ficar pirado, para não me sentir sozinho.
Sentei diante do micro, e passei a usar meu computador como se ele fosse meu amigo, ou talvez meu "psicólogo", fiz uma espécie de psicoterapia, blogterapia, que de alguma forma me faz muito bem, uma terapia sem preço, algo que me proporcionou vários benefícios, adquiri uma paz interior, uma tranquilidade, além de eu ter conseguido melhorar minha escrita, sai do vício de abreviações, gírias da internet, consegui me ocupar na internet com algo mais produtivo blogando e lendo blogs alheios, e assim, aos poucos deixei de entrar em bate papos na constante busca por amizades, sacanagens, cujo raramente eu tinha êxito na busca.
Na época, quando o blog se "popularizou" eu fiquei perdido, meio que sem reação diante dos primeiros comentários, não sabia como agir, eu acompanhava poucos blogs, eu não tinha uma base, um exemplo de blog para me espelhar.
Se eu não respondesse aos comentários, poderia dar impressão de que eu pouco me importava com isso, e cheguei a conclusão de que se as pessoas usam "seu tempo" para ler, comentar, dividir experiências, conselhar, ou até mesmo criticar, nada mais justo eu ser recíproco, correspondendo aos comentários, interagindo evitando que se torne um monólogo...
Porém fiquei muito surpreso e feliz com os 98 seguidores, com os visitantes "anônimos" de várias partes do mundo, jamais imaginaria essa "identificação, afinidade com o blog", embora, às vezes, sento e escrevo coisas tão"banais" que a princípio podem demonstrar não ter sentido, embora pra mim de alguma forma faz sentido.
Agradeço ao Raphael Martins pela oportunidade concedida de eu ter sido o primeiro [entrevistado] em seu blog.
Agradeço ao Melo pela [indicação].
Agradeço à todos por dividir o tempo comigo, por ter me indicado, me linkado, pelos minutos "perdidos" aqui no blog e pelos comentários, dicas, opiniões, exemplos vividos, conselhos e criticas, pois de alguma maneira eu sempre colho coisas boas com o que leio.
Essa troca de experiências na blogosfera me surpreende, independente do lugar do mundo que reside, da cultura, de ser ou não ser assumido, de ser enrustido, bissexual, afeminado, enfim, por menor que seja as semelhanças, há uma identificação com os fatos e / ou características internas, pois de alguma forma há algo em comum, cujo todos são o que são naturalmente, uma condição sexual sem escolhas, onde cada um vive de sua maneira, age do seu jeito, seja reservado, acanhado, tímido ou desinibido, brincalhão, curioso, enfim, todos querem romper barreiras, obstáculos, preconceitos, com o único objetivo: Ser feliz!!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ódio e Admiração
Em maio deste ano ela foi transferida para a minha turma da faculdade, e se enturmar no último ano de faculdade não é muito fácil, pois cada um já tem sua turminha, "sua panela", apesar de que, ela demonstrava não ter intenções amigáveis com a turma, e pelo fato dela ser filha de um dos diretores da faculdade, aparentemente ela não tinha humildade.
Demonstrando muita dedicação, inteligência e superioridade, a maioria dos alunos passaram a odiá-la, inclusive eu, principalmente quando alguns professores lhe davam maior atenção, e para encerrar o semestre, saiu um boato de que ela e sua amiga fariam a prova em dupla pelo fato de ter sido transferidas recentemente...
Eu, com meu gênio explosivo, não conseguindo engolir coisas erradas, me precipitei antes mesmo de ter certeza do fato e agressivamente perante a todos, eu cobrei justiça do professor, que calmamente disse que eu estava enganado.
Ela, não suportando tal situação, ironicamente justificou-se e respondeu a altura, cujo todos ficaram perplexo com sua resposta, inclusive eu, que irritado retruquei...
Depois dessa, se antes eu já não gostava dela, passei a odiá-la, não suportava vê-la em minha frente, além de achar ela uma loira descuidada, mal arrumada, chata...
Meses se passaram,comecei a trabalhar numa empresa cujo no primeiro dia, fiquei decepcionado quando vi que ela faz parte do quadro de funcionários, mesmo que somos de setores diferentes, às vezes ambos frequentam o setor do outro...
De inicio, quando via ela conversando com meu chefe, eu me sentia desconfortável, eu tinha quase certeza de que ela estaria falando mal de mim pra ele, alertando-o de que sento no fundão da sala de aula, que faço parte da turma da bagunça, que fora da empresa uso 5 piercings, enfim, tinha essa neurose, embora, o que eu sou ou faço fora da empresa pouco importa, não diz a respeito a ninguém, mas infelizmente algumas empresas misturam tudo...
Quando cruzávamos nos corredores, ambos não se olhavam, percebia que ela tinha ódio de mim, eu já não tinha mais nada contra ela, pois já havia passado meses, pelo menos de minha parte o clima já havia esfriado, pra mim ela era neutra, já se foi o tempo que tinha rancor incontrolável das pessoas, hoje em dia tolero com mais facilidade...
Com a rotina do dia a dia, eu passei a admirá-la profissionalmente, pela postura profissional, pela aparência, maneira de se vestir, bem diferente do estilo "largado" que ela usa na faculdade.
Eu tinha um desejo de ser simpático com ela, dar ao menos um "bom dia", mas percebia que ela não queria aproximação, até que um dia meu chefe pediu para eu ajudá-la a procurar um documento.
Ajudei com muito empenho, me fiz de desentendido e questionei sobre o documento somente para eu interagir com ela, e depois desse dia ao cruzarmos nos corredores, ela gentilmente começou a me cumprimentar diariamente... Depois disso, tivemos poucas oportunidades de conversar profissionalmente.
Não conseguia me entender, pois eu comecei a me sentir atraído por ela. Ás vezes, passo o tempo todo na sala de aula olhando pra ela e admirando-a sua postura, sua voz, seu jeito de se expressar, até comentei com amigas que ela me desperta interesse, óbvio que fui criticado, pelo fato das garotas não suportarem ela...
Dias atrás, numa segunda feira, ao tirar xerox, ouvi no corredor uma garota dizendo que havia ido com amigos para uma boate em São Paulo, e imediatamente ouvi a voz de um garoto (cujo desconfio que ele seja gay), afirmando se era uma boate gay, a garota explicou que sim e disse que foi divertido...
Imediatamente eu disfarcei para ver quem era a tal garota que se divertiu numa boate gay, e de fato era ela...
Acredito que ela não seja bissexual, não fiquei surpreso com o que ouvi, porque hoje em dia é normal garotas irem em boates gays, que por sinal, se dão bem, por "ficarem" com garotos perfeitos...
Semana passada ao realizar serviços externo, meu chefe pediu para eu ir buscá-la em outro fornecedor caso meu horário coincidisse com o dela.
Eu fiquei eufórico, ansioso, torcendo para que nossos horários coincidisse, afinal seria a chance que eu teria de conhecê-la melhor.
Deu tudo certo, dei a carona pra ela, e fizemos o percurso de 8 km conversando sobre faculdade, trabalho, cujo fiquei admirado com seu jeito de ser, além de ter concluído que me enganei em julgá-la chata, metida, insuportável, e quando iniciamos o assunto sobre balada, infelizmente chegamos na empresa, e depois de me agradecer varias vezes, cada um foi para o seu setor... Pena que foi tudo muito rápido.
Óbvio que não estou apaixonado, é uma vontade inexplicável de tocar naquele rosto, beijá-la por curiosidade de sentir seu sabor... São vontades e desejos imprevisíveis...
Mesmo que vontade e curiosidade sejam algo passageiro, só me resta admirá-la.
Demonstrando muita dedicação, inteligência e superioridade, a maioria dos alunos passaram a odiá-la, inclusive eu, principalmente quando alguns professores lhe davam maior atenção, e para encerrar o semestre, saiu um boato de que ela e sua amiga fariam a prova em dupla pelo fato de ter sido transferidas recentemente...
Eu, com meu gênio explosivo, não conseguindo engolir coisas erradas, me precipitei antes mesmo de ter certeza do fato e agressivamente perante a todos, eu cobrei justiça do professor, que calmamente disse que eu estava enganado.
Ela, não suportando tal situação, ironicamente justificou-se e respondeu a altura, cujo todos ficaram perplexo com sua resposta, inclusive eu, que irritado retruquei...
Depois dessa, se antes eu já não gostava dela, passei a odiá-la, não suportava vê-la em minha frente, além de achar ela uma loira descuidada, mal arrumada, chata...
Meses se passaram,comecei a trabalhar numa empresa cujo no primeiro dia, fiquei decepcionado quando vi que ela faz parte do quadro de funcionários, mesmo que somos de setores diferentes, às vezes ambos frequentam o setor do outro...
De inicio, quando via ela conversando com meu chefe, eu me sentia desconfortável, eu tinha quase certeza de que ela estaria falando mal de mim pra ele, alertando-o de que sento no fundão da sala de aula, que faço parte da turma da bagunça, que fora da empresa uso 5 piercings, enfim, tinha essa neurose, embora, o que eu sou ou faço fora da empresa pouco importa, não diz a respeito a ninguém, mas infelizmente algumas empresas misturam tudo...
Quando cruzávamos nos corredores, ambos não se olhavam, percebia que ela tinha ódio de mim, eu já não tinha mais nada contra ela, pois já havia passado meses, pelo menos de minha parte o clima já havia esfriado, pra mim ela era neutra, já se foi o tempo que tinha rancor incontrolável das pessoas, hoje em dia tolero com mais facilidade...
Com a rotina do dia a dia, eu passei a admirá-la profissionalmente, pela postura profissional, pela aparência, maneira de se vestir, bem diferente do estilo "largado" que ela usa na faculdade.
Eu tinha um desejo de ser simpático com ela, dar ao menos um "bom dia", mas percebia que ela não queria aproximação, até que um dia meu chefe pediu para eu ajudá-la a procurar um documento.
Ajudei com muito empenho, me fiz de desentendido e questionei sobre o documento somente para eu interagir com ela, e depois desse dia ao cruzarmos nos corredores, ela gentilmente começou a me cumprimentar diariamente... Depois disso, tivemos poucas oportunidades de conversar profissionalmente.
Não conseguia me entender, pois eu comecei a me sentir atraído por ela. Ás vezes, passo o tempo todo na sala de aula olhando pra ela e admirando-a sua postura, sua voz, seu jeito de se expressar, até comentei com amigas que ela me desperta interesse, óbvio que fui criticado, pelo fato das garotas não suportarem ela...
Dias atrás, numa segunda feira, ao tirar xerox, ouvi no corredor uma garota dizendo que havia ido com amigos para uma boate em São Paulo, e imediatamente ouvi a voz de um garoto (cujo desconfio que ele seja gay), afirmando se era uma boate gay, a garota explicou que sim e disse que foi divertido...
Imediatamente eu disfarcei para ver quem era a tal garota que se divertiu numa boate gay, e de fato era ela...
Acredito que ela não seja bissexual, não fiquei surpreso com o que ouvi, porque hoje em dia é normal garotas irem em boates gays, que por sinal, se dão bem, por "ficarem" com garotos perfeitos...
Semana passada ao realizar serviços externo, meu chefe pediu para eu ir buscá-la em outro fornecedor caso meu horário coincidisse com o dela.
Eu fiquei eufórico, ansioso, torcendo para que nossos horários coincidisse, afinal seria a chance que eu teria de conhecê-la melhor.
Deu tudo certo, dei a carona pra ela, e fizemos o percurso de 8 km conversando sobre faculdade, trabalho, cujo fiquei admirado com seu jeito de ser, além de ter concluído que me enganei em julgá-la chata, metida, insuportável, e quando iniciamos o assunto sobre balada, infelizmente chegamos na empresa, e depois de me agradecer varias vezes, cada um foi para o seu setor... Pena que foi tudo muito rápido.
Óbvio que não estou apaixonado, é uma vontade inexplicável de tocar naquele rosto, beijá-la por curiosidade de sentir seu sabor... São vontades e desejos imprevisíveis...
Mesmo que vontade e curiosidade sejam algo passageiro, só me resta admirá-la.
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