sábado, 26 de julho de 2014

Estilo Saruel

A princípio, homens que ousavam a usar calça, bermuda, short saruel era visto como gay.
Com o passar dos anos, a mentalidade masculina foi se adequando a moda, embora alguns "ignorantes", preconceituosos ainda têm uma mentalidade "fechada", tradicionalista. 
Hoje em dia, este estilo se tornou algo comum.. Eu particularmente não me via usando este estilo, mas anos atrás, resolvi provar e gostei do resultado.
E o que me impressiona é a definição do "pacote", ou seja, o volume explícito que este tipo de roupa demonstra, seja em mim ou nos outros.
Óbvio que depende do modelo, do tecido, mas que de certa forma, sensualiza, além de ser confortável.

sábado, 19 de julho de 2014

Sem controle

Assistir uma programação na TV pra mim é um desafio, pois constantemente troco de canal em busca de algo melhor, e o resultado disso é a cara de meu boyfriend se mostrando irritado com a minha atitude.
Já expliquei que, trocar de canal constantemente é mal de homem, algo normal e natural.
Se ele não se enquadra neste padrão, sorte dele por ser raridade ou até mesmo azar por não se acostumar com a minha instabilidade diante da TV.
Até tento manter o controle, compreender sua reclamação, mas quando noto, já estou buscando outra coisa para assistir...
Para nossa sorte, são raros os momentos em que estamos assistindo juntos.

domingo, 13 de julho de 2014

Cada um tem o que merece

Eles namoram há pouco mais de 01 ano, residem em cidades diferentes, há 60 km de distância, e semanalmente estão juntos.
Ambos planejam casar e morar juntos, conquistar alguns objetivos e buscar a felicidade como um casal.
Porém a situação real de ambos é que quando não estão juntos, aproveitam para dar uma "escapadinha" e conhecer novos "corpos", ou seja, traem frequentemente, crendo que um não saberá do outro.
Só não entendo e muito menos compreendo o motivo pelo qual ambos insistem em manter este relacionamento e ainda planejam casar (como se casamento fosse algo simples).
Será que está havendo comodismo, paixão mal resolvida, medo da solidão, de não ter alguém, ou não há um sentimento puro e verdadeiro? Francamente, independente dos motivos, está faltando um pouquinho de vergonha na cara de ambos.
Eles não sou os únicos que vivem desta forma, e tampouco são casos raros e excepcionais.
Cada um age como quer, e colhe as consequências do que planta! Só não vale futuramente se fazer de vítima e reclamar dos fatos...
Hoje você é o traidor/ pegador, mas amanhã você pode ser o traído...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Overdose de futebol

Clique na imagem
Caraca! Nunca assisti tantos jogos em minha vida. Desta vez acompanhei e vibrei em cada lance. 
Além do Brasil, torci também para Argélia, Grécia, Costa Rica, Japão, Rússia, e tive o gosto de torcer contra alguns times em que não me simpatizei, como Argentina, Holanda, França, Portugal, Uruguay e Alemanha.
Porém, independente de ser times adorados ou odiados, bons ou ruins, eu não posso negar que os jogos foram um colírio para meus olhos, compostos por corpos esculturais em que alguns uniformes justinhos no corpo deixou-os mais sensuais, além disso, aquelas pernas hiper definidas foi uma motivação para eu assistir os jogos...
Fala sério, esta copa foi uma competição de sensualidade!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Reflexão para Julho

O medo de Amar
O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. (Roberto Shinyashiki).

Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.
Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos.
Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.

Cada um de nós sabe que amar alguém pode provocar uma sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor.
O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento.
Autor- Roberto Shinyashiki

Quando me deparei com este texto em 2010, ignorei-o, achando que este "ponto de vista" do autor era algo surreal, porém com o passar de alguns anos, notei que eu vivia com este "medo" , devido as várias histórias que eu ouvia sobre traições, separações, relacionamentos fracassados... 
Desta forma me tornei cético e inseguro, e sem me dar conta da situação, eu havia me "fechado" para o amor, meu coração estava possuído por uma "erva daninha" no qual eu nunca havia acreditado em amor....
Consequentemente levei uma "rasteira", e o destino ensinou que tudo é possível, e a atual circunstância de 02 anos de namoro me ensinou que realmente o amor existe, basta permitirmos e fazer jus o nome Amor.
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