sábado, 24 de novembro de 2012

O Amor transforma!

Nesses 5 meses que estamos juntos o nosso sentimento fortaleceu e aumentou constantemente, e esse sentimento inexplicável mudou constantemente nossas vidas .
A  princípio, a partir do terceiro mês juntos, você sentiu a necessidade de nos vermos todas as noites, confesso que achei um pouco desnecessário, e aceitei a sua vontade, porém, independente de estarmos mega cansados, de sairmos mais tarde do trabalho, ambos anseiam por esse encontro que se tornou um compromisso viciante, e todas as noites passaram a ser especiais ao seu lado, mesmo que de fato ficamos trancados dentro do carro namorando e papeando na pracinha deserta.
As suas atitudes e seus gestos carinhosos aumentaram de tal forma que me surpreendi, afinal jamais imaginaria que você fosse tão carinhoso e romântico, mas nem você mesmo sabe explicar, apenas afirma que perdeu o controle dos sentimentos.
Eu fui mais reservado, demorei um pouco mais para agir dessa forma, mas não basta ser apenas recíproco, tem que ir além, agir com o coração, e naturalmente as minhas ações foram mudando, entretanto, os meus constantes "socos" em seus bíceps e coxas grossas, também não deixam de ser um carinho, como prova de que não resisto o seu corpo.
Quando você dizia que ao dormir espontaneamente você chorava ao pensar em mim, eu achava isso desnecessário, afinal horas anteriores estávamos juntos, porém ultimamente eu acordo angustiado de saudades e em algumas vezes no trânsito quando estou indo ao trabalho, as lágrimas escorrem em meus olhos de maneira inexplicável.
Quando você começou a dizer que me ama, eu achei exagero, algo um pouco fora do comum, afinal amor é uma palavra muito forte, em que eu só acreditava que existia entre famílias, em que um é capaz de dar a vida pelo outro, porém com o tempo, você me provou que o amor também existe entre os casais, e que entre nós, mesmo sendo homens, não podia ser diferente.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Como os pássaros


“Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, têm todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia".

(O futuro da Humanidade. - Página: 39)
Augusto Cury

PS: Às vezes é tão difícil ser como os pássaros, principalmente para um ser [bipolar]...

sábado, 17 de novembro de 2012

Cenas comuns...

Por mais que a mídia, colégios e a família demonstram o quanto as drogas são maléficas, é cada vez mais comum ver pessoas usando-as durante o dia nas ruas, nos parques, praias etc...
O que leva as pessoas usufruírem das drogas pouco me importa, só acho que deveriam  usá-las entre 4 paredes, respeitando mais o próximo, pois ter que conviver com essas cenas deprimentes "ainda" é algo fora do comum, apesar de que muitos usam maconha em lugares públicos como se fosse um cigarro comum.
Mesmo tendo colegas que usam, levo em consideração o respeito de meu espaço e de não induzir-me ou oferecer-me algo que estou plenamente consciente de que isso não me atrai. 
Só me resta lamentar pelas pessoas que morreram por consequência das drogas e pelas pessoas que estão nesse "mundinho" de ilusão.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

As inimigas baratas...

É insuportável ter que tolerar o calor, e como se isso não bastasse, eu não sei de que forma que há duas noites consecutivas começaram a surgir baratas voadoras em casa.
Se baratas que não voam já são um tormento, imagine essas que voam atordoadas em que só de ver a cena eu já entro em pânico, pois sempre elas voam em cima de mim.
Até entendo quando uma abelha nos persegue, pois sua intenção é nos ferroar, mas não consigo entender a teoria das baratas, pois se elas têm medo de gente, não sei porque insistem em voar em nossa direção.
Pouco me importa o pensamento de meus pais ao me ver com medo de baratas, afinal meus irmãos também têm medo, provavelmente as esposas deles são mais corajosas.
Pouco me importa quando meus pais se queixam afirmando que faço um drama ao matar uma barata, mas busco matá-las com gosto, as vassouradas, chineladas são fortes expressando meu ódio pela sua existência, mas nem sempre consigo matá-las, nem sempre tenho disposição e coragem, e ter que dormir sabendo que há uma barata escondida no quarto é o inferno total.
Dizem que o homem se entrega que é gay no susto, pois o "gritinho" é inevitável, mas tenho que me segurar, diante desse inseto, com olhos estranhos, pernas arrepiantes e cheiro insuportável.
Espero que meus pais não me interpretem mal perante essas cenas, pois de certa forma já se foi o tempo que homem não tinha medo de nada, hoje em dia, certos medos faz parte do "homem moderno".

Algumas curiosidades que eu não conhecia sobre as baratas:

Uma barata vive entre 5 e 6 meses (depende da espécie), mas é capaz de deixar 800 descendentes. Um indivíduo adulto pode viver até 1 mês sem alimento, 2 semanas sem água e pode ficar 40 minutos submerso;

As baratas possuem pequenos pêlos no abdômen que permitem detectar “vibrações” no ar e descobrir se algum inimigo (uma chinela, por exemplo) se aproxima. Essas vibrações também são percebidas pelos pêlos das pernas.

As antenas funcionam como sensores gustativos, táteis e olfativos.

A audição da barata é tão sensível que ela é capaz de detectar a aproximação de outra barata, bem como pequenos tremores de terra (algo como 0,07 graus na escala Richter).
Baratas podem sobreviver vários dias sem a cabeça.

Baratas podem se arrastar dezenas de metros mesmo com as vísceras expostas depois de uma chinelada.

Se alguma pata for arrancada, ela pode recuperá-la em poucos dias, afinal elas se regeneram.

Baratas não dormem, mas se recolhem durante o dia. Aliás, não custa avisar: se você costuma encontrar baratas durante o dia em sua casa, é sinal de que a população delas anda muito alta.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A viagem

Hoje fez uma semana que fomos curtir a praia à 2. Foi uma viagem para toda a vida, a primeira de muitas que poderão surgir.
Ilustração
Todos detalhes e momentos ficarão marcados em nossas vidas, sejam as compras no supermercado, as corridas na areia; as brincadeiras e risadas constantes, o meu medo de tubarão no mar, o passeio pavoroso de teleférico, a aventura no trânsito, entre outros...
Mas o momento que mais curtimos foi o fato de termos um apartamento só pra gente, em que tivemos a oportunidade de convivermos como namorados, afinal não é fácil lhe resistir no dia a dia perante a sociedade, e lhe tratar como amigo.
A sensação de termos convividos juntinhos nesses 3 dias sob o mesmo teto foi imensurável, além disso pude admirar o seu talento na cozinha.
Pude saborear da sua comida, além de ter saboreado e explorado o seu corpo de todas as formas, afinal só da gente estarmos juntos, nossos corpos eram estimulados constantemente, e não havia como controlarmos o desejo de ambos.
Cada minuto ao seu lado foi válido e divertido, e as pequenas divergências nos hábitos e costumes foram bizarras e suficientes para conhecer melhor um ao outro.
Com certeza todos esses momentos fortaleceram ainda mais nossa relação.


A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre."
José Saramago


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

2 anos desabafando...

Ontem fez 2 anos da existência do blog...
A princípio o blog é meio tosco mas que de alguma forma me ajudou a superar alguns momentos difíceis.
Lembro-me que naquela época eu estava passando por uma transação difícil na minha carreira profissional, em que optei por largar tudo para buscar algo na área em que eu estava estudando.
Quebrei a cabeça, passei por algumas dificuldades psicológicas pela falta de amigos, e por estar desempregado por 10 meses, em que a minha única interação social era a noite na faculdade.
Além disso, naquela época descobri um [pequeno tumor benigno] que me fez viver pela metade por 1 ano e meio, pois eu não tive esperanças de me curar e nem forças psicológicas e financeiras para me tratar da doença, até porque eu vivia normalmente, apenas com algumas dores internas.
Sem emprego, eu não tinha horas para dormir e muito menos para acordar  aproveitei o tempo ocioso para desabafar com o meu "EU" interior e que de alguma forma isso foi me servindo de terapia para superar pequenas crises de solidão.
Faço desse blog um escape, um grande amigo de confidências, em que eu não tenho medo de ser eu mesmo, em que eu não me preocupo com os outros, como no dia a dia.
O bacana de tudo isso é poder olhar para trás, e ver quanta coisa mudou na minha vida, pois atualmente tenho amigos, um mega namorado, emprego e saúde, pois já fiz a cirúrgia para retirada do tumor.
A vida realmente é uma caixinha de surpresas, cheio de altos e baixos, se hoje a gente chora, amanhã podemos sorrir , ou vice versa.
A esperança e a fé por dias melhores é o combustível da vida.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Simples desejos....

Há certos desejos e vontades que por mais simples que se parecem fazem toda diferença...
Passei 4 anos solteiro em que ao ver casais héteros e/ ou gays buscando um ao outro em shoppings, faculdade, cursos eu sentia lá no fundo do coração um pouquinho de inveja. Sonhava em me ver nessas circunstâncias, visto que os 2 únicos namorados que tive, eu é que sempre buscava-os em algum lugar...
Anos se passaram, conclui a faculdade e não tive oportunidades de viver esse momento. Nunca perdi as esperanças, também nunca tive esperanças, apenas vivi a cada dia sem sonhos, pois muitas vezes "sonhos" é apenas ilusão, não queria me iludir, não queria me frustar, queria apenas viver o presente...
Quando menos esperava, [há 4 meses atrás], finalmente fui contemplado, e ao viver esse momento intenso  repleto de sentimentos recíprocos com meu boyfriend, o meu desejo que pode parecer "meio tosco" se realizou, quando ele passou e me buscar em certos lugares, e aqueles minutos à sua espera eram repletos de ansiedade com uma pitada de saudades, desejos...
Viajar com um namorado, nem fazia parte de meus desejos, pois namorar alguém era algo fora de cogitação, algo quase impossível de se viver por conta da dificuldade de encontrar alguém, mas após eu ter encontrado "esse alguém", comecei a cogitar essa possibilidade de poder viajar e curtir esse momento a 2 sem se preocupar com os outros, e aproveitar ao máximo esse momento para dormir a acordar ao lado de quem eu tanto gosto...
Serão 3 dias na praia em que farei desses momentos algo marcante, afinal a primeira viagem juntos é inesquecível e para isso teremos que fazer valer a pena, mesmo ciente de que esses dias poderão ser chuvosos...
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