sábado, 27 de outubro de 2012

Sexo Oral x Câncer

Sexo e preservativo é fundamental, não há como praticar o ato sem preservativo, mas nem sempre para o sexo oral, as pessoas usam.
Confesso que sexo oral com preservativo, independente de fazer e/ ou receber, é como chupar bala com embalagem, não há graça, o ato fica artificial , mas uso do preservativo é essencial para não acarretar consequências irreversíveis....
Como se não bastasse o risco das DSTs, pesquisadores e oncologistas afirmam que sexo oral causa mais câncer do que o cigarro e a bebida.
Lembro-me que anos atrás, ao saber que um colega "gay" que por sinal tinha fama de promíscuo, havia morrido por consequência do câncer de garganta, eu fiquei perplexo, e anos depois, o sobrinho de uma amiga também havia morrido por consequência da doença, fatos esses que me deixaram estarrecidos, embora não houve comprovações da causa da doença, mas...
Óbvio que independente de ser homem, mulher, gay, todos estão sujeitos a doença, portanto a prevenção é a melhor solução.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/sexo-oral-causa-mais-cancer-de-garganta-que-cigarro-e-alcool-diz-especialista-18092012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O Lenhador e a Raposa

E até vergonhoso eu nunca ter ouvido sobre essa história, mas ao descobri-la por acaso, achei bem interessante, afinal é comum julgarmos sem saber e com isso podemos tomar atitudes precipitadas que podem não ter volta.
Muitas vezes a opinião alheia nos influenciam, mas independente disso, é preciso ter certeza antes de agir para não colhermos consequências lamentáveis.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Livros Psicografados

 A vida juntamente com a morte têm seus mistérios, que não cabe a mim afirmar o certo e o incerto, cada um crê naquilo que quer, com base em alguns fundamentos.
Por mais que eu já tenha lido 1 livro [psicografado], não creio na possibilidade dos espíritos manterem contato com médiuns ao ponto de influenciá-los a psicografar um livro.
Acredito sim em espíritos, e na possibilidade de contato após a morte, mas em livros psicografados as histórias entre o real e o fictício são duvidosas.
Semana passada meu amigo me emprestou um livro psicografado que conta a história de um jovem gay que enfrenta preconceito além de outros desafios que a vida lhe proporciona.
Mesmo não crendo, eu tentarei deixar a preguiça de lado, buscarei arrumar um tempo para ler todo esse contexto e matar a curiosidade, afinal um livro para ser bacana não precisa ter uma história real, pois o que seria da vida sem a ficção?

Livro: UM AMOR DIFERENTE
Descrição:
Miguel e Fernando se encontram para reparar os erros do passado. E agora enfrentarão problemas ainda mais difíceis.
Miguel era um jovem diferente. Sensível, ele não correspondia aos padrões esperados por seu pai Antonio e pela sociedade daquela cidade do interior de São Paulo. Por conta disso, após uma grave briga com seu pai, Miguel sai de casa e, sem ter para onde ir, decide se aventurar na capital, onde passa por momentos difíceis.
O tempo passa até Miguel reencontrar Luiz, um amigo de adolescência e dono de uma rede de lojas de roupas. Sua vida muda. Convidado a trabalhar na administração da empresa, Miguel dá início a uma promissora carreira e progride. Mas quem não aceita essa relação profissional entre os dois é Mercedes, esposa de Luiz. Preconceituosa e egoísta, Mercedes passa a tramar contra Miguel, praticando desatinos e maldades contra o rapaz. Cega por seu próprio ciúme, Mercedes desencarna tragicamente e, na espiritualidade, une-se a Gilmar e outros espíritos ignorantes para dar sequência à sua vingança. 
Em Um outro amor, o espírito Madalena, pela psicografia de Márcio Fiorillo, vem nos ensinar, com muita emoção, sábias lições acerca da convivência com a diversidade, mostrando-nos que o preconceito ainda é um dos mais tristes defeitos de nosso espírito em evolução.

sábado, 13 de outubro de 2012

Ex- ficantes

Ele não gosta de ouvir sobre meu passado com meus ex- ficantes, diz não se interessar nas histórias com quem eu fiquei e de que forma eu fiquei, mas eu não tenho motivos para esconder fatos, busco manter ele ciente da minha vida, e o passado faz parte.
Ele pouco me pergunta, e quando espontaneamente eu falo, ele afirma sentir ciúmes.
Ele não fala sobre suas histórias com ex- ficantes, mas eu sou curioso e pergunto, pois gosto de imaginar a cena ao ouvir seus relatos. Nem sinto ciúmes, pois essas histórias fazem parte do seu passado sexual, em que cada um tinha sua vida, em uma época em que nem nos conhecíamos .
A questão é que passado é passado, quem vive de passado é museu, eu preciso viver o presente, evitando falar e/ ou questionar sobre o passado, afinal nesse caso o passado não acrescenta nada no presente.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Detalhista

Ser detalhista, pode ser um defeito, ou até mesmo uma qualidade, afinal nada passa batido ao reparar alguém, seja defeitos e/ ou qualidades no visual, estilo, corpo...
Até me cobro para evitar reparar detalhes fúteis que não convém, mas essa mania feia de agir é espontânea.
Porém fracassei, pois fui questionado pelo meu namorado se eu havia percebido que ele havia tirado a barba, isso porque havia se passado 2 dias que ele estava de rostinho liso.
Só não consigo entender como que desta vez eu não percebi, afinal eu que o incentivo a deixar a barba por fazer, pois rosto liso o deixa muito moleque...
Só me restou lhe responder argumentando que não ter notado isso é mal de homem, por deixar passar despercebido certos detalhes...


sábado, 6 de outubro de 2012

Intrometido...

Tem certas atitudes, comportamentos que são espontâneos, quando nos damos conta, já falamos, já agimos...
Andar no trânsito poderia ser divertido se eu não fosse intolerante ao ponto de me irritar e xingar os outros, devido aos vacilos, "barbeiragem" alheia.
Andar com os outros de carona, poderia ser prazeroso se eu conseguisse ficar de boca fechada e não ficasse opinando e pedindo para que o motorista agisse da forma que eu agiria caso eu estivesse no volante..
Preciso me dar conta que não sou eu que estou dirigindo que cada  um tem sua maneira de ser/ agir, por isso meço esforços para me privar de abrir a boca, porém é espontâneo, quando vi, já falei...
Apesar de que comentar algo e opinar, até certo ponto é normal, afinal as poucas vezes que busquei meu namorado, ele apenas questionava o motivo de eu correr no trânsito, além de afirmar que fico sério e bravo ao volante.
Como se não bastasse eu opinar quando estou de carona com meu pai e irmãos, agora constantemente quando saio com meu namorado, vivo falando pra ele olhar o carro da frente, do lado, olhar o semáforo, olhar no retrovisor, além de pedir para ele buzinar pra aquele carro, dar farol alto para o outro, enfim, eu até admiro sua paciência e educação no trânsito, portanto não devo tentar transformá-lo num motorista intolerante, arrogante e briguento, afinal nunca sabemos quem pode estar no outro carro....
Percebi que as minhas atitudes ao seu lado enquanto ele dirigia eram chatas, evitei falar em certas situações, mas às vezes esquecia e lá estava eu novamente em seus ouvidos, até que semana passada ele foi obrigado a gritar comigo, me oferecendo a direção do seu carro, me pedindo para eu parar de ficar falando em seu ouvido, que não aguenta mais, e blá blá blá...
A princípio me assustei com seu tom de voz, me irritei um pouquinho, apesar de suas desculpas pela forma grossa de ter agido, mas às vezes é preciso ouvir uns gritos para nos dar conta da situação, e reconhecer o erro, afinal é desgastante dirigir com alguém opinando.
O bacana que ele percebeu a minha mudança e me elogiou, afirmando que eu consegui não me intrometer enquanto ele dirigia...
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