terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Redução de pênis

Semana passada me deparei com uma matéria em que um adolescente de 17 anos fez a primeira cirurgia de redução de pênis do mundo, no qual seu pau chegava à 18 cm e tinha um diâmetro de 26 cm, sendo comparado pelo cirurgião como uma bola de futebol americano.
Um dos motivos que o fez optar pela cirurgia foram a dificuldade em manter relações sexuais e praticar esportes.
Membro do Adolescente 
De certa forma, esta noticia gerou uma certa polêmica, e havia os mais variados e bizarros comentários.
Alguns homens afirmavam desejar ter um pau daquele tamanho, outros afirmavam desejar ser cutucados por um pau semelhante. Embora alguns gays relataram que já aguentaram algo com medidas semelhantes enfim, cada um com seu talento...
O importante não é o tamanho do palhaço, e sim a graça que ele faz!
Acho que o adolescente foi super coerente, afinal quando algo nos incomoda, nada melhor do que apelar para uma cirurgia, e ter um membro fora do comum, tem várias desvantagens óbvias...
Pelo menos ele não optou em concorrer com o dono do [maior pênis do mundo]
Até me recordei de um ex ficante mega dotado no qual ao me deparar com aquele tamanho fora do comum, eu deixei-o na vontade, pois nem arrisquei a fazer nada ao estarmos nus na cama, pelo fato de que nada ali me deu tesão. Na realidade ao notar que eu havia desistido de algo, o garoto começou a chorar, fazendo cena de vítima (pois ele era bem galinha), afirmando que todos o rejeitam pelo fato dele ter "problema". 
Eu nem busquei me aprofundar no assunto pra saber se realmente era problema e qual o problema...
O que seria do verde se todos gostassem do azul? Cada um tem um gosto, desejo e atração. Viva a diversidade!!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Olhares masculinos

É tão normal mulheres olharem para outras mulheres, seja com olhar crítico ou até mesmo de admiração, elas não poupam sinceridade na opinião, muitas vezes elas enchem a boca para falar que tal garota é bonita, e não há problema nenhum nesta atitude, muito pelo contrário, acho aplausível e natural este tipo de atitude.
Porém homens tem seu machismo, podem não admitirem, mas muitos olham sim, e os olhares indiscretos me deixam perplexos.
Ilustração
Quem é que nunca deu aquela "olhadinha" no pacote alheio, naqueles par de coxas, pernas bem torneadas, bunda redondinha, barriguinha tanquinho sarada, peitoral malhado, bíceps e tríceps mega definido?
Homem que gosta de outro homem se excita diante destes fatos, mas e os homens héteros, como reagem?
Eles podem não sentir tesão, mas muitos não deixam de olhar, e até mesmo admirar. E o que se passa se passa na mentalidade de cada um, ao admirar outro homem é um mistério enigmático.
Toda vez que meu boyfriend usa sunga na praia, noto que nossos passeios pela orla e pelo calçadão desperta atenção de muitos homens.
Isto porque ele não é um "Deus grego", não é malhadão, mas o baixinho de 1,72 de altura, com suas coxas bem torneadas, bunda avantajada e pacote volumoso faz muitos homens olharem indiscretamente.
Até dou risada da audácia de alguns homens que mesmo acompanhados de esposa, namorada, enfim, não disfarçam o olhar, medem de cima embaixo. Se estão admirando, pagando pau, sentindo tesão, disfarcem e se controlem porra, pelo menos respeitem a pessoa do seu lado (namorada, esposa, noiva).
Se na rua se comportam deste forma, imagine num vestiário... Devem focar cada detalhe do corpo alheio.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Fantasias para o Carnaval

Esta época de bagunça, se vê de tudo, e não precisa gostar de carnaval para admirar ou prestigiar certos "corpos" que esbanjam sensualidade, provocando o desejo sexual.

Acho cômico e ao mesmo tempo instigante estes homens másculos que saem na rua caracterizado como mulher, usando saia/ vestido, blusinha com barriga de fora, andando desengonçado de pernas abertas. Estas partidas de futebol em que se vestem de mulher, é uma farra, bizarrice do cacete!
Ah ,mas se não quiser se expor, não tem problema, se fantasie para algo a dois, entre 4 paredes. Apesar de que, nunca ousei a este ponto, seja na rua, ou entre 4 paredes eu nunca me fantasiei de porra nenhuma.
Exceto uma vez que meu boyfriend pediu para eu fosse com traje social de trabalho para o motel para realizar sua tara por executivos, mas neste caso, eu acho que não considera-se fantasia.
Enfim, quem sabe no próximo carnaval eu seja atrevido na rua, ou ousado na cama para usar uma fantasia.
Ou então, quem sabe meu boyfriend me surpreenda e apareça fantasiado... Desde que não seja de super heróis, o resto vale tudo... 
Apesar de que, fantasias entre 4 paredes, independe de carnaval.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Trabalhar com Gays

Particularmente, eu tenho um certo receio em trabalhar com gays. Pode ser preconceito de minha parte, ou traumas vividos no passado, no qual devo me desprender deste trauma.
Embora alguns gays assumidos são bem cômicos, divertidos e alto astral no ambiente de trabalho, isso é bacana, eu retribuo a simpatia, mas eu não me envolvo.
Geralmente, no ambiente de trabalho, o gay (assumido ou até mesmo não assumido), sofre uma certa "perseguição", consequência do preconceito dos ignorantes, e geralmente se a vítima deste preconceito desconfie que fulano seja gay, ele faz de tudo para que todo o falatório recaia sobre fulano, como forma de se livrar desta perseguição.
Digo isto por experiência própria, pois já presenciei vários fatos deste tipo, e a maioria dos gays não gostam de "enrustidos", porém cada um sabe de si, assumir ou não é uma questão pessoal, devido a história de vida de cada um.
Além disso, as poucas experiências que tive ao trabalhar com gays, me causaram alguns transtornos, que nem gosto de lembrar.... Tudo bem que naquela época eu era "inocente", mal sabia me defender. 
No meu primeiro emprego, havia um coroa assumido, no qual eu, ele e um negão formávamos o trio na equipe, e o coroa gay sentia ciúmes do meu contato profissional com o negão, pois ele era "gamado" no negão, os dois tinham muito contato.
Desta forma este coroa que já havia me visto numa balada gay, fez um inferno profissional na minha vida, falou de mim pra todos do setor, que de fato tive que mudar de turno, e anos depois o coroa gay havia sido assassinado, sabe lá se foi nos programas que ele fazia a noite ou se foi vítima de homofobia.
Muitos anos atrás, em outra empresa, eu trabalhei com um cara que aparentemente era tranquilo no ambiente de trabalho, embora éramos de setor diferentes, apenas nos cumprimentávamos nos corredores.
Ele tinha fama de "rodado", pois ele também atuava como ator de filmes pornôs, e como todos sabiam, as piadas contra ele eram frequentes. Porém, ele bancou o espertinho, pois ele sabia através de colegas em comum, que eu namorava um garoto, e o sujeito fez questão de espalhar pra todos que eu tinha um namorado.
Eu fui o último a saber das fofocas dele, e alguns meses depois de discutirmos, coincidentemente ele foi demitido. (óbvio que não foi por este motivo)
Mas onde quero chegar com estas histórias? É que fazia anos que eu não trabalhava diretamente com gays, e no mês passado, passei atuar em outra equipe, e trabalho lado a lado com um garoto de 24 anos.
Nossos computadores ficam há 0,50 cm de distância, e independente dele ser assumido, ele é tranquilo, e a convivência está sendo bacana.
A princípio, quando recebi a notícia que iria dividir a mesma sala dele, eu fiquei sim apreensivo, porém independente do companheiro de trabalho ser ou não ser gay, eu nunca fui de dar confiança pra ninguém. A minha vida, a minha particularidade entre 4 paredes diz respeito a mim, e mais ninguém.
Sei que meu defeito é me preocupar com o conceito e opiniões alheias, (já não sou tão encanado como antes) mas tem fatos que não dá para ignorar.
Óbvio que "desocupados" para falar da vida alheia tem de muitos por aí, não são somente gays que agem desta forma.
Se as pessoas em geral usassem a língua pra chuparem os outros, se ocupariam e sobrariam menos tempo para estes linguarudos falarem mal dos outro!!!!!.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Reflexão para Fevereiro

A menina e o cachorro.

Uma menina entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.
– Entre cem e trezentos reais, respondeu o dono.
 A menina puxou uns trocados do bolso e disse:
– Mas, eu só tenho dez reais. Poderia pelo menos ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Princesa, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
A menina apontou aquele cachorrinho e perguntou:
– O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, mancaria e andaria devagar para sempre. 
A menina se animou e disse com enorme alegria no olhar: 
– Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! 
O dono da loja respondeu: 
– Não, você não vai querer comprar esse. Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.
A menina emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
– Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo.
Na verdade, eu lhe dou dez reais agora e mais dez reais por mês, até completar o preço total. 
Surpreso, o dono da loja contestou: 
– Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. 
A menina ficou muito séria, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: 
– Veja, não tenho uma perna, eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso. 


"Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus 'defeitos', quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que elas. Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são. Amar a todos é difícil, mas não impossível."
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