domingo, 26 de outubro de 2014

Dicas para não brochar...

Dias atrás, ao navegar pela à toa pela net, me deparei com uma matéria dando dicas para não brochar na hora H.
Óbvio que todos nós estamos sucessíveis a brochar, quem nunca passou por isso?
Acho que não existe dicas infalíveis ou fórmula mágica, pois cada um conhece seu próprio corpo, é algo muito íntimo.
Além disso, brochar é algo muito complexo, há N motivos, desde estresse, cansaço físico, ansiedade, rotina sexual, e até mesmo falta de estímulos sexuais, afinal ambos devem trabalhar em sincronia.

Em um relacionamento, a complexidade do ato é bem maior, quando um está afim e por ventura o outro não está naquela mesma vibe sexual, nem sempre há um dialogo sincero ao ponto de falar um “não” , embora ser franco e ser compreendido é essencial.
Pelo menos eu, ainda não neguei fogo, embora isto não quer dizer que eu sempre estive disposto, simplesmente naqueles dias em que não estou no clima, e indisposto, meu truque infalível é usar  bermuda/short sem cueca, ou então dormir pelado, são fatores que me instigam rapidinho, o resto é consequência...
Dicas podem ser ilusões.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Consequências competitivas

Já se foi aquele tempo em que torcíamos para que o médico nos atestasse com o maior número de dias possíveis em casa...

Na era da concorrência, o jeito foi solicitar ao médico que cancele um atestado de 15 dias, alegando que 06 dias de repouso já foi o suficiente. 
Capacho de empresa??  Nenhum pouco, simplesmente ciente de que hoje em dia é muito fácil ser substituído ou demitido, é válido mostrar empenho neste mercado competitivo em que a tendência é piorar.
Já se imaginou daqui à 15 anos? Imagine você 15 anos mais velho, lutando, competindo para permanecer no mercado de trabalho, composto por desafios, barreiras e dificuldades.
Medo!!!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Preconceito profissional

Ilustração
Antigamente, a maioria dos cabeleireiros eram gays, hoje em dia há muito homem, e até mesmo pais de família se dedicando a esta profissão, ou seja, generalizar, é pura ignorância.
Receber os cuidados de um enfermeiro másculo, em que gera dúvidas se ele é gay, também é ignorância, afinal qual o problema de um hetéro ser enfermeiro?
Foi aí que me dei conta do meu preconceito...
É tão fácil falar do rabo dos outros, julgar as atitudes alheias... Preciso rever meus conceitos.
Sai de mim, preconceito!!!!

sábado, 18 de outubro de 2014

Cirurgia de hiperidrose axilar

Algumas pessoas possuem suor em excesso nas mãos, nos pés, face, axilas, entre outras partes, e com o estresse e ansiedade a situação piora.
Suor excessivo nos pés, dizem que causa chulé, no qual os produtos  nem sempre amenizam.
Nas  mãos, dependendo do grau, molha papéis e a caneta desliza ao escrever.
Nas axilas muitas pessoas que transpiram em excesso deixam a camiseta molhada com uma bola de suor, além de manchadas, acho que é o local mais constrangedor pelo fato de muitas pessoas associaream suor nas axilas com mau cheiro.
Embora haja vários níveis, o mais crítico faz a pessoa exaltar um cheiro forte de suor, independente do desodorante. Algumas pessoas tiram sarro, criticam a pessoa com odor forte, acham que é desleixo, relaxo, mas muitos não entendem que é uma doença e que o sujeito não tem culpa.
No meu caso, é nas axilas, embora de nível baixo, algumas roupas molhavam pouco, além disso, não exalava cheiro, mas confesso que eu tinha um certo complexo e abusava no desodorante, além de ser algo que me constrangia, principalmente ao usar camisas sociais, piorava com minha ansiedade e estresse, molhava pouco, mas molhava.
Ilustração- hiperidrose
Ano passado ao passar no cirurgião torácico, na intenção de retirar minhas glândulas sudoríparas das axilas, fui orientado de todos os riscos, e que a cirurgia é compensatória, ou seja, deixarei de transpirar nas axilas e transpirarei em alguma outra parte, que por sinal é imprevisível, além disso, fui orientado de todos os riscos, visto que os cortes nas axilas e abaixo dos peitos necessitam de anestesia geral.
Como de fato meu nível era baixo, em que muitos achavam ser "frescuras", resolvi abrir mão do meu desejo, por medo e insegurança, porém optei em não tratar com medicamentos, pois não resolvem 100%, além da dependência que eu teria, e aplicação de botox nas axilas amenizaria a situação, porém teria que ser aplicado semestralmente.
Mas devido insatisfação e incomodo, este ano resolvi arriscar, e no dia 16 desta semana eu fiz a cirurgia.
Depois de 02 anos e alguns meses, entrar naquele [hospital novamente], e relembrar de minha última internação não foi nada fácil, mas necessário para realização deste objetivo.
Embora desta vez foi tudo diferente por ter meu boyfriend para me levar, visitar, buscar e cuidar de mim.
Efeitos colaterais são inevitáveis, dores no peito ao respirar, dores nas costas, repouso geral sem pegar peso e afastamento do trabalho em até 15 dias, embora, varia de pessoa por pessoa.
Agora é verificar no dia a dia se valeu a pena, visto que ainda é recente para concluir algo.

Fica a dica para quem sofre de hiperidrose
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sudorese
http://drauziovarella.com.br/entrevistas-2/hiperidrose-4/

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Contas entre o casal

No inicio de uma paquera, quando estão ficando ou até mesmo [fincando] é natural que cada um pague sua conta, embora cada um tem o livre arbítrio de agir como achar melhor. 
Quando há um "engate" de um namoro, as atitudes são espontâneas, sem intenção de impressionar, e o sentimento puro e verdadeiro é capaz de privar o outro de arcar com tal conta.
Acho fundamental uma dosagem e limites para ambos, pois quem ama não quer ser "sugado e nem sugar" o outro.

As despesas não precisam necessariamente ser dividida em 50% pra cada, pode haver trocas, acordos, compensações, enfim, desde que haja consenso de ambos, vale tudo.

Eu só não quero que meu boyfriend me tire o direito ou até mesmo o dever de eu arcar com minhas contas, e as insistências não nos levarão a nenhum fundamento, embora estamos sempre dialogando sobre isto, parece que está difícil o garoto entender...
Não quero ser radical... Apenas justo.
Quem sabe um dia, quando morarmos juntos, eu fique mais flexível.

sábado, 4 de outubro de 2014

Água escassa

Dias atrás, ao receber um telefonema de um blogueiro amigo, o mesmo se queixava pelo fato de seu namorado ter cancelado o rolezinho sexual que teriam. Digo rolezinho sexual, pois depois do passeio, iriam ao motel.
O motivo do cancelamento, pode até parecer hilário, mas era a falta d'água para um bom banho, porém o blogueiro achou este tipo de desculpa algo incoerente.
Independente de estar lavado ou não, cada um tem uma forma de encarar a situação, e a compreensão é indispensável, sem água fica cruel né pra tudo, imaginem para um bom banho...
Onde moro, ter água é um privilégio, estocar é essencial. Alguns banhos são de canequinhas, além de algumas vezes, escovar os dentes com copo d'água, são fatos que tive que me adaptar, porém por sorte esta falta d'água não interferiu minha vida sexual, mas se continuarmos com esta seca do kct, literalmente, alguns ficarão na seca sexual...

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Reflexão para Outubro

O texto abaixo, caiu como uma luva para mim, pois quantas vezes achamos que o mundo esta contra nós... Achamos que os nossos problemas são maiores e mais importante do que dos outros e por vezes ferimos sem ao menos conhecer direito a pessoa...
Vale a pena refletir

Um médico entrou num hospital apressado, depois de ter sido... chamado para uma cirurgia urgente. Ele respondeu à chamada imediatamente, e mal chegou trocou-se e foi direto para o bloco operatório. Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para frente à espera do médico. Quando o viu, o pai gritou:
- Porque o Dr. demorou este tempo todo a vir? Não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem o mínimo de sentimento e de responsabilidade?
O médico sorriu e respondeu serenamente:
- Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim assim que recebi a chamada. Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.
- Acalmar-me? E se o seu filho estivesse dentro do bloco operatório, você também ficaria calmo? E se o seu filho morresse o que faria? - disse o pai visivelmente agitado.
- Ficar nesse estado alterado e de nervos não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho. Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo dentro das minhas capacidades, disse o médico.
- Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito, murmurou o pai entre dentes.
Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.
- A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho! Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.
Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado.
O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:
- O médico é mesmo arrogante. Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral do meu filho?
A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:
- O filho do doutor morreu ontem num acidente rodoviário. Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho. Agora que a cirurgia terminou e o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral para prestar a última homenagem ao filho dele.

É muito fácil sairmos julgando todos, criticando, apontando os erros, colocando a culpa no outro... Mas como é difícil conversar e tentar entender o lado da outra pessoa, como é difícil estender a mão para ajudar alguém, como é mais difícil achar uma solução do que achar um culpado... Não faça as suas escolhas pelas coisas fáceis e sim pelas coisas certas!
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