Ontem a noite eu precisava de uma balada, afinal fazia 3 meses que não curtia uma night, pois a maioria dos poucos amigos estão namorando ou estão sem maney. Não aguentava mais ficar em casa, iria nem que fosse sozinho, mas consegui convencer meu amigo ir.
No ritmo da música o corpo não pára; no embalo das luzes, a troca de olhares é constante, só precisa distinguir se o olhar é de admiração ou reparando em algo.
Enquanto alguns me secam com olhos, se não faz meu tipo, evito olhar para não alimentar falsas esperanças, caso contrário, correspondo com sorriso, de forma tosca, pois me falta atitudes que denotam algo, fico na minha esperando atitudes alheias, e a falta de atitudes de ambos faz com o que nada aconteça.
As mesma cenas sempre se repetem quando eu admiro um garoto bonito, ao perceberem que estou admirando-os, automaticamente suas atitudes mudam, passam a ser um pouco exibicionistas por notarem que estão sendo admirados, que de fato é um pouco normal, independente de sermos admirados por uma mulher, por um coroa, por uma pessoa feia, ser admirado nos dá auto estima.
Tudo não passa de olhares, são poucos que têm atitude de chegar, a maioria faz como eu, espera atitude alheia, eu evito ao máximo chegar, aliás nunca cheguei em alguém, sempre pedi ajuda aos amigos, exceto uma vez que o garoto disse para meu amigo que se eu quisesse algo para eu ir falar com ele, e de tanto amigos insistirem eu fui falar com o garoto e ficamos a noite toda.
Não sei é orgulho, insegurança, mas prefiro e espero que cheguem em mim, pois acho quase que "humilhante" chegar em alguém, além de constrangedor levar um "NÃO", apesar de que desde criança ninguém gosta de levar um 'NÃO", eu prefiro recorrer a ajuda de amigos, o impacto é menor, apesar de que ultimamente nem ajuda ando pedindo.
Ontem na pista de dança da boate, no meio da muvuca, meu amigo me mostra o mesmo [garoto] que queria ficar comigo há 3 meses atrás, estava sem camiseta, um pouco mais fortinho que antes, e insistia em me olhar, porém ao passar perto de mim, notei que infelizmente ele continuava com o mesmo odor desagradável.
Lamentavelmente ele não é o único, era perceptível que muitos garotos na balada estavam com cheiro forte de suor.
Fiquei fascinado por um garoto, enquanto dançávamos próximos, trocamos olhares, e ao perceber que eu estava admirando sua beleza, ele erguia a camiseta, passava a mão no umbigo, eu ficava tenso com a cena, além de indeciso. Enquanto ele tirava fotos com amigos na pista, nossas costas se encostavam, e foram várias fotos em que eu me aproveitei para ficar próximo.
Depois nos distanciamos, só não pedi para meu amigo ir falar com ele porque horas antes eu tinha levado um fora de um garoto, por mim já foi o suficiente, além disso, quem sabe esse garoto estava apenas afim de me seduzir, me provocar, como muitos no geral faz...
Após certos momentos cruzamos no barzinho, mas ele nem olhou, e na pista trocamos menos olhares, até que eu vejo ele beijando um garoto, ou seja, se ele quisesse algo teria chegado em mim.
Desencanei e só depois lembrei que ele é amigo de um conhecido, já conversei com ele meses atrás no busão ao irmos para a balada, na época até achei ele bonito, apesar de meio "garganta", um pouco papudo, mentia para ganhar vantagens ...
Pode que ser que ele tenha se lembrado de mim, ou não, só depois me dei conta de quem era ele. Mas sua maneira de agir me deixou na dúvida, apesar de que sempre volto da balada com dúvidas, consequência de minha falta de atitudes...
Sou um fracassado, por mais que tento, sempre espero pelos outros...
Admiro pessoas espontâneas que têm atitudes, que caem em cima, xavecam, seduzem, não se importam com "NÃO", insistem tanto que conseguem, caso contrário, partem para outros,como se nada tivesse acontecido, agem naturalmente...
Na ausência de uma amizade "confiável" para desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna de comunicar, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.
domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Pra dançar!
Assim como o seu sucesso em [On the floor], Jennifer Lopez mais uma vez surpreendeu com esse hits, até confundi sua voz no refrão com a voz de Beyonce.
Embora eu não vejo necessidade da participação do Pitbull, mas essa parceria está dando certo...
Impossível ficar parado com esse som contagiante...
Jennifer Lopes - Dance Again
Embora eu não vejo necessidade da participação do Pitbull, mas essa parceria está dando certo...
Impossível ficar parado com esse som contagiante...
Jennifer Lopes - Dance Again
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Reaproximação envolvente
A gente se conheceu antes do planejado, [nosso contato real] teve química, ou até mesmo muito tesão; nossos lábios se encontraram, nossos corpos se entrelaçaram, eu busquei aproveitar cada momento com ele, afinal seu jeito másculo de ser e agir, seu corpo gostoso me fez perder a noção e o controle da situação, poupei minha promessa sexual, me entreguei sem neuras, sem cobranças e muito menos arrependimento, afinal algumas oportunidades ocorrem apenas uma vez.
Tudo foi bom, muito gostoso e envolvente, mas no dia seguinte, ele permanecia em meus pensamentos, eu relembrava cada momento que tivemos, não que isso foi paixão, apenas envolvimento descabível, afinal é bom dosar os desejos e sentimentos, para evitar entregar-se cedo e em vão, mas não obtive êxito nas minhas tentativas de tirá-lo de minha mente, pois eu queria tê-lo novamente comigo.
Minha alternativa de escape foi enviar alguns torpedos, aliás me controlei e enviei poucos, um deles eu deixei claro que estava pensando nele e sentindo sua falta, não obtive respostas, e para não ser inconveniente, não lhe enviei mais nenhum.
Depois de 6 dias que transamos, teclamos pelo MSN, eu demonstrei que gostei dele, ele foi recíproco, embora demonstrou um pouco de frieza ou medo nas palavras, e logo depois deixou claro que curtiu minha mensagem e avisou que tem o hábito de emprestar o celular para os amigos do trabalho.
Por um lado entendi o que ele quis dizer, pois se alguém visse a mensagem seria complicado, mas preferi acreditar que aquilo foi "um fora", para eu não enviar mais mensagens, e foi assim que fiz.
Só o tempo é capaz de apagar certos momentos, e com o passar dos dias, espontaneamente eu fui esquecendo daquele garotão que de certa forma havia mexido comigo.
Espontaneamente, eu não pensava nele como antes, na realidade nem consigo imaginar como ele é, pois a minha amnésia contribuiu para eu esquecer certos detalhes, inclusive de sua face e seu corpo.
Porém ontem de manhã, ao acordar para trabalhar me surpreendi com uma mensagem no meu celular que ele havia enviado na noite anterior.
Apesar de que foi uma mensagem normal, dizendo que queria falar comigo... Mas creio eu que ambos não tinham nada para falar, pois ambos tiveram o que queriam, apenas curtição. De certa forma fiquei grilado, encanado e curioso para saber o que ele queria me falar, mas óbvio que meio negativismo me fez pensar o pior.
Me controlei para não enviar-lhe mensagem e questionar o que ele queria me falar, evitei pensar nele durante o dia, mas às vezes era inevitável.
Como eu não entrei em contato,ontem no inicio da noite ele me ligou para saber como eu estava, já que depois de 15 dias de termos nos conhecido, nunca mais havíamos tido contato. Foram quase 4 minutos de conversa, e o que ele tanto queria falar comigo, era sobre as tais mensagens que eu deixei de enviá-lo, disse que eu poderia enviar normalmente, desde que não fossem "suspeitas".
Assim que ele chegou da faculdade, teclamos via MSN até a 1 da madrugada, aproveitei e lhe dei umas cutucadas sobre esquemas de internet, e sua resposta foi que não precisa disso, pois já me encontrou, afirmando que sou o cara certo, mas disfarçou quando interroguei-o mais afundo...
Como se isto não bastasse, quando afirmei que não lembro de sua feição, ele respondeu que eu não estou apaixonado, pois caso eu estivesse, eu estaria lembrando...
Me surpreendi com seus papos, com seu medo de não encontrar alguém fiel, e seu objetivo de encontrar alguém bacana, demonstrando de maneira subjetiva, que está interessado em mim., ou então, ele esteja curioso para ir mais afundo e arriscar algo, porém em breve nos veremos pessoalmente para conversarmos melhor sobre uma possibilidade de algo sério.
Inseguro, indeciso e animado eu fiquei, mas só arriscando para ver onde isso vai terminar, pois essa reaproximação foi o suficiente para ele retornar a dominar meus pensamentos.
Não quero me precipitar, não quero me enganar, as melhores coisas ocorrem quando menos esperamos, vou deixar a vida me levar, mas caso ele queira me levar, eu iria para qualquer lugar...
Tudo foi bom, muito gostoso e envolvente, mas no dia seguinte, ele permanecia em meus pensamentos, eu relembrava cada momento que tivemos, não que isso foi paixão, apenas envolvimento descabível, afinal é bom dosar os desejos e sentimentos, para evitar entregar-se cedo e em vão, mas não obtive êxito nas minhas tentativas de tirá-lo de minha mente, pois eu queria tê-lo novamente comigo.
Minha alternativa de escape foi enviar alguns torpedos, aliás me controlei e enviei poucos, um deles eu deixei claro que estava pensando nele e sentindo sua falta, não obtive respostas, e para não ser inconveniente, não lhe enviei mais nenhum.
Depois de 6 dias que transamos, teclamos pelo MSN, eu demonstrei que gostei dele, ele foi recíproco, embora demonstrou um pouco de frieza ou medo nas palavras, e logo depois deixou claro que curtiu minha mensagem e avisou que tem o hábito de emprestar o celular para os amigos do trabalho.
Por um lado entendi o que ele quis dizer, pois se alguém visse a mensagem seria complicado, mas preferi acreditar que aquilo foi "um fora", para eu não enviar mais mensagens, e foi assim que fiz.
Só o tempo é capaz de apagar certos momentos, e com o passar dos dias, espontaneamente eu fui esquecendo daquele garotão que de certa forma havia mexido comigo.
Espontaneamente, eu não pensava nele como antes, na realidade nem consigo imaginar como ele é, pois a minha amnésia contribuiu para eu esquecer certos detalhes, inclusive de sua face e seu corpo.
Porém ontem de manhã, ao acordar para trabalhar me surpreendi com uma mensagem no meu celular que ele havia enviado na noite anterior.
Apesar de que foi uma mensagem normal, dizendo que queria falar comigo... Mas creio eu que ambos não tinham nada para falar, pois ambos tiveram o que queriam, apenas curtição. De certa forma fiquei grilado, encanado e curioso para saber o que ele queria me falar, mas óbvio que meio negativismo me fez pensar o pior.
Me controlei para não enviar-lhe mensagem e questionar o que ele queria me falar, evitei pensar nele durante o dia, mas às vezes era inevitável.
Como eu não entrei em contato,ontem no inicio da noite ele me ligou para saber como eu estava, já que depois de 15 dias de termos nos conhecido, nunca mais havíamos tido contato. Foram quase 4 minutos de conversa, e o que ele tanto queria falar comigo, era sobre as tais mensagens que eu deixei de enviá-lo, disse que eu poderia enviar normalmente, desde que não fossem "suspeitas".
Assim que ele chegou da faculdade, teclamos via MSN até a 1 da madrugada, aproveitei e lhe dei umas cutucadas sobre esquemas de internet, e sua resposta foi que não precisa disso, pois já me encontrou, afirmando que sou o cara certo, mas disfarçou quando interroguei-o mais afundo...
Como se isto não bastasse, quando afirmei que não lembro de sua feição, ele respondeu que eu não estou apaixonado, pois caso eu estivesse, eu estaria lembrando...
Me surpreendi com seus papos, com seu medo de não encontrar alguém fiel, e seu objetivo de encontrar alguém bacana, demonstrando de maneira subjetiva, que está interessado em mim., ou então, ele esteja curioso para ir mais afundo e arriscar algo, porém em breve nos veremos pessoalmente para conversarmos melhor sobre uma possibilidade de algo sério.
Inseguro, indeciso e animado eu fiquei, mas só arriscando para ver onde isso vai terminar, pois essa reaproximação foi o suficiente para ele retornar a dominar meus pensamentos.
Não quero me precipitar, não quero me enganar, as melhores coisas ocorrem quando menos esperamos, vou deixar a vida me levar, mas caso ele queira me levar, eu iria para qualquer lugar...
sábado, 21 de abril de 2012
Sexo entre irmãos
Dias atrás eu estava em busca de um vídeo erótico saciável, e me deparei com um vídeo em que um um irmão transa com outro irmão, de fato eles eram gêmeos.
De certa forma fiquei estarrecido e desencorajado de assistir, pois achei "meio ridículo", um absurdo, algo brochante que não me despertaria tesão, independente do corpo esculturalmente perfeito dos atores.
Lógico que esse tipo de filme entre irmãos não se restringe em apenas filmes gays, há muitos filmes héteros, em que para faturar uma grana as pessoas se sujeitam a tudo.
Lamentavelmente na vida real, independente de ser hétero ou gay, alguns irmãos transam naturalmente, sem ao menos refletir no ato incoerente e inconsequente, uma verdadeira banalidade sexual.
Sem contar os casos descabíveis divulgados pela mídia, em que o pai obrigava a filha a manter relação sexual com ele, casos em que tiveram filhos juntos, e blá blá blá...
Por mais que estejam possessos de tesão, nada justifica. Será que antes, durante ou depois do ato sexual, não pensam na infância que tiveram juntos, nos momentos familiares, na família de forma geral? E como fica o respeito e a relação no dia seguinte?
Lembro-me que alguns amigos, além dos 2 únicos namorados que tive, sempre falavam que achavam meu irmão caçula bonito, que tirava o fôlego deles, era um objeto de desejo.
Não teria nenhum problema eu achar meu irmão bonito, mas para mim ele é aparentemente normal, e independente disso, nem que me pagassem muito pelo serviço, jamais me sujeitaria a isso, nem gosto de me imaginar nessa situação.
Sinopse do filme: http://www.paroutudo.com/blogs/thales/2009/12/24/filme-porno-traz-sexo-entre-irmaos-gemeos/
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| Milo e Elijah Peters |
Lógico que esse tipo de filme entre irmãos não se restringe em apenas filmes gays, há muitos filmes héteros, em que para faturar uma grana as pessoas se sujeitam a tudo.
Lamentavelmente na vida real, independente de ser hétero ou gay, alguns irmãos transam naturalmente, sem ao menos refletir no ato incoerente e inconsequente, uma verdadeira banalidade sexual.
Sem contar os casos descabíveis divulgados pela mídia, em que o pai obrigava a filha a manter relação sexual com ele, casos em que tiveram filhos juntos, e blá blá blá...
Por mais que estejam possessos de tesão, nada justifica. Será que antes, durante ou depois do ato sexual, não pensam na infância que tiveram juntos, nos momentos familiares, na família de forma geral? E como fica o respeito e a relação no dia seguinte?
Lembro-me que alguns amigos, além dos 2 únicos namorados que tive, sempre falavam que achavam meu irmão caçula bonito, que tirava o fôlego deles, era um objeto de desejo.
Não teria nenhum problema eu achar meu irmão bonito, mas para mim ele é aparentemente normal, e independente disso, nem que me pagassem muito pelo serviço, jamais me sujeitaria a isso, nem gosto de me imaginar nessa situação.
Sinopse do filme: http://www.paroutudo.com/blogs/thales/2009/12/24/filme-porno-traz-sexo-entre-irmaos-gemeos/
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Lembranças dos Franceses
Dizem que onde se ganha o pão, não se come a carne, e já que eu jamais teria a coragem de arriscar ou cair em tentação com um colega ou companheiro de trabalho, eu apenas admiro discretamente.
Desde a primeira que vi na empresa aquele garotão de 24 anos, loiro, de olhos azuis, com estatura alta, corpo naturalmente esbelto, com uma barriga sexy, eu fiquei "impressionado" com aquela perfeição, me surpreendi com aquele tipo de beleza.
Ao ouvi-lo se comunicando, percebi que ele falava o idioma português de maneira um pouco enrolada, até que fui informado que ele era francês, morava em Paris e estava como trainee no Brasil.
Sua voz grossa, sua feição de [nerd], seu jeito cativante e elegante de ser me impressionava de tal forma que não tinha como eu evitar olhar aquele corpo. Não tínhamos contato profissional, apenas nos cumprimentávamos timidamente quando cruzávamos pelos corredores.
Ela apenas nasceu no Brasil, naturalizou-se como francesa, e há 3 anos está trabalhando na filial aqui do Brasil. Quando eu a vi pela primeira vez, achei ela uma garota comum, porém a convivência me fez admirar sua inteligência, sua experiência de vida com tão pouca idade, afinal com apenas 26 anos de idade já morou em vários países, além de ter um humor cativante, ser extrovertida, alto astral, tem uma maneira de levar a vida que nos possibilitava rir o tempo todo.
Nossa relação profissional aumentou, afinal fui treinado por ela,e sem querer, quando conversávamos, ao olhar em seus olhos esverdeados, eu sentia desejos de tocar naquele rostinho, além de querer sentir seus lábios. Não era um desejo incontrolável, mas era um desejo que sempre se repetia.
Através dela eu tive maior contato com o francês, e as poucas vezes que fui embora de carona com eles eu sentia perdido quando eles usavam o francês na comunicação, além de eu ficar sem reação, por estar diante de duas pessoas de sexo oposto, mas que me despertava desejos.
Quando ele pronunciava meu nome com aquele sotaque, eu ficava pasmo e ao mesmo tempo seduzido.
Porém a vida é inconstante, novos rumos são traçados, mudanças ocorrem, com o término de seu contrato, hoje retornou ao seu país de origem, infelizmente nunca mais o verei.
Ele cativou muita gente, fez muitos amigos, curtiu a vida, viajou para vários lugares do Brasil, "ficou" com muitas brasileiras, como diz meu colega, muitas garotas tiveram a chance de conhecer a "torre eiffel" do francês, afinal ele fez sucesso em seus 18 meses no Brasil.
Mesmo que eu não tenha ido em sua festa de despedida no fim de semana, hoje eu fiquei surpreso quando me deparei com seu e-mail de despedida, afinal tivemos tão pouco contato, e esse pouco foi o suficiente para lembrar de mim e obviamente de meu nome.
A despedida foi apenas com um aperto de mãos, um "tapinha" nas costa, além de desejar-lhe sucessos no seu regresso a França, mas a minha vontade era de abraçar-lhe fortemente mas seria constrangedor,pois nem tínhamos intimidade.....
A francesa foi transferida para outra filial da empresa, mas ainda teremos contato por fone, comunicador instantâneo interno, apesar de que o ambiente já não tem a mesma alegria que ela proporcionava.
De fato as pessoas nunca vão só, sempre levam um pouquinho da gente e deixam um pouquinho de si.
Desde a primeira que vi na empresa aquele garotão de 24 anos, loiro, de olhos azuis, com estatura alta, corpo naturalmente esbelto, com uma barriga sexy, eu fiquei "impressionado" com aquela perfeição, me surpreendi com aquele tipo de beleza.
Ao ouvi-lo se comunicando, percebi que ele falava o idioma português de maneira um pouco enrolada, até que fui informado que ele era francês, morava em Paris e estava como trainee no Brasil.
Sua voz grossa, sua feição de [nerd], seu jeito cativante e elegante de ser me impressionava de tal forma que não tinha como eu evitar olhar aquele corpo. Não tínhamos contato profissional, apenas nos cumprimentávamos timidamente quando cruzávamos pelos corredores.
Ela apenas nasceu no Brasil, naturalizou-se como francesa, e há 3 anos está trabalhando na filial aqui do Brasil. Quando eu a vi pela primeira vez, achei ela uma garota comum, porém a convivência me fez admirar sua inteligência, sua experiência de vida com tão pouca idade, afinal com apenas 26 anos de idade já morou em vários países, além de ter um humor cativante, ser extrovertida, alto astral, tem uma maneira de levar a vida que nos possibilitava rir o tempo todo.
Nossa relação profissional aumentou, afinal fui treinado por ela,e sem querer, quando conversávamos, ao olhar em seus olhos esverdeados, eu sentia desejos de tocar naquele rostinho, além de querer sentir seus lábios. Não era um desejo incontrolável, mas era um desejo que sempre se repetia.
Através dela eu tive maior contato com o francês, e as poucas vezes que fui embora de carona com eles eu sentia perdido quando eles usavam o francês na comunicação, além de eu ficar sem reação, por estar diante de duas pessoas de sexo oposto, mas que me despertava desejos.
Quando ele pronunciava meu nome com aquele sotaque, eu ficava pasmo e ao mesmo tempo seduzido.
Porém a vida é inconstante, novos rumos são traçados, mudanças ocorrem, com o término de seu contrato, hoje retornou ao seu país de origem, infelizmente nunca mais o verei.
Ele cativou muita gente, fez muitos amigos, curtiu a vida, viajou para vários lugares do Brasil, "ficou" com muitas brasileiras, como diz meu colega, muitas garotas tiveram a chance de conhecer a "torre eiffel" do francês, afinal ele fez sucesso em seus 18 meses no Brasil.
Mesmo que eu não tenha ido em sua festa de despedida no fim de semana, hoje eu fiquei surpreso quando me deparei com seu e-mail de despedida, afinal tivemos tão pouco contato, e esse pouco foi o suficiente para lembrar de mim e obviamente de meu nome.
A despedida foi apenas com um aperto de mãos, um "tapinha" nas costa, além de desejar-lhe sucessos no seu regresso a França, mas a minha vontade era de abraçar-lhe fortemente mas seria constrangedor,pois nem tínhamos intimidade.....
A francesa foi transferida para outra filial da empresa, mas ainda teremos contato por fone, comunicador instantâneo interno, apesar de que o ambiente já não tem a mesma alegria que ela proporcionava.
De fato as pessoas nunca vão só, sempre levam um pouquinho da gente e deixam um pouquinho de si.
sábado, 14 de abril de 2012
Brigas de casais
Essa semana fiquei aterrorizado com um crime em que o marido esfaqueia até a morte a sua esposa, óbvio que casos como estes são constantes, ocorrem com frequência.
Os motivos são os mais absurdos, não tem lógica, não tem explicação, não tem fundamento.
De certa forma, a sociedade fala mal, discriminam e desprezam os gays, mas nunca ouvi casos em que um gay tira a vida do outro, em que um casal de gays vai parar na delegacia por brigas.
Óbvio que é impossível isso nunca ter ocorrido, mas são casos raros, acredito eu que não foi ao ponto de um tirar a vida do outro, mas é possível, afinal ser gay nem sempre é sinal de ser "bonzinho", é relativo...
Brigas e discussões, são normais, faz parte de um relacionamento, desde que haja respeito.
Automaticamente, me lembrei dos momentos vividos durante meu [primeiro namoro com garoto], há 6 anos atrás, pois a falta de respeito de ambos, foi o motivo do término de um namoro que durou 1 ano e 4 meses. Na época, as cobranças, cenas de ciúmes, possessividade chegou ao ponto de agressão física de ambas as partes, perdíamos a noção e o respeito, e algumas vezes, partíamos para a porrada...
Mas isto é passado, hoje em dia tenho maturidade, controlo as minhas atitudes, jamais teria a coragem de brigar de porrada dentro de uma boate como já houve uma vez, em que as pessoas ao redor separaram nossa briga...
Atualmente eu não teria coragem de brigar no meio da rua, assim como fizemos uma vez, em que ele me deu uma pancada com uma telha, fazendo um corte em meu dedo...
Eu não perderia o controle e quebraria aparelho telefônico e um celular ao discutir a relação por telefone.
Não teria a coragem de sair na porrada, altas horas da noite, em frente da casa do suposto namorado, sem me preocupar com seus vizinhos....
O pior é que depois dessas brigas, sempre ocorria sexo, um sexo de tirar o fôlego.... Algo feito com muito prazer, e ao mesmo tempo sem ter vergonha na cara, afinal essas atitudes são toscas.
Sorte que nesse caso não há [Lei Maria da Penha], é briga de macho para macho, de igual para igual, mas isso foi passado, uma fase neurótica, hoje eu evito tudo que chama atenção das pessoas, em que eu me exponho como ridículo, sem contar que o respeito recíproco é fundamental, mas jamais daria a face para alguém bater, independente do motivo, apesar de que violência gera violência...
Os motivos são os mais absurdos, não tem lógica, não tem explicação, não tem fundamento.
De certa forma, a sociedade fala mal, discriminam e desprezam os gays, mas nunca ouvi casos em que um gay tira a vida do outro, em que um casal de gays vai parar na delegacia por brigas.
Óbvio que é impossível isso nunca ter ocorrido, mas são casos raros, acredito eu que não foi ao ponto de um tirar a vida do outro, mas é possível, afinal ser gay nem sempre é sinal de ser "bonzinho", é relativo...
Brigas e discussões, são normais, faz parte de um relacionamento, desde que haja respeito.
Automaticamente, me lembrei dos momentos vividos durante meu [primeiro namoro com garoto], há 6 anos atrás, pois a falta de respeito de ambos, foi o motivo do término de um namoro que durou 1 ano e 4 meses. Na época, as cobranças, cenas de ciúmes, possessividade chegou ao ponto de agressão física de ambas as partes, perdíamos a noção e o respeito, e algumas vezes, partíamos para a porrada...
Mas isto é passado, hoje em dia tenho maturidade, controlo as minhas atitudes, jamais teria a coragem de brigar de porrada dentro de uma boate como já houve uma vez, em que as pessoas ao redor separaram nossa briga...
Atualmente eu não teria coragem de brigar no meio da rua, assim como fizemos uma vez, em que ele me deu uma pancada com uma telha, fazendo um corte em meu dedo...
Eu não perderia o controle e quebraria aparelho telefônico e um celular ao discutir a relação por telefone.
Não teria a coragem de sair na porrada, altas horas da noite, em frente da casa do suposto namorado, sem me preocupar com seus vizinhos....
O pior é que depois dessas brigas, sempre ocorria sexo, um sexo de tirar o fôlego.... Algo feito com muito prazer, e ao mesmo tempo sem ter vergonha na cara, afinal essas atitudes são toscas.
Sorte que nesse caso não há [Lei Maria da Penha], é briga de macho para macho, de igual para igual, mas isso foi passado, uma fase neurótica, hoje eu evito tudo que chama atenção das pessoas, em que eu me exponho como ridículo, sem contar que o respeito recíproco é fundamental, mas jamais daria a face para alguém bater, independente do motivo, apesar de que violência gera violência...
terça-feira, 10 de abril de 2012
Realizado sexualmente
Se a vida é composta de fases, eu vivi uma fase em que não parei no tempo, mas dei tempo ao tempo, devido a promessa sexual que havia feito, que resultou em 21 meses sem sexo.
Perdi boas oportunidades de conhecer pessoas bonitas, evitei até certo ponto um contato íntimo, que a princípio foram uns 8 meses sem ficar com nenhum garoto, mas o tesão foi tomando conta de mim, e não deixei de "gozar" a vida, seja comigo mesmo, ou com alguns garotos na [fase gouinage]
Faltavam 3 meses para minha promessa terminar, seriam 2 anos sem sexo, mas nesse fim de semana, eu estava carente de afeto, de atenção, o feriado prolongado me fez apenas descansar, os poucos amigos estavam viajando, ou namorando, fiquei sobrando, mas eu queria interagir, queria alguém que me desse atenção, nem que seja virtual, e assim ele surgiu no chat, expressando bons papos, nos adicionamos no MSN, e passamos 3 dias teclando sobre tudo, menos sexo, além de trocar mensagens via celular.
Mas no domingo, tivemos a oportunidade de teclar sobre sexo, eu fiquei instigado quando ele relatou sobre sua última transa, mas eu nem tinha planos de conhecê-lo, e quando ele admitiu que a foto exposta não era dele, eu me decepcionei, apesar de que a foto estava longe, não dava para avaliar nada, mas por outro lado foi bacana ele ter sido sincero até certo ponto.
Trocamos torpedos, e sem eu esperar, recebo sua ligação, que por sinal fiquei fissurado na voz máscula do garotão, me arrepiei em ouvi-lo, gostei de sua uma maneira falar, mas não tínhamos noção da aparência física um do outro.
Por torpedos ele insistiu para nos vermos, trocamos alguns torpedos sacanas, ele até se propôs deixar o medo e a vergonha de lado para irmos ao drive in.
Eu blefei, não fazia parte de meus planos conhecê-lo tão já, eu queria continuar naquele flerte virtual por mais tempo, assim como faço com alguns garotos, pois flertar pelo MSN faz bem para meu ego, mas isso é momentâneo, às vezes sinto um vazio interno.
Quando me ligou, eu não resisti , ele conseguiu me convencer, apesar de que quando eu estava pronto ele quis desistir, mas decidimos nos ver.
Assim que parei o carro para ele entrar, notei que ele estava tenso, nervoso, mas até eu nessas circunstâncias em entrar no carro de um estranho também ficaria, mas tentei deixa-lo relaxado, aumentei o percurso sentido ao drive in para distrairmos enquanto conversávamos.
Ao chegarmos no drive in, papeamos um pouco dentro do carro, mas ambos não tinham atitudes, eu prefiro ser atacado, sempre espero pela atitude alheia, mas naquelas circunstâncias eu notei que seria difícil, convidei-o para conversamos fora do carro.
Eu fiquei admirado com o seu jeito másculo de ser e agir, além do corpo gostoso, coxas e pantorrilhas grossas e peludas, porém ele estava retraído, sem ação, tenso, mas notei que ele estava excitado, aproveitei a oportunidade e tive a tal atitude, e nos beijamos arduamente.
Ele todo retraído, se perdia com as minhas atitudes, pois busquei realizar os desejos de ambos, sem frescuras, afinal eu não queria que no dia seguinte eu me sentisse mal por não ter feito isso ou aquilo, agi do jeito que eu gosto, com pegadas fortes, queria senti-lo de todas as formas, apertei-o, dei uns pegas pelo cabelo, tapas, mas a falta de privacidade de um drive in, me fez controlar nos gemidos e palavras.
Ele afirmou só ter "ficado" com 3 garotos, e que nunca havia ocorrido algo desse tipo, ao mesmo tempo que ele ficou surpreso com as minhas atitudes "um pouco fora do comum", ele se empolgava e agia de forma recíproca. Ele tinha as mãos ásperas, calejadas, além de exalar um cheiro de macho, mas tudo bem, isso é algo tolerante, mas na realidade eu gosto de apreciar o perfume alheio, e mesmo com chuva, infelizmente o calor deixou nossos corpos grudando.
Poderíamos ficar nas preliminares, nas pegações, eu estava mantendo o controle do meu tesão, mas eu queria ir além, não queria deixar passar aquela boa oportunidade com aquele garoto, afinal eu já havia cumprindo quase 90% da minha promessa, me entreguei sem ficar com peso na consciência.
O ato sexual ocorreu de forma natural, achava que o fato de tantos meses sem sexo, me faria não me adaptar ao ato em si, mas foi algo prazeroso e envolvente.
Passamos 1:30 horas juntos, curtindo um prazer intenso e envolvente e o mais gratificante disso foi o fato de eu ter transado numa posição tosca, mas que eu nunca havia feito, porém era um desejo antigo.
No mesmo dia mandei um torpedo elogiando -o, e no dia seguinte as 6 da manhã ele me respondeu, mas será que ele acordou pensando em mim? Óbvio que não, mas eu queria que sim, mas nem quero me empolgar, mas de certa forma eu não tiro ele da minha mente, como sou tonto, babaca, não posso confundir as coisas, e como se não bastasse hoje lhe mandei outra mensagem, mas não obtive resposta.
O negócio é eu quietar o fogo, embora quanto mais faz, mais quer...
Perdi boas oportunidades de conhecer pessoas bonitas, evitei até certo ponto um contato íntimo, que a princípio foram uns 8 meses sem ficar com nenhum garoto, mas o tesão foi tomando conta de mim, e não deixei de "gozar" a vida, seja comigo mesmo, ou com alguns garotos na [fase gouinage]
Faltavam 3 meses para minha promessa terminar, seriam 2 anos sem sexo, mas nesse fim de semana, eu estava carente de afeto, de atenção, o feriado prolongado me fez apenas descansar, os poucos amigos estavam viajando, ou namorando, fiquei sobrando, mas eu queria interagir, queria alguém que me desse atenção, nem que seja virtual, e assim ele surgiu no chat, expressando bons papos, nos adicionamos no MSN, e passamos 3 dias teclando sobre tudo, menos sexo, além de trocar mensagens via celular.
Mas no domingo, tivemos a oportunidade de teclar sobre sexo, eu fiquei instigado quando ele relatou sobre sua última transa, mas eu nem tinha planos de conhecê-lo, e quando ele admitiu que a foto exposta não era dele, eu me decepcionei, apesar de que a foto estava longe, não dava para avaliar nada, mas por outro lado foi bacana ele ter sido sincero até certo ponto.
Trocamos torpedos, e sem eu esperar, recebo sua ligação, que por sinal fiquei fissurado na voz máscula do garotão, me arrepiei em ouvi-lo, gostei de sua uma maneira falar, mas não tínhamos noção da aparência física um do outro.
Por torpedos ele insistiu para nos vermos, trocamos alguns torpedos sacanas, ele até se propôs deixar o medo e a vergonha de lado para irmos ao drive in.
Eu blefei, não fazia parte de meus planos conhecê-lo tão já, eu queria continuar naquele flerte virtual por mais tempo, assim como faço com alguns garotos, pois flertar pelo MSN faz bem para meu ego, mas isso é momentâneo, às vezes sinto um vazio interno.
Quando me ligou, eu não resisti , ele conseguiu me convencer, apesar de que quando eu estava pronto ele quis desistir, mas decidimos nos ver.
Assim que parei o carro para ele entrar, notei que ele estava tenso, nervoso, mas até eu nessas circunstâncias em entrar no carro de um estranho também ficaria, mas tentei deixa-lo relaxado, aumentei o percurso sentido ao drive in para distrairmos enquanto conversávamos.
Ao chegarmos no drive in, papeamos um pouco dentro do carro, mas ambos não tinham atitudes, eu prefiro ser atacado, sempre espero pela atitude alheia, mas naquelas circunstâncias eu notei que seria difícil, convidei-o para conversamos fora do carro.
Eu fiquei admirado com o seu jeito másculo de ser e agir, além do corpo gostoso, coxas e pantorrilhas grossas e peludas, porém ele estava retraído, sem ação, tenso, mas notei que ele estava excitado, aproveitei a oportunidade e tive a tal atitude, e nos beijamos arduamente.
Ele todo retraído, se perdia com as minhas atitudes, pois busquei realizar os desejos de ambos, sem frescuras, afinal eu não queria que no dia seguinte eu me sentisse mal por não ter feito isso ou aquilo, agi do jeito que eu gosto, com pegadas fortes, queria senti-lo de todas as formas, apertei-o, dei uns pegas pelo cabelo, tapas, mas a falta de privacidade de um drive in, me fez controlar nos gemidos e palavras.
Ele afirmou só ter "ficado" com 3 garotos, e que nunca havia ocorrido algo desse tipo, ao mesmo tempo que ele ficou surpreso com as minhas atitudes "um pouco fora do comum", ele se empolgava e agia de forma recíproca. Ele tinha as mãos ásperas, calejadas, além de exalar um cheiro de macho, mas tudo bem, isso é algo tolerante, mas na realidade eu gosto de apreciar o perfume alheio, e mesmo com chuva, infelizmente o calor deixou nossos corpos grudando.
Poderíamos ficar nas preliminares, nas pegações, eu estava mantendo o controle do meu tesão, mas eu queria ir além, não queria deixar passar aquela boa oportunidade com aquele garoto, afinal eu já havia cumprindo quase 90% da minha promessa, me entreguei sem ficar com peso na consciência.
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| Posição inédita |
Passamos 1:30 horas juntos, curtindo um prazer intenso e envolvente e o mais gratificante disso foi o fato de eu ter transado numa posição tosca, mas que eu nunca havia feito, porém era um desejo antigo.
No mesmo dia mandei um torpedo elogiando -o, e no dia seguinte as 6 da manhã ele me respondeu, mas será que ele acordou pensando em mim? Óbvio que não, mas eu queria que sim, mas nem quero me empolgar, mas de certa forma eu não tiro ele da minha mente, como sou tonto, babaca, não posso confundir as coisas, e como se não bastasse hoje lhe mandei outra mensagem, mas não obtive resposta.
O negócio é eu quietar o fogo, embora quanto mais faz, mais quer...
sábado, 7 de abril de 2012
Vivendo de aparências
Ás vezes me pergunto: Até quando viverei de aparências? Até quando demonstrarei algo que não convém com a minha realidade?
Mas por outro lado eu respondo: Eu não preciso demonstrar minhas fraquezas, defeitos, problemas, não vjo necessidade de expor a minha intimidade, e assim vou vivendo, e fingindo...
Finjo que vivo rodeado de bons amigos que me entendem, que me compreendem e que me faz bem, mas ao contrário, a falta de sinceridade, reciprocidade alheia, me faz ter apenas colegas...
Finjo que meus fins de semanas são ótimos, onde sempre há diversão garantida, mas eles se tornaram toscos, só me servem para descansar.
Finjo que vivo tranquilo, em harmonia, porém vivo mal humorado, crítico, estressado, conto as horas para poder trabalhar, assim ocupo a mente com algo produtivo.
Finjo perdoar um erro, uma mancada alheia, mas no fundo sempre há um pouquinho de mágoa, sou intolerante, rancoroso, guardo mágoas com facilidade, perdoo com dificuldades, mas todos erram, preciso compreender isso.
Finjo para meus amigos e para a minha família que eu fico com uma garota aqui, com outra lá.... Se eles acreditam, pouco me importa, não quero mais imaginar o que eles pensam sobre mim, se eles desconfiam ou não é problemas deles.
Finjo para meus familiares distantes que não tenho tempo de namorar devido aos estudos, que no momento só quero "ficar" com garotas, mas não quero pensar no que eles pensam, aliás nem temos mais contatos, distanciei por insegurança, com medo de descobrirem algo sobre mim, pois eu seria "o ser estranho" da família, a ovelha negra, motivo de vergonha.
Finjo não ser gay, finjo não gostar de garotos, mas eu não tive escolhas, não tive opções, muitos não entendem, outros fingem não entender.
Não eu não quero e não vou me abater, a regra é tentar manter o auto astral, preciso continuar sorrindo até nas horas mais difíceis. Se no momento a solidão é a minha companhia, talvez seja momentâneo ou até mesmo uma escolha.
A minha vida está se tornando uma novela, uma peça de teatro onde "eu" o protagonista da história, não aguenta mais viver esse personagem, preciso dar um UP na minha vida, só não sei por onde começar.
Mas por outro lado eu respondo: Eu não preciso demonstrar minhas fraquezas, defeitos, problemas, não vjo necessidade de expor a minha intimidade, e assim vou vivendo, e fingindo...
Finjo que vivo rodeado de bons amigos que me entendem, que me compreendem e que me faz bem, mas ao contrário, a falta de sinceridade, reciprocidade alheia, me faz ter apenas colegas...
Finjo que meus fins de semanas são ótimos, onde sempre há diversão garantida, mas eles se tornaram toscos, só me servem para descansar.
Finjo que vivo tranquilo, em harmonia, porém vivo mal humorado, crítico, estressado, conto as horas para poder trabalhar, assim ocupo a mente com algo produtivo.Finjo perdoar um erro, uma mancada alheia, mas no fundo sempre há um pouquinho de mágoa, sou intolerante, rancoroso, guardo mágoas com facilidade, perdoo com dificuldades, mas todos erram, preciso compreender isso.
Finjo para meus amigos e para a minha família que eu fico com uma garota aqui, com outra lá.... Se eles acreditam, pouco me importa, não quero mais imaginar o que eles pensam sobre mim, se eles desconfiam ou não é problemas deles.
Finjo para meus familiares distantes que não tenho tempo de namorar devido aos estudos, que no momento só quero "ficar" com garotas, mas não quero pensar no que eles pensam, aliás nem temos mais contatos, distanciei por insegurança, com medo de descobrirem algo sobre mim, pois eu seria "o ser estranho" da família, a ovelha negra, motivo de vergonha.
Finjo não ser gay, finjo não gostar de garotos, mas eu não tive escolhas, não tive opções, muitos não entendem, outros fingem não entender.
Não eu não quero e não vou me abater, a regra é tentar manter o auto astral, preciso continuar sorrindo até nas horas mais difíceis. Se no momento a solidão é a minha companhia, talvez seja momentâneo ou até mesmo uma escolha.
A minha vida está se tornando uma novela, uma peça de teatro onde "eu" o protagonista da história, não aguenta mais viver esse personagem, preciso dar um UP na minha vida, só não sei por onde começar.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Extravagância
Me surpreendo quando vejo [Nicki Minaj], afinal ela ousa no estilo, nas perucas, exagera nas cores, abusa na extravagância, tem a presença marcante por onde passa, é uma mistura de mulher perua com gay e travesti.
De início quando a vi na mídia, achei algo sem noção, um estilo engraçado, exagerado sem combinações, algo fora do comum, além de ser semelhante com a Lady Gaga.
Se é imitação eu não sei, afinal por mais que se diz ter estilo próprio, esse estilo muitas vezes é uma mistura de vários estilos existentes, independente disso, ela tem talento e criatividade.
Além de ter uma voz distinta de outras cantoras, esse hitz com parceira com David Gueta ficou perfeito.
De início quando a vi na mídia, achei algo sem noção, um estilo engraçado, exagerado sem combinações, algo fora do comum, além de ser semelhante com a Lady Gaga.
Se é imitação eu não sei, afinal por mais que se diz ter estilo próprio, esse estilo muitas vezes é uma mistura de vários estilos existentes, independente disso, ela tem talento e criatividade.
Além de ter uma voz distinta de outras cantoras, esse hitz com parceira com David Gueta ficou perfeito.
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