sábado, 17 de junho de 2017

Chamando atenção das pessoas!

Estava pensando em momentos do meu passado, e recordei de algo que fiquei sem entender...
No dia à dia, eu não gosto de chamar atenção das pessoas, de me expor, sou sussa, ao contrário de um amigo que em meio a sociedade não da a mínima para as pessoas, e busca chamar atenção, extravasa ligando o foda-se.
E em baladas, ele tem vergonha de dançar no "queijo' na ausência dos gogo-boys, têm receio de fazer amizades na fila etc...
Ou seja, na balada em que têm a liberdade de ser autêntico, fica travado, e na rua busca se expor a todo custo.
Pelo menos eu sou tranquilo no dia a dia, mas em baladas no qual todos são iguais, e não há distinção de sexualidade, eu era bem desinibido (talvez, como dizem, eu aproveitava para soltar as "frangas" no bom sentido.
Apesar de que este lance de chamar atenção perante a sociedade, pode ser a fase da descoberta, já vi tantos gays "causando" na rua, ônibus, shopping, etc... e depois de anos, amadurecem e mudam completamente o comportamento, se tornam mais quietos.
São fases da vida, no qual todos têm este direito, seja hétero, gay, e blá blá blá, afinal quem nunca extravasou um dia?

10 comentários:

  1. eu me identifico mais com o seu amigo. sempre fui o mais falador do grupo, mas o mais quieto na balada.

    hoje em dia, até entre os amigos eu prefiro ficar mais calado.

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    1. As vezes as pessoas sentem bem em meio a sociedade do que na balada.

      São fases da vida, hoje em dia, me calei mais também.

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  2. Sou a mesma pessoa em qualquer lugar. Animado e solto em todos os espaços. Não sou do tipo "soltar a franga" mas sou autêntico do meu jeito.
    Acho que muito por conta da idade mesmo e do aprendizado da vida. Cada um no seu tempo e no seu estilo.

    Beijão

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    1. Admiro pessoas autênticas como você.
      Concordo plenamente, cada um no seu tempo e estilo.

      Bjon Bratz!

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  3. Sempre fui muito calado. Mas hoje em dia confesso que depois de me assumir para mim próprio, me sinto mais leve e seguro de mim, pelo que me solto mais facilmente e "to nem aí" para o que os outros pensem. passei tantos anos a esconder o que sentia, a sabotar-me, que agora mereço andar de mãos dadas com o meu maridão, trocar carinhos em público, etc. - isto sem andar a fazer as coisas de forma exagerada e/ou proposital. Com a serenidade de sempre mas um pouco mais solto.

    Abreijos :)

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    1. Ás vezes, o fato de ser enrustido, deixa a pessoa mais recatada (falando por mim), e muitos ao se assumirem (não sou assumido, e digo avaliando as pessoas que já vi), tiram o peso de atuar no dia à dia, e agem com extrema liberdade.
      Parabéns pela sua conquista.

      Abreijos João!

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  4. Sabe que fiquei pensando se ele realmente não estava sendo autêntico na balada?! Explico. No dia a dia, ao "extravasar", ele choca e de certa forma "se impõe" diante das pessoas... é o tal do ataque é a melhor defesa.

    Mas na balada ele não tem esse artificio... visto que lá, o que chocaria a maioria das pessoas é normal, então ele se sente "desprotegido"... ou inseguro...

    Abraço grande

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    1. Bacana seu ponto de vista, não tinha pensado nesta possibilidade, aliás, nunca pensei que há pessoas que agem desta forma.

      Abraços garotão!

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  5. Coisa estranha, né? As pessoas costumam ser sempre a mesma em todos os lugares ...

    https://tinmanbr.blogspot.com.br/

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    1. Depende, eu como não sou assumido, não sou eu mesmo em todos os lugares, domo diz meu antigo psicólogo, estou sempre atuando no dia a dia.
      Mas há casos e mais casos...

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