Estava pensando em momentos do meu passado, e recordei de algo que fiquei sem entender...
No dia à dia, eu não gosto de chamar atenção das pessoas, de me expor, sou sussa, ao contrário de um amigo que em meio a sociedade não da a mínima para as pessoas, e busca chamar atenção, extravasa ligando o foda-se.
E em baladas, ele tem vergonha de dançar no "queijo' na ausência dos gogo-boys, têm receio de fazer amizades na fila etc...
Ou seja, na balada em que têm a liberdade de ser autêntico, fica travado, e na rua busca se expor a todo custo.
Pelo menos eu sou tranquilo no dia a dia, mas em baladas no qual todos são iguais, e não há distinção de sexualidade, eu era bem desinibido (talvez, como dizem, eu aproveitava para soltar as "frangas" no bom sentido.
Apesar de que este lance de chamar atenção perante a sociedade, pode ser a fase da descoberta, já vi tantos gays "causando" na rua, ônibus, shopping, etc... e depois de anos, amadurecem e mudam completamente o comportamento, se tornam mais quietos.
São fases da vida, no qual todos têm este direito, seja hétero, gay, e blá blá blá, afinal quem nunca extravasou um dia?

eu me identifico mais com o seu amigo. sempre fui o mais falador do grupo, mas o mais quieto na balada.
ResponderExcluirhoje em dia, até entre os amigos eu prefiro ficar mais calado.
As vezes as pessoas sentem bem em meio a sociedade do que na balada.
ExcluirSão fases da vida, hoje em dia, me calei mais também.
Sou a mesma pessoa em qualquer lugar. Animado e solto em todos os espaços. Não sou do tipo "soltar a franga" mas sou autêntico do meu jeito.
ResponderExcluirAcho que muito por conta da idade mesmo e do aprendizado da vida. Cada um no seu tempo e no seu estilo.
Beijão
Admiro pessoas autênticas como você.
ExcluirConcordo plenamente, cada um no seu tempo e estilo.
Bjon Bratz!
Sempre fui muito calado. Mas hoje em dia confesso que depois de me assumir para mim próprio, me sinto mais leve e seguro de mim, pelo que me solto mais facilmente e "to nem aí" para o que os outros pensem. passei tantos anos a esconder o que sentia, a sabotar-me, que agora mereço andar de mãos dadas com o meu maridão, trocar carinhos em público, etc. - isto sem andar a fazer as coisas de forma exagerada e/ou proposital. Com a serenidade de sempre mas um pouco mais solto.
ResponderExcluirAbreijos :)
Ás vezes, o fato de ser enrustido, deixa a pessoa mais recatada (falando por mim), e muitos ao se assumirem (não sou assumido, e digo avaliando as pessoas que já vi), tiram o peso de atuar no dia à dia, e agem com extrema liberdade.
ExcluirParabéns pela sua conquista.
Abreijos João!
Sabe que fiquei pensando se ele realmente não estava sendo autêntico na balada?! Explico. No dia a dia, ao "extravasar", ele choca e de certa forma "se impõe" diante das pessoas... é o tal do ataque é a melhor defesa.
ResponderExcluirMas na balada ele não tem esse artificio... visto que lá, o que chocaria a maioria das pessoas é normal, então ele se sente "desprotegido"... ou inseguro...
Abraço grande
Bacana seu ponto de vista, não tinha pensado nesta possibilidade, aliás, nunca pensei que há pessoas que agem desta forma.
ExcluirAbraços garotão!
Coisa estranha, né? As pessoas costumam ser sempre a mesma em todos os lugares ...
ResponderExcluirhttps://tinmanbr.blogspot.com.br/
Depende, eu como não sou assumido, não sou eu mesmo em todos os lugares, domo diz meu antigo psicólogo, estou sempre atuando no dia a dia.
ExcluirMas há casos e mais casos...